I jornadas de actividades aquticas

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Dr. Carla Moreira Mestre Gui Pestana (Coords.)

Ias Jornadas de Actividades Aquticas

Os objectivos que propomos so os seguintes: !

Dar a conhecer as principais linhas de investigao na rea das actividades aquticas;

!

Divulgar as novas tcnicas utilizadas nas diferentes modalidades aquticas;

!

Fomentar a discusso e a cooperao entre diferentes especialistas; nacionais na rea das actividades aquticas.

Comisso Organizadora

Colaborao:

Departamento de Motricidade Humana do ISEIT de Mirandela Dr.Carla Moreira Mestre Gui Pestana

Instituto do Desporto de Portugal Cmara Municipal de Mirandela Associao Regional de Natao do Nordeste

Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares Avenida 25 de Abril 5370-202 Mirandela Tel. 278200150 Fax. 278265203 E-mail: jornadas@mirandela.ipiaget.org

Programa de Actividades:

20 de Maio 09h00: Recepo e Distribuio da Documentao 09h20: Sesso de Abertura Dr. Armando Queijo Presidente do Campus Universitrio de Mirandela Dr. Jos Silvano Presidente da Cmara Municipal de Mirandela 09h30: Motricidade Humana: uma nova cincia do Homem Terica Doutor Manuel Srgio 10h30: Adaptao ao meio aqutico: o jogo como estratgia alternativa de ensino Terico-Prtica Mestre Tiago Barbosa 12h30: Almoo 14h00: Natao para bebs: pressupostos e sequncia metodolgica Terica Mestre Susana Soares Ribeiro 16h30: Pausa para Cfe 16h40: Determinao do Limiar Anaerbio em nadadores: utilizao dos testes T30, Velocidade Crtica, V4 e LAn Individual Terica Mestre Ricardo Fernandes 18h15: Alguns aspectos relativos a Actividades Sub-Aquticas Terica Doutora Isabel Canto de Loura 18h45: Encerramento 1Dia Nota: Terica: Realizado no ISEIT de Mirandela Terico-Prtica: Realizado no ISEIT de Mirandela e na Piscina Municipal de Mirandela

21 de Maio 09h00: Hidro-Frenesi Terico-Prtica Dr. Joana Alves 11h00: Hidro-Power Terico-Prtica Mestre Mnica Valente 12h45: Almoo 14h30: A escola de natao: contedos e avaliao de programa Terica Doutor Jorge Campanio 15h45: Pausa para Cfe 16h00: Programa de Actividades Aquticas em Reabilitao Cardaca Terica Doutor Fernando Guimares 17h00: Concepo e gesto de infraestruturas desportivas para actividades aquticas Terica Dr. Paulo Arajo 17h30: Principais razes da procura das actividades aquticas como servio desportivo na Piscina Municipal de Mirandela Terica Dr. Joo Vinhais 18h00: Sesso de Encerramento Dr. Armando Queijo Presidente do Campus Universitrio de Mirandela Nota: Terica: Realizado no ISEIT de Mirandela Terico-Prtica: Realizado na Piscina Municipal de Mirandela

ndiceMOTRICIDADE HUMANA: UMA NOVA CINCIA DO HOMEM _______________6 ADAPTAO AO MEIO AQUTICO: O JOGO COMO ESTRATGIA ALTERNATIVA DE ENSINO __________________________________________8 NATAO PARA BEBS: PRESSUPOSOS E SEQUNCIA METODOLGICA _________________________________________________10 DETERMINAO DO LIMIAR ANAERBIO EM NADADORES: UTILIZAO DOS TESTES T30, VELOCIDADE CRTICA, V4 E LAN INDIVIDUAL _________12 ALGUNS ASPECTOS RELATIVOS A ACTIVIDADES SUB-AQUTICAS ______15 HIDRO-FRENESI__________________________________________________17 HIDRO-POWER___________________________________________________19 A ESCOLA DE NATAO: CONTEDOS E AVALIAO DE PROGRAMAS ____________________________________________________26 PROGRAMA DE ACTIVIDADES AQUTICAS EM REABILITAO CARDACA ______________________________________________________28 CONCEPO E GESTO DE INFRAESTRUTURAS DESPORTIVAS PARA ACTIVIDADES AQUTICAS _________________________________________30 PRINCIPAIS RAZES DA PROCURA DAS ACTIVIDADES AQUTICAS COMO SERVIO DESPORTIVO NA PISCINA MUNICIPAL DE MIRANDELA ________32

I Jornadas de Actividades Aquticas: Livro de Resumos

Sexta Feira/20 de Maio 09h30: Motricidade Humana: uma nova cincia do Homem Terica

MOTRICIDADE HUMANA: UMA NOVA CINCIA DO HOMEM

Manuel SrgioPresidente do ISEIT de Almada

Propor como objecto de estudo a Motricidade Humana quer significar:

- Que a Educao Fsica no abrange todo o campo de aco dos seus profissionais, dado que, como especialistas da cincia da motricidade humana, cabelhes, por direito prprio, o jogo, o desporto, a ginstica, a dana, o circo, a ergonomia e a reabilitao (e o treino que acompanha algumas destas actividades). - A Educao Motora (que poder substituir a expresso Educao Fsica) o ramo pedaggico da Cincia da Motricidade Humana e dever estar presente (como meio indispensvel) nas manifestaes concretas da ludomotricidade, da

ergomotricidade e da ludoergomotricidade. - Que as Faculdades de Educao Fsica devero passar a chamar-se Faculdades de Motricidade Humana, passando assim a referir-se a um campo do conhecimento e no a uma pedagogia sem fundamentao prpria. - Que a Motricidade Humana explica o absoluto do Sentido e o sentido do Absoluto emergentes do movimento intencional, especfico do ser carente que persegue a superao e o sonho (ou, por outras palavras, o desenvolvimento). - Que, desta forma, como cincia e conscincia, a Motricidade Humana adquire lugar indiscutvel entre as cincias universitrias. - Que os curricula escolares das Faculdades de Motricidade Humana ho-de acrescentar s disciplinas bsicas, de teor biolgico, ou de teor meramente tcnicodesportivo, outras disciplinas bsicas de ter cultural. - Que a Educao Fsica no morre, porque nunca morre o que foi superado. Ela permanece na memria e no labor constante da superao. - Que a rea da Motricidade Humana tem a riqueza ontolgica e a dignidade conceptual das restantes reas cientficas. Tambm aqui se verifica a apreenso doINSTITUTO PIAGET/ ISEIT de MIRANDELA 2005

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ser no ente e do ente no ser; tambm aqui se pretende passar da fenomenologia ontologia. - E assim, como cincia e conscincia, como explorao limitada do possvel, a Motricidade Humana adquire lugar indiscutvel, no quadro geral das cincias.

No meu entender, a Educao Fsica deve prosseguir, eticamente, na prtica da Motricidade Humana. Mas deve ser um valor a transcender, atravs de uma sntese sistmica e pluralista, verdadeiramente nova e diferenciadora que racionalidade, ao clculo, ao rendimento e eficcia seja capaz de antepor um cincia que conscincia e uma conscincia que cincia.

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Sexta Feira/20 de Maio 10h30: Adaptao ao meio aqutico: o jogo como estratgia alternativa de ensino Terico-Prtica

ADAPTAO AO MEIO AQUTICO: O JOGO COMO ESTRATGIA ALTERNATIVA DE ENSINO Tiago BarbosaInstituto Politcnico de Bragana

No ensino das actividades aquticas, tradicionalmente, os professores adoptam um mtodo de ensino-aprendizagem rgido relativo sua concepo, aos seus objectivos e ao seu prprio desenvolvimento. Neste quadro, os alunos, particularmente as crianas e os jovens, realizam as tarefas propostas sem saberem porque as fazem de determinado modo e no de outro (Moreno, 2001).

Este processo marcado por um objectivo final que se reduz execuo tcnica mais eficiente das habilidades motoras a abordar. Esta uma concepo de ensinoaprendizagem que implica, por parte do professor, da adopo de um estilo de ensino directivo, sem a participao activa do aluno na sua aprendizagem, sem tomar em conta as dimenses afectivas, sociais ou cognitivas deste (Langendorfer et al., 1988; Langendorfer e Bruya, 1995).

Este ltimo aspecto assume um carcter mais preocupante quando os alunos so crianas e jovens, em pleno desenvolvimento (Sidentop, 1991). Piaget (1970) entende que a apropriao do conhecimento depende da interaco do sujeito com o envolvimento (objectos, pessoas ou locais). Ora, acontece que um estilo de ensino eminentemente directivo, impossibilita um desenvolvimento mais enriquecedor da criana ou do jovem. Por outro lado, a progressiva coordenao das aces e das operaes que a criana interioriza, associada s informaes oriundas da experimentao com o envolvimento tero como resultado a construo de esquemas e de estruturas de conhecimento que se distinguem qualitativamente. Logo, uma das mais subtis, mas profundas, alteraes naINSTITUTO PIAGET/ ISEIT de MIRANDELA 2005

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abordagem das actividades aquticas para crianas e jovens consistiu no gradual afastamento de estilos de ensino centrados no professor, para estilos de ensino centrados no aluno (Langendorfer, 1990).

Neste contexto, a funo do professor passar pela criao de um problema ambiental, ou seja, de um jogo, enquanto estratgia para se atingir determinados objectivos (Moreno, 2001). Isto , o jogo aqutico educativo ser o meio pelo qual se promover o ensino das habilidades motoras aquticas bsicas aos alunos. Com efeito, os jogos aquticos educativos encerram um conjunto de vantagens aquando do processo de adaptao ao meio aqutico, especialmente numa fase inicial.

Assim, objectivo desta comunicao apresentar as principais vantagens da adopo dos jogos aquticos educativos enquanto estratgia para promover a adaptao ao meio aqutico de crianas e jovens.

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Sexta Feira/20 de Maio 14h00: Natao para bebs: pressupostos e sequncia metodolgica Terica

NATAO PARA BEBS: PRESSUPOSOS E SEQUNCIA METODOLGICA

Susana SoaresMSc., Faculdade de Cincias do Desporto e de Educao Fsica, Universidade do Porto

Justificar a incluso de bebs muito pequenos em aulas de natao primordial para o reconhecimento e sobrevivncia da modalidade. Se quisermos comear por fundamentos de domnio geral, podemos comear por pensar nas actuais doenas do foro psicolgico, no tabagismo, no consumo excessivo de lcool, nos acidentes

cardiovasculares, na obesidade, na diabetes, ... o ve