Atividades Aquticas

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28/02/2013

APRESENTAOGRADUAOATIVIDADES AQUTICASNos dias atuais muito tem-se discutido a respeito da qualidade de vidae das possibilidades de melhor-la. Sem dvida que a prtica regular de atividades fsicas inquestionvel um meio de se adquirir uma vida mais saudvel e eleger a Natao como modalidade a ser praticada uma feliz escolha.

QUARTA-FEIRA, 25 DE MARO DE 1998 ATOS DO PODER LEGISLATIVO LEI N. 9.615, DE 24 DE MARO DE 1998 LEI PEL Institui normas gerais sobre desporto e d outras providncias. O PRESIDENTE DA REPBLICA (FERNANDO H. CARDOSO) Fao saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPTU LO I

CAPTULO III DA NATUREZA E DAS FINALIDADES DO DESPORTO Art. 3 O desporto pode ser reconhecido em qualquer das seguintes manifestaes:

DISPOSIES INICIAIS

Art. 1 O desporto brasileiro abrange prticas formais e no formais e obedece s normas gerais desta Lei, inspirado nos fundamentos constitucionais do Estado Democrtico de Direito

1 (prtica desportiva formal regulada por normas nacionais e internacionais e pelas regras de cada modalidade esportiva, aceitas pelas respectivas entidades nacionais de administrao do desporto) 2 (prtica desportiva no formal caracterizada pela liberdade ldica de seus praticantes)

I DESPO RTO EDUCACIO NAL, praticado nos sistemas de ensino e em formas assistemticas de educao, evitando-se a seletividade, a hipercompetitividade de se us praticante, com a finalidade de alcanar o desenvolvimento integral do indivduo e a sua formao para o exerccio da cidadania e a prtica do lazer;

II DESPORTO DE PARTICIPAO, de modo voluntrio, compreendendo as modalidades desportivas praticadas com a finalidade de contribuir para a integrao dos praticante na plenitude da vida social, na promoo da sade e educao e na preservao do meio ambiente;

III DESPORTO DE RENDIMENTO, praticado segundo normas gerais desta Lei e regras de prtica desportiva, nacionais e internacionais, com a finalidade de obter resultados e integrar pessoas e comunidades do Pas e estas com as de outras naes. Pargrafo nico. O desporto de rendimento pode ser organizado e praticado: I de modo profissional, caracterizado pela remunerao pactuada em contrato formal de trabalho entre o atleta e a entidade de prtica desportiva; II - de modo no-profissional, (NOVO TEXTO LEI N. 9.981, DE 14 DE JULHO DE 2000) identificado pela liberdade de prtica e pela inexistncia de contrato, sendo permitido o recebimento de incentivos materiais e de patrocnio.)

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Conceitos BsicosAPRENDER A NADAR colocar-se ou ser colocado, individualmente ou coletivamente, no elemento liquido em suma seqncia de situaes que podem ser: - fortuitas ou anrquicas (auto-aprendizagem). - organizada sistematicamente pelo professor a partir de uma formalizao tcnica ( o ensino). SABER NADAR ter resolvido qualitativamente e quantitativamente, em qualquer eventualidade, o triplo problema que se coloca permanentemente: melhor equilbrio, melhor respirao e melhor propulso, no elemento lquido. (CATTEAU, R. GAROFF, G, 1988, p. 61)

CORPOREIDADE A corporeidade , existe e por meio da cultura ela possui significado. Da a constatao de que a relao corpoeducao, por intermdio da aprendizagem, significa aprendizagem da cultura - dando nfase aos sentidos dos acontecimentos e aprendizagem da histria ressaltando aqui relevncia das aes humanas. Corpo que se educa corpo humano que aprende a fazer histria fazendo cultura...[] Nessa perspectiva de argumentao, a conscientizao corporal visada pela educao ao mesmo tempo pessoal, poltica, cultural e histrica, pois essas dimenses representam a estrutura do fenmeno humano sem reduzi-lo a nenhum de seus elementos.MOREIRA, (apud DE MARCO, 1995 p. 98).

CORPOREIDADE AQUTICAA corporeidade aqutica pode ser considerada um signo, que interage com seus valores capazes de representar, comunicar, expressar sentimentos, construindo atos de interlocuo entre todos num contexto social capaz de auxiliar na formao de seres integrais. Assim, se relacionarmos homem e gua, suas aes nela e com ela, possvel limitarmos a compreenso e a apreenso do que vem a ser a corporeidade aqutica e das possveis contribuies pedaggicas na escola de ensino fundamental, inerentes a ao educativa.(PEREIRA, 2001 p.36).

HISTRIA DA NATAO

HISTRICO Sabe-se que desde a pr-histria, o homem j nadava. Na antiguidade, saber nadar era mais uma arma para sobrevivncia. Somente na primeira metade do sculo XIX, comeou a progredir como desporto.

O HOMEM CULTO DEVE SABER LER, ESCREVER E NADARPLATO

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HISTRICO Sculo XIX: Sculo XIX:

HISTRICO Primeiras provas em Londres. Existiam apenas seis piscinas.

Fundada a National Swimming Society Os Ingleses criaram as regras das competies e comearam a coloca-las em prtica.

HISTRICO 1844: O estilo usado era uma braada de peito, executada de lado. Para diminuir a resistncia da gua, passou-se a levar um dos braos a frente pela superfcie, num estilo que recebeu o nome de SINGLE OVERARM STROKE. Mais tarde sofreria novas modificaes e passaria a se chamar DOUBL OVERARM, em que os braos eram levados para frente alternadamente.

HISTRICO 1875: Realizada a primeira travessia do Canal da Mancha. O brasileiro Ablio do Couto, de So Paulo, efetuou a travessia com recorde mundial em 1959.

HISTRICO 1893: Ingls Arthur Trudgen, aperfeioa o estilo. Mas outro ingls Frederick Cavill que ao observar indgenas nadando adotou o estilo CRAWL AUSTRALIANO.

HISTRICO GRCIA 1896: I Jogos Olmpicos da Era Moderna. Apenas uma prova de natao foi disputada. 100 metros livre.

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HISTRICO FRANA 1900: Foi includa a prova de 400 metros nado livre. Britnicos e Alemes dominaram a natao olmpica at 1912.

HISTRICO INGLATERRA 1908 : Fundao da FINA ( Federao Internacional de Natao Amadora). Foram includas as provas de 1500 metros nado livre. Revezamento 4 x 400 metros nado livre. 100 metros nado de costas. 200 metros nado de peito. Com esse programa , os jogos foram disputados at 1952.

HISTRICO SUCIA 1912: Primeira participao feminina em Jogos Olmpicos. 100 metros livre Feminino. 4 x 100 metros livre Feminino.

HISTRICO 1920: Os americanos passam a dominar a natao mundial. Desde ento, os americanos s foram derrotados pelos japoneses em 1932 e 1936, pela Austrlia em 1956 e pela Alemanha Oriental em 1980 e 1988.

HISTRICO FRANA 1924: 400 metros livre. 100 metros de costas. 200 metros de peito.

HISTRICO AUSTRLIA 1956: 100 metros borboleta.

ITLIA 1960: Revezamento 4 x 100 metros quatro estilos.

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HISTRICO no Brasil

HISTRICO no Brasil

1897: 31 de Julho Fundao da Unio de Regatas Fluminenses. Criada pelos clubes Botafogo, Icara, Gragoat e Flamengo.

1898 : Foi realizado o I Campeonato Brasileiro de Natao. Apenas uma prova era disputada, na distncia aproximada de 1500m. Esta prova repetiu-se at o ano de 1912.

1915: A prova de 600 metros passa a constituir o Campeonato Carioca. O campeonato Brasileiro passou a ser patrocinado pela CBDA em 1916.

1919: inaugurada a primeira piscina de competies. Quatro anos depois foram construdas as primeiras piscinas de So Paulo, A.A. So Paulo e do C.A. Paulistano. Antes os cariocas nadavam na enseada de Botafogo e os Paulistas no Rio Tiet.

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1919: I Campeonato Sul Americano disputado no Brasil, Rio de Janeiro O Brasil j mostrava superioridade no esporte

Atletas que se destacaram ao longo de nossa histria.

COMPLEXO MARIA LENK

HISTRICO no Brasil 1939: Maria Lenk recordista mundial nos 400m e 200m, ambas nado de peito

HISTRICO no Brasil HELSINQUE 1952: Tetsuo Okamoto Bronze nos 1500m livre (18 5130)

HISTRICO no Brasil ROMA 1960: Manuel dos Santos Jnior Bronze nos 100m livre (5540)

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HISTRICO no Brasil MOSCOU 1980:

HISTRICO no Brasil

LOS ANGELES 1984: Djan Madruga, Ciro Delgado, Jorge Fernandes e Marcus Marttioli Bronze Revezamento 4 x 200m livre (72930)

Ricardo Prado Prata nos 400m medley (41845)

HISTRICO no Brasil BARCELONA 1992:

HISTRICO no Brasil ATLANTA 1996: Gustavo Borges

Gustavo Borges Prata nos 100m livre (4943)

Prata nos 200m livre (14863)

Bronze nos 100m livre (4902)

Fernando Scherer Bronze nos 50m livre (2229)

HISTRICO no Brasil SYDNEY 2000: Fernando Scherer, Carlos Jayme, Gustavo Borges e Edvaldo Valrio Bronze Revezamento 4 x 100m livre

HISTRICO no Brasil PEQUIM 2008: Cesar Cielo Ouro nos 50m livre (2130)

Bronze nos 100m livre (4767)

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MUNDIAL DE ROMA OS 43 RECORDES SUPERADOS NO MUNDIAL DE ROMA

OS 43 RECORDES SUPERADOS NO MUNDIAL DE ROMA MASCULINO 200 m peito: 2min07s31 (Christian Sprenger/AUS) 50 m costas: 24s08 (Liam Tancock/GBR) 50 m costas: 24s04 (Liam Tancock/GBR) 200 m costas: 1min51s92 (Aaron Peirsol/EUA) 100 m borboleta: 50s01 (Milorad Cavic/SER) 100 m borboleta: 49s82 (Michael Phelps/EUA) 200 m borboleta: 1min51s51 (Michael Phelps/EUA) 200 m medley: 1min54s10 (Ryan Lochte/EUA) Revezamento 4 x 200 m livres: 6min58s55 (Estados Unidos) Revezamento 4 x 100 m livres: 3min27s28 (Estados Unidos)

MUNDIAL DE ROMA

MASCULINO 100 m livres: 46s91 (Csar Cielo/BRA) 200 m livres: 1min42s00 (Paul Biedermann/ALE) 400 m livres: 3min40s07 (Paul Biedermann/GER) 800 m livres: 7min32s12 (Zhang Lin/CHN) 50 m peito: 26s74 (Cameron Van Der Burgh/AFS) 50 m peito: 26s67 (Cameron Van Der Burgh/AFS) 100 m peito: 58s58 (Brenton Rickard/AUS) 200 m peito: 2min07s31 (Christian Sprenger/AUS)

FEMININO 50 m livres: 23s73 (Britta Steffen/ALE) 100 m livres: 52s22 na primeira parte do 4 x 100 m li