Tuberculose dots

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  • 1. Tuberculose Um mal antigo que tem cura...

2. Ela transmitida e adquirida pelo ar que respiramos ( vias areas superiores ). 3. Tuberculose no Estado do Rio de JaneiroIndicadores Epidemiolgicos Total de casos em 2001 Casos novos Taxa de incidncia em 2001 Mortalidade em 2001 Co infeco HIV em 1998 Extrapulmonar sem anti HIV Abandono =17.354 14.470 104 / 100.000 hab 6,7 / 100.000 hab 1071 casos / 1600 est. 68 % 25 %SES RJ 4. Como podemos reconhecer a doena? Observando estes sintomas: Tosse crnica (o grande marcador da doena a tosse durante mais de 21 dias = 3 semanas); Febre;/Suor noturno (que chega a molhar o lenol)Dor no trax (barriga); Perda de peso lenta e progressiva (emagrecimento); Quem tem tuberculose no sente fome, fica anorxico (sem apetite) e com adinamia (sem disposio para nada).Tuberculose Pulmonar...A pessoa que entra em contato pela primeira vez com o bacilo de Koch no tem, ainda, resistncia natural, mas adquire. Se o organismo no estiver debilitado, consegue matar o microorganismo antes que este se instale como doena. , tambm, estabelecida a proteo contra futuras infeces pelo bacilo. A propagao da tuberculose est intimamente ligada s condies de vida da populao. Sua prevalncia maior nas periferias das grandes cidades. 5. Nem todos adoecem... Infeco no sinnimo de doena 10% das pessoas infectadas adoecem, metade durante os 2 primeiros anos aps a infeco e a outra metade ao longo da vida. O risco de progresso da infeco para a doena aumenta na presena de situaes que debilitem o sistema imunolgico da pessoa, como, por exemplo: Diabetes Mellitus (DM); Infeco pelo HIV; Tratamento prolongado com corticosterodes; Terapia imunossupressora; Doenas renais crnicas, entre outras. Quando infectada, a pessoa pode desenvolver tuberculose doena em qualquer fase da vida. Isto acontece quando o sistema imune no pode mais manter os bacilos sob controle e eles se multiplicam rapidamente. 6. Desenvolvimento da Doena Quando as gotculas inaladas, contendo os bacilos de Koch atingem os alvolos, a infeco pode se iniciar. Os bacilos multiplicam-se nos alvolos e um pequeno nmero entra na circulao sangnea disseminando-se por todo o corpo. Dentro de 2 a 10 semanas, no entanto, o sistema imune usualmente intervm, impedindo que os bacilos continuem a se multiplicar e prevenindo disseminao posterior rgos mais acometidos pela doenaGrupos de risco com maior probabilidade de apresentar tuberculose: Os sintomticos respiratrios; Contatos de casos de tuberculose; Residentes em comunidades fechadas; Etilistas, usurios de drogas e mendigos Imunodeprimidos Profissionais da rea de Sade em situaes especiais. Suspeitos radiolgicos 7. Transmisso da Tuberculose1 passo Apesar de tambm atingir vrios rgos do corpo, a doena s transmitida por quem estiver infectado com o bacilo nos pulmes.2 passo3 passoA disseminao acontece pelo ar. O espirro de uma pessoa infectada joga no ar cerca de 2 milhes de bacilos. Pela tosse, cerca de 3,5 mil partculas so liberadas.Os bacilos de tuberculose jogados no ar permanecem em suspenso durante horas. Quem respira em um ambiente por onde passou um tuberculoso pode se infectar. 8. Tuberculose Primria ... Granuloma tuberculoso (reao do organismo em deter o bacilo quando a imunidade est normal)Aps um perodo de 15 dias, os bacilos passam a se multiplicar facilmente nos pulmes, pois ainda no h proteo natural do organismo contra a doena. Se o sistema de defesa no conseguir segurar o bacilo, instala-se a tuberculose primria, caracterizada por pequenas leses (ndulos) nos pulmes. Como o bacilo de koch se reproduz e desenvolve rapidamente em reas do corpo com muito oxignio, o pulmo o principal rgo atingido pela tuberculose.Diagnstico O diagnstico da tuberculose dever ser fundamentado nos seguintes mtodos: exame especfico ( baciloscopia e cultura); radiografia e prova tuberculnica entre outros mais especializados. 9. Exames Especficos I Baciloscopia (BAAR): Exame feito diretamente do escarro, o mtodo prioritrio, porque permite descobrir a fonte de infeco, que o doente bacilfero. Por ser um mtodo simples e seguro, deve ser praticado em todos os servios de sade que disponham de laboratrio. A baciloscopia direta dever ser indicada para todos os sintomticos respiratrios ( indivduos com tosse e expectorao por 4 semanas ou mais). Tambm utilizada para acompanhar mensalmente a evoluo bacteriolgica do cliente durante o tratamento. Recomenda-se para diagnstico, a coleta de 2 amostras, sendo a 1 colhida no ato da consulta e outra no dia seguinte em jejum logo pela manh.Cultura do bacilo : indicado para suspeitos de tuberculose pulmonar persistentemente negativo ao exame direto, e para diagnsticos das formas extrapulmonares, como a menngea, renal, pleural e ganglionar. Tambm est indicada para a suspeita de resistncia bacteriana s drogas, deve ser acompanhadade teste de sensibilidade. Nos casos de outras microbactrias que no da tuberculose, alm da cultura, dever ser feita a tipificao do bacilo. 10. Raio X Radiografia de trax Est indicado nas seguintes situaes: Sintomticos respiratrios negativos baciloscopia direta, Comunicantes ( contatos ) de todas as idades sem sintomatologia respiratria, Suspeitos de tuberculose extrapulmonar e Portadores de HIV ou clientes com AIDSVantagens do Raio X O exame radiolgico desses grupos, permite a seleo de portadores de imagens suspeitas de tuberculose, sendo indispensvel o exame bacteriolgico para diagnstico correto. Tem importante papel na diferenciao das formas de tuberculose de apresentao atpica e no diagnstico de outras pneumopatias entre os pacientes com AIDS. A abreugrafia indiscriminada em pessoas aparentemente sadias, no est indicada por ter baixo rendimento, inclusive por expor a populao radiao desnecessria. 11. Prova Tuberculnica - tabela indicada como mtodo auxiliar no diagnstico da TB em pessoas no vacinadas com a BCG. A prova tuberculnica positiva isoladamente, indica apenas a infeco e no necessariamente a instalao da doena. A prova tuberculnica mais usada no Brasil a vacina PPD-Rt23 que deve ser administrada intradrmica na dose de 0,1 ml na parte anterior do ante-brao esquerdo e a avaliao em milmetros ( leitura aps 72 hs ) deve seguir a tabela abaixo: 0-4 mm = no reator ( infectados ou analrgicos ) 5-9 mm = reator fraco ( infectados pelo BK, por microbactrias atpicas ou vacinados com BCG, 10 mm ou mais = reator forte ( infectados pelo BK, doentes ou no, ou vacinados recentemente com BCG. Todos os indivduos infectados pelo HIV devem ser submetidos prova tuberculnica, nesses casos, considera-se reator aquele que apresentar endurao maior ou igual a 5 mm e , no reator os que apresentarem endurao inferior a 4 mm. 12. Investigao de casos ... Investigao e acompanhamento dos contatos Vacinao com BCG (nos primeiros 30 dias de vida) Teste PPD QUIMIOPROFILAXIA Quanto maior o nmero de Unidades Bsicas de Sade (UBS) e de equipes do PSF desenvolvendo as aes de controle da tuberculose: maior abrangncia da procura de sintomticos respiratrios mais rpido o incio do tratamento mais adequada a superviso direta do tratamento maior a garantia de cura do doente mais rpida e eficaz a interrupo da transmisso da doena.Os casos positivos devem ser NOTIFICADOS com a ficha do SINAN a Vigilncia Epidemiolgica do municpio e encaminhado a Secretaria Estadual de Sade. 13. Preveno As equipes do PSF, os agentes comunitrios de sade e os profissionais de sade da vigilncia epidemiolgica devem mobilizar a comunidade para identificar os tossidores crnicos em: Famlias Clubes e associaes Igrejas Comunidades fechadas (presdios, manicmios, asilos, etc.) Encaminh-los para fazer exame de escarro (BAAR) ou colher em local arejado. Casos para encaminhar para unidade de sade Antecedentes, ou evidncias clnicas, de hepatopatia aguda (hepatite) ou crnica (cirrose, hepatopatia alcolica). O paciente doente de AIDS ou soro positivo para o HIV. Antecedentes ou evidncias clnicas de nefropatias (insuficincia renal crnica, pacientes em regime de dilise). 14. Avaliao dos Contatos Domiciliares de Casos de Tuberculose Pulmonar Baciloscopia Positiva (Adultos) A d u lt o A s s in t o m t ic o (I) O r ie n t a oS in t o m t ic o E x a m e d e E s c a rro P o s it iv oN e g a t iv oT ra ta m e n toO r ie n t a o 15. Avaliao dos Contatos Domiciliares de Casos de Tuberculose Pulmonar Baciloscopia Positiva (Crianas) C r ia n a s a t 1 5 a n o s N o v a c in a d a sV a c in a d a sPPDA s s in t o m t ic o O r ie n ta oN o R e a to rR e a to rBCGR X d e T ra x S u g e s t iv o d e T b + S in t o m a s C ln ic o sN o rm a l e s e m S in t o m a s C ln ic o sT ra ta m e n toQ u im io p r o f ila x iaS in t o m t ic o ( II)R X d e T ra x S u g e s t iv o d e T b + S in t o m a s C ln ic o sN o rm a lT ra ta m e n toO r ie n t a o M e d ic a o S in t o m t ic a A c o m p a n h a m e n to 16. Quimioprofilaxia uma ao preventiva A quimioprofilaxia deve ser administrada a pessoas infectadas pelo M. tuberculosis, com a isoniazida na dosagem de 10 mg/kg de peso, com total mximo de 300 mg diariamente, durante seis meses. Existe consenso de que a quimioprofilaxia deve ser dirigida aos grupos de alto risco de tuberculose, entre estes, especialmente os co-infectados pelo HIV e pelo M. tuberculosis. Indicaes da quimiprofilaxia EM CRIANAS Recm-nascidos co-habitantes de foco tuberculoso ativo. A isoniazida administrada por trs meses e, aps esse perodo, faz-se a prova tuberculinica. Se a criana for reatora, a quimioprofilaxia deve ser mantida por mais trs meses; seno, interrompe-se o uso da isoniazida e vacina-se com BCG. Crianas menores de 15 anos, sem sinais compatveis com tuberculose ativa, contato de tuberculoses bacilferos, no vacinadas com BCG e reatores tuberculina de 10 e mais mm; crianas vacinadas com BCG, mas com resposta tuberculina igual ou superior a 15 mm. 17. Quimioprofilaxia preventiva em adultos Indicaes da quimiprofilaxia EM ADULTOS Indivduos c