Toleranciamento Geral p

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  • CFAC: Toleranciamento Geral FEUP/DEMec/SDI

    @2010 Joo Manuel R. S. Tavares 1

    Toleranciamento Geral

    CFAC Concepo e Fabrico Assistidos por Computador

    Toleranciamento GeralJoo Manuel R. S. Tavares

    Bibliografia

    Simes Morais, Jos Almacinha, Texto de Apoio Disciplina de Desenho de Construo Mecnica (MiEM), AEFEUP, 2010

    Simes Morais, Desenho tcnico bsico 3, ISBN: 972-96525-2-X, Porto Editora, 2006

    @2010 Joo Manuel R. S. Tavares CFAC: Toleranciamento Geral 2

  • CFAC: Toleranciamento Geral FEUP/DEMec/SDI

    @2010 Joo Manuel R. S. Tavares 2

    Tolerncias Gerais;

    Tolerncias para dimenses lineares e angulares sem indicaes de tolerncias

    ndice

    p g individuais (ISO 2768-1: 1989);

    Tolerncias geomtricas para elementos sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-2: 1989);

    Tolerncias dimensionais e geomtricas gerais e sobreespessuras para trabalho mecnico para peas moldadas (ISO 8062-3);

    Soldadura Tolerncias gerais para construes soldadas Dimenses para

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    Soldadura Tolerncias gerais para construes soldadas Dimenses para comprimentos e ngulos Forma e posio (ISO 13920);

    Conceitos para o toleranciamento geral de caractersticas geomtricas;

    Cotagem e toleranciamento de peas no rgidas (ISO 10579).

    Tolerncias Gerais

    Tolerncias gerais para peas obtidas por arranque de apara: O toleranciamento no desenho dever ser completo, afim de assegurar que os

    aspectos dimensionais e geomtricos de todos os elementos estejam limitados istoaspectos dimensionais e geomtricos de todos os elementos estejam limitados, isto , nada deve ser deixado ao critrio do pessoal da oficina ou do servio de controlo.

    A utilizao de tolerncias gerais dimensionais e geomtricas simplifica a tarefa de assegurar o cumprimento deste pr-requisito.

    Tolerncias para dimenses lineares e angulares sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-1: 1989): As tolerncias para as dimenses sem indicao directa de tolerncia so

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    As tolerncias para as dimenses sem indicao directa de tolerncia so especificadas segundo quatro classes de tolerncia (f - fina, m - mdia, c -grosseira e v - muito grosseira). Dizem respeito a dimenses de peas obtidas por arranque de apara ou executadas em chapa.

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    Tolerncias para dimenses lineares e angulares sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-1: 1989)

    Esta norma aplica-se, exclusivamente, s seguintes dimenses sem indicao de tolerncia:

    di li dimenses lineares; dimenses angulares, incluindo aquelas que no so indicadas, como os ngulos

    rectos (90), a menos que se aplique a ISO 2768-2.; dimenses lineares e angulares obtidas ao maquinar peas montadas.

    Por outro lado, esta norma no se aplica s seguintes dimenses: dimenses lineares e angulares cujas tolerncias gerais so definidas atravs de

    referncia a outras normas de tolerncias gerais (ex.: ISO 8062 e ISO 13920);

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    dimenses auxiliares, indicadas entre parntesis; dimenses teoricamente exactas, indicadas num quadro rectangular.

    A escolha de uma classe de tolerncia deve ter em conta a exactido oficinal corrente.

    Tolerncias para dimenses lineares e angulares sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-1: 1989)

    As tolerncias gerais para as dimenses lineares e angulares aplicam-se se os desenhos fazem referncia norma ISO 2768-1.

    Valores das tolerncias dimensionais lineares e angulares gerais: Os valores esto indicados, em tabelas, em termos dos respectivos desvios

    admissveis simtricos. As tolerncias para as dimenses angulares esto indicadas em funo do

    comprimento do lado mais curto do ngulo considerado.

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    Tolerncias para dimenses lineares e angulares sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-1: 1989)

    Tolerncias gerais para peas obtidas por arranque de apara:

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    Tolerncias para dimenses lineares e angulares sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-1: 1989)

    Tolerncias gerais para peas obtidas por arranque de apara (cont.):

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    Tolerncias para dimenses lineares e angulares sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-1: 1989)

    Tolerncias gerais para peas obtidas por arranque de apara (cont.):

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    Tolerncias para dimenses lineares e angulares sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-1: 1989)

    As tolerncias gerais especificadas em unidades angulares controlam apenas a orientao geral de linhas ou de elementos de linha de superfcies mas no os seus desvios de formasuperfcies, mas no os seus desvios de forma.

    Indicaes nos desenhos: Para especificar tolerncias gerais, em conformidade com a ISO 2768-1, deve ser

    indicada a seguinte informao, no interior ou junto da legenda: ISO 2768; a classe de tolerncia, em conformidade com a ISO 2768-1;

    por exemplo: ISO 2768-m.

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    Tolerncias para dimenses lineares e angulares sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-1: 1989)

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    Tolerncias geomtricas para elementos sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-2: 1989)

    As tolerncias geomtricas gerais so especificadas em trs classes de tolerncia (H - fina, K - mdia e L - grosseira) e aplicam-se, sobretudo, a elementos que so obtidos por arranque de aparaelementos que so obtidos por arranque de apara.

    A escolha de uma dada classe de tolerncia deve ter em conta a exactido oficinal corrente. Tolerncias mais apertadas ou tolerncias mais largas e mais econmicas, para um elemento individual qualquer, devero ser indicadas directamente.

    As tolerncias geomtricas gerais aplicam-se se os desenhos ou as especificaes correspondentes fazem referncia norma ISO 2768-2.

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    p p

    As tolerncias geomtricas gerais aplicam-se a todas as caractersticas geomtricas toleranciadas, excluindo a cilindricidade, o perfil de uma linha qualquer, o perfil de uma superfcie qualquer, a inclinao, a coaxialidade, a localizao e o batimento total.

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    Tolerncias geomtricas para elementos sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-2: 1989)

    As tolerncias geomtricas gerais, em conformidade com a ISO 2768-2, devero ser utilizadas quando o princpio de toleranciamento de base, em conformidade com a ISO 8015, utilizado e indicado no desenho.e co o d de co S 80 5, u do e d c do o dese o.

    Indicaes nos desenhos: Se as tolerncias geomtricas gerais (ISO 2768-2) devem ser aplicadas em conjunto

    com as tolerncias dimensionais gerais (ISO 2768-1), deve ser indicada a seguinte informao, no interior ou junto da legenda: ISO 2768; a classe de tolerncia em conformidade com a ISO 2768-1; a classe de tolerncia em conformidade com a ISO 2768-2;

    por exemplo: ISO 2768 mK

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    por exemplo: ISO 2768-mK.

    Se o requisito de envolvente tambm se aplicar a todos os elementos de tamanho simples (ex.: superfcie cilndrica ou duas superfcies planas paralelas), a designao geral especificada deve ser: ISO 2768-mK-E.

    Tolerncias geomtricas para elementos sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-2: 1989)

    Exemplos:

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    Tolerncias geomtricas para elementos sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-2: 1989)

    Exemplos:

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    Tolerncias geomtricas para elementos sem indicaes de tolerncias individuais (ISO 2768-2: 1989)

    Exemplos (cont.):

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    Tolerncias dimensionais e geomtricas gerais e sobreespessuras para trabalho mecnico para peas moldadas (ISO 8062-3)

    A norma ISO 8062-3 aplica-se: a peas fundidas, conforme estas so entregues ao cliente;

    f did d i li d id d i a peas fundidas em todos os metais e suas ligas, produzidas atravs de vrios processos de fabricao de peas fundidas.

    A tolerncia especificada para uma pea fundida pode determinar o mtodo de fundio.

    Cotagem: A cota nominal de uma pea fundida a

    dimenso de uma pea em bruto, antes de ser

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    dimenso de uma pea em bruto, antes de sermaquinada, incluindo a necessriasobreespessura para trabalho mecnico.

    Tolerncias dimensionais e geomtricas gerais e sobreespessuras para trabalho mecnico para peas moldadas (ISO 8062-3)

    A sobreespessura requerida para trabalho mecnico, RMA (required machining allowance), em peas fundidas, em bruto, o valor mnimo de sobreespess