RESÍDUOS SÓLIDOS: GESTÃO, TENDÊNCIAS E TECNOLOGIA INOVAÇÕES...

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  • RESDUOS SLIDOS: GESTO, TENDNCIAS E TECNOLOGIA INOVAES TECNOLGICAS NO TRATAMENTO DE SOLO CONTAMINADO E DE RESDUOS ESPECIAIS: PAINEL:
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  • Conceito de Resduos: Em construo pelo Projeto de Lei que trata sobre a Poltica Nacional De Resduos Comumente similarizado ao termo Lixo, at pela prpria raiz etimolgica deste ltimo termo. LIXO deriva do termo latim LIX significado cinza
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  • Viso geral: Podem ir para disposio final, para estocagem, para tratamento ou serem lanados natureza, com destinao desconhecida.
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  • TECNOLOGIAS CONSOLIDADAS E OBJETO DE QUESTIONAMENTOS DENTRO DA NOVA ORDEM DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTVEL
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  • O QUE SO TECNOLOGIAS CONSOLIDADAS ? Por excluso dos temas seguintes (Tecnologias em Consolidao/Novas Tecnologias em fase de testes e em Consolidao ou Consolidadas no Exterior) Tecnologias Consolidadas e Objeto de Questionamento dentro da Nova Ordem de Desenvolvimento Sustentvel - mbito Brasil.
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  • QUAIS AS MAIS COMUMENTE CITADAS ?
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  • ATERROS SANITRIOS/INDUSTRIAIS CLASSE I e II e VALAS CLASSE I: o processo de disposio final de resduos slidos domiciliares e classe I, II e III, segundo NBR 10.004 (ABNT) baseado em critrios de engenharia e normas operacionais especficas.
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  • INCINERADORES/INCINERAO: processo de reduo do peso, volume e das caractersticas de periculosidade dos resduos, atravs da combusto controlada.
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  • CO-PROCESSAMENTO EM FORNOS DE CLINQUER: Considerado como um sub-processo dos processos de produo de cimento. Os resduos entram em substituio de parte do combustvel ou de parte da matria prima. Tais resduos sofrem pr- tratamentos especficos (BLEND) visando a manuteno de constncia de suas caractersticas para no produzirem efeitos nocivos ao cimento enquanto produto final ou ao meio ambiente.
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  • ENCAPSULAMENTO: pr-tratamento pelo qual os constituintes perigosos de um resduo so convertidos e assim mantidos em suas formas de menor solubilidade e toxidade. As transformaes se do atravs de reaes qumicas que fixam elementos, ou compostos txicos, atravs dos chamados adsorventes ou encapsulantes. Uma vez estabilizados, suas agressividades ao meio ambiente ficam mitigadas, podendo ser confinados em aterros industriais.
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  • OBS: C aractersticas presentes ou no, e em presentes, ponderada suas concentraes de Inflamabilidade, Corrosividade, de Reatividade, de Toxicidade e Patogenicidade.
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  • NUMA VISO CIRCUNSTANCIAL, QUAIS SO OS QUESTIONAMENTOS ? I) AOS ATERROS E VALAS: No h a eliminao dos passivos, apenas o controle deles II) AOS INCINERADORES / CO-PROCESSAMENTO: Emisso de gases poluentes destarte os sistemas de controle de emisso que vem sendo implementados (Poluentes Orgnicos Persistentes, PCBs, furanos, dioxinas) grande presso das ONGS Mundiais para que o BRASIL implemente a Conveno de Estocolmo. III) ENCAPSULAMENTO: Dvidas quanto a capacidade de estabilizao dos componentes txicos. A preocupao refere-se aos processos de migrao de contaminantes do resduo encapsulado para o meio circulante.
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  • CRTICAS: PRINCPIO DA PRECAUO
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  • CONTEXTUALIZAO DA NOVA ORDEM DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTVEL
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  • QUAL O MODELO DESTA NOVA ORDEM ? 1 Um modelo economicamente vivel, socialmente justo e ecologicamente adequado, removendo as discriminaes de gnero e preservando a diversidade cultural dos diversos povos. 2 Um modelo que garanta uma vida adequada s futuras geraes, corrigindo as distores presentes. 3 Um modelo que leve em considerao o uso adequado dos recursos naturais renovveis ou no, observe a capacidade de suporte dos ecossistemas, que dimensione e considere nas suas aes os impactos ambientais globais, regionais, mesorregionais e locais, que se norteie por processos produtivos eficientes e no somente eficazes e, portanto, que racionalize o crescimento das populaes humanas segundo os preceitos anteriores. 4 Um modelo que remete a humanidade a um novo pacto social, que no se funda nos princpios ora vigentes, mas que necessita e convoca voluntariamente os que detm o poder e as parcelas excludas da sociedade para um novo ajuste global.
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  • PARADOXOS PARA IMPLANTAO DESSA NOVA ORDEM.
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  • POTENCIALIDADES BRASILEIRAS territrio continental fartos recursos naturais A maior diversidade biolgica do planeta recursos hdricos relativamente abundantes insolao durante todo o ano uma complexa sociedade com aproximadamente 170 mi. de pessoas.
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  • DESAFIOS MUNDIAIS SUSTENTABILIDADE SUSTENTABILIDADE = EQUILBRIO DINMICO ENTRE DIMENSES, ECONMICA, SOCIAL E AMBIENTAL Qual e Como deve ser a insero do Brasil na Internacionalizao da Economia, do Conhecimento e Comunicao ?
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  • Relatrios do Desenvolvimento Humano (98/99) do PNUD -Programa das Naes Unidas para o Desenvolvimento. REFERNCIAS ECONMICAS: PASES INDUSTRIALIZADOS 19% da populao. 86% do produto mundial e do consumo 71% do comrcio mundial 68% dos investimentos estrangeiros diretos 74% das linhas telefnicas 58% de toda energia produzida 93,3% dos usurios de Internet
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  • 20% DAS POPULAES MAIS POBRES 1% do produto mundial. 1% das exportaes. 1% do investimento direto. 1,5% das linhas telefnicas.
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  • REFERNCIAS DA CONCENTRAO DO CONHECIMENTO/93: 10 Pases = 84% dos gastos em pesquisa e desenvolvimento. 95% das patentes registradas nos EUA e 80% das patentes dos pases em desenvolvimento.
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  • REFERNCIAS DA CONCENTRAO DE RENDA. As 3 pessoas mais ricas do planeta com ativos maiores ao PIB dos 48 pases mais pobres do planeta (600 milhes de pessoas). Pouco mais de 200 pessoas com ativos superiores a US$ 1 bilho tm mais renda anual do que 45% dos habitantes do Planeta (2,7 bilhes de pessoas). Os ativos destas pessoas cresceram mais que 150% em 4 anos.
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  • Concluso: As corporaes definem a agenda de pesquisas e controlam seus resultados. Os pases e pessoas pobres correm o risco de ficar margem desse regime que controla o conhecimento no mundo. As novas tecnologias tm seu preo estabelecido para quem pode pagar por elas. Direitos de propriedade mais restritos elevam o preo de transferncia das tecnologias, impedem o acesso dos pases mais pobres aos setores dinmicos do conhecimento.
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  • Hoje uma criana nascida em Nova York, Londres ou Paris tem um impacto 50 vezes mais forte sobre os recursos naturais do que uma criana nascida nos pases mais pobres
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  • Adoo e a prtica do princpio da sustentabilidade progressiva (Comisso de Polticas de Desenvolvimento Sustentvel e da Agenda 21 Nacional) Uma sustentabilidade que se amplie progressivamente e incorpore ao longo do tempo suas vrias dimenses. Mas sem esquecer: o que antes levava um sculo hoje acontece em uma dcada; o que precisava de uma dcada, sobrevem em um ano. preciso ter pressa.
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  • A sustentabilidade ampliada preconiza a idia da sustentabilidade permeando todas as dimenses da vida: a econmica, a social, a territorial, a cientfica e tecnolgica, a poltica e a cultural; A sustentabilidade progressiva significa que no se deve aguar os conflitos a ponto de torn-los inegociveis, e sim, fragment- los em fatias menos complexas, tornando-os administrveis no tempo e no espao. CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE AMPLIADA E PROGRESSIVA
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  • No atual estgio de globalizao, inmeros requisitos e regras ambientais esto em definio acarretando custo associado ao produto, processo ou instalao. Trata-se de um fato transformador que exige conscincia e intensa participao dos setores produtivos e demais segmentos sociais. Nesse processo, deve-se considerar que as medidas de cuidado ambiental podem gerar, intencional ou inadvertidamente, efeitos semelhantes barreiras no- tarifrias para o comrcio, podendo comprometer ou mesmo inviabilizar economias nascentes ou pases em desenvolvimento. importante que a viso gerencial do empreendedor contemple a noo da busca da qualidade ambiental sempre em um novo patamar superior conformidade em si, no sentido da melhoria continua do seu desempenho. ALERTA E RECOMENDAO DA AGENDA DA CONFORMIDADE AMBIENTAL DA INDSTRIA PAULISTA.
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  • CAMINHOS PARA A SUSTENTABILIDADE BRASILEIRA
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  • Promover a recuperao do passivo ambiental das empresas por meio de termos de ajuste de conduta. (Tcnicas de recuperao, Investimentos e Prazos) AES PRIORITRIAS DA AGENDA 21 BRASILEIRA OBJETIVO 1 PRODUO E CONSUMO SUSTENTVEIS CONTRA A CULTURA DO DESPERDCIO. OBJETIVO 2 ECOEFICINCIA E RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS.
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  • Atravs: MUDANA DE UM SISTEMA NACIONAL DE APRENDIZADO TECNOLGICO PARA UM SISTEMA NACIONAL DE INOVAO TECNOLGICA. Introduo de tecnologias de despoluio condicionadas capacidade de adaptao s necessidades nacionais
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  • ALGUNS INDICATIVOS ALIAR A CAPACIDADE CIENTFICA NACIONAL S POTENCIALIDADES NACIONAIS. *Tecnologias apropriadas para a biorremediao de solos impactados pela disposio de hidrocarbonetos, por exemplo, revelam que os solos podem constituir-se como biorreatores em "estado slido", eficientes na remoo controlada da matria carboncea atravs da atu