Projeto Urbano Rua Tagu - Cidade para pessoas & Active Design

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  • Projeto Urbano - Rua Tagu Cidade para pessoas

  • FIAM FAAM - CENTRO UNIVERSITRIOCIDADE ATIVA

    RUA TAGUDIAGNSTICO

    SO PAULO 2016

  • FIAM FAAM - CENTRO UNIVERSITRIOCIDADE ATIVA

    Erika Limpa LopesRafaella Ayumi Kaneko

    Vitor Manabe Zadra

    RUA TAGUDIAGNSTICO

    SO PAULO 2016

    Anlise e diagnsticoda Rua Tagu, bairro da Liberdade, So Paulo. Apresentado ao EscritrioModelo do curso de graduao deArquitetura e Urbanismo da FIAM FAAM - Centro Universitrio sob orientaodo Professora Dra. Helena NapoleoDegreas.

  • NDICE

    1. INTRODUO.....................................................................................................52. METODOLOGIA..................................................................................................7 2.1. PONTOS DE MEDIO..........................................................................8 2.1.1. FOTOS DOS PONTOS DE MEDIO..........................................9 2.2. LEVANTAMENTO GEOMTRICO..........................................................10 2.2.1. CROQUIS................................................................................10 2.3. MEDIES...........................................................................................12 2.3.1. FLUXOS..................................................................................13 2.3.2. PERMANNCIA......................................................................13 2.4. ENTREVISTAS......................................................................................14 2.5. ANLISE DOS 7 CRITRIOS..................................................................153. RUA TAGU......................................................................................................17 3.1. ANLISE INICIAL.................................................................................17 3.2. DADOS DAS ENTREVISTAS...................................................................21 3.3. TRECHO DE INTERSECO A - RUA FAGUNDES x RUA TAGU..................31 3.4. TRECHO DE VIA 1 - RUA TAGU..........................................................34 3.5. TRECHO DE INTERSECO B - RUA SO JOAQUIM x RUA TAGU.............444. A PROPOSTA.....................................................................................................48REFERNCIA........................................................................................................53

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    1. INTRODUO

    A Rua Tagu est localizada no bairro da Liberdade, que pertence asubprefeituradaS,nacidadedeSoPaulo.Aregiodiversificadacomusosmistos,comrcios,servios,residncias,instituieseducacionais,equipamentosdesadeeserviosreligiosos,taiscomotemploseigrejas. Aruaemquesto-objetoprincipaldeinterveno-atualmentedispeestacionamentos;servioseducacionaisecomrciosinformais-baresqueporsuavezsoosprincipaiselementosqueresultamemeventuaisconflitosentrepedestres,moradores,trabalhadoreseveculos. A rua concentra edifcios de baixo gabarito, muitos deles tombadosdesde2012peloCONPRESP(ConselhoMunicipaldePreservaodoPatrimnioHistrico,CulturaleAmbientaldaCidadedeSoPaulo)equenosodefatomantidos,cuidadospelosproprietriosouusuriosdosbens, identificando-segrandequantidadedepatologiasestruturaiseafaltademanuteno,talcomoapinturanasfachadasquepossuemdiversaspichaes. Odiagnsticotemporobjetivoavaliar:

    Vias e interseces que conectam a rua foram selecionadaspara realizar anlises de dados quantitativos e qualitativos que auxiliassemna elaborao da proposta de interveno, tais como: medio de fluxo depermanncia; fluxo de veculos; entrevistas e levantamentos geomtricos efotogrficos. Sntesedasinformaesobtidasporgrficosepeasgrficas.Queresultamumamelhorvisodosdadosrecolhidos.

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    EntornodotrechoanalisadoLegenda:

    ENTORNO DA REA DELIMITADA

    Indicaodotrechoescolhidopara anlise pelo grupo de alunos do FIAM FAAM.

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    2. METODOLOGIA

    Ametodologia utilizada pelo grupo de alunos do EscritrioModelo doFIAMFAAM-CentroUniversitriotemcomobaseametodologiaaplicadapelaCidadeAtiva,umaOrganizaoSocialsemfinslucrativoscriadaparapromoveradiscussosobreoimpactoqueoplanejamentourbanoequeaaqrquiteturadasedificaesexercemsobreoestilodevidaeasadepblica.Odiagnsticocontemplapontosdemediodavia(RuaTagu)ededuasintersecesprximas,queforamimportantesnolevantamentoeanlisedosdadosobtidos. As anlises consideraram a infraestrutura de mobilidade, uso do solo,quantidadedecomrciosinformaiseprincipaisrefernciasdolocal-equipamentospblicos,edificaeshistricaseestaesdetransporte.Ogruporealizouvisitasaolocalparaobservaradinmicadolocal,comoofluxodepedestreseveculos;interseces problemticas e pontos de atrao que servem como origem edestinodedeslocamento. A leitura inicial revelou que os trs trechos analisados compartilhamquestessimilares:grandefluxodepedestreseveculos;ausnciademobiliriourbanoehomogeneizaodousodosolo,queforaminstrumentoscruciaisparaarealizaodapropostadeinterveno. AseguirapresentadoopermetrodelimitadoeospontosdemedioparaarealizaodasanlisesdaRuaTagu.

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    2.1. PONTOS DE MEDIO

    N

    0 50 100 150 (m)

    Legenda:Trechodeinterseco

    Trechodevia

    EstaodeMetr

    Localanalisado

    PONTOS DE MEDIO DA REA DELIMITADA

    Trechodeviaeintersecoescolhidopara anlise pelo grupo de alunos do FIAM FAAM.

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    2.1.1. FOTOS DOS PONTOS DE MEDIO

    A

    A

    A

    A

    1

    1

    1

    1

    B

    B

    B

    B

    FOTOS DOS PONTOS DE MEDIO ANALISADOS

    Trechodeviaeintersecoforamfotografados pelo grupo de alunos do FIAM FAAM.

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    2.2. LEVANTAMENTO GEOMTRICO

    Olevantamentogeomtricotemcomoobjetivoidentificarasmedidasdasviasexistentes -dimensesdecaladase leitocarrovel; relaodoentornoimediato;posicionamentodoselementosconstrudose/outemporriosdolocal. Oregistrodessasmediesforamfeitasatravsdecroquisquecontabilizamaarborizao,postesdeiluminaoeenergia,semforos,canteiros,comrcios,rampasdeacessibilidade,bancadejornal,placasdelocalizao,entreoutros. Odesenhopermiteumamelhorcompreensodoselementospresentesnoespaoe,porisso,nopodesersubsititudoporfotoouvideo.

    2.2.1. CROQUIS

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    2.3. MEDIES

    Asmediessocontagensqueavaliamasatividadesdolocalaologododia(manh,tardeenoite),elassodivididasemduascaracatersticas:fluxosepermanncias. Ascontagensforamfeitasemumintervalode30minutos,divididosem:fluxodepedestres;fluxodeveculos;epermanncia.Foramrealizadasdurantedoisdias, sexta,nos trsperodosdodia,e sbado,noperodosdamanhetarde.Abaixosegueocronogramadaatividade.

    Fonte: GrupoEscritrioModeloFIAMFAAM-CentroUniversitrio-RuaTaguDiagnstico

    Fonte: GrupoEscritrioModeloFIAMFAAM-CentroUniversitrio-RuaTaguDiagnstico

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    2.3.1. FLUXOS

    Paraacontagemdosfluxospr-estabelecidoumhorrioelocalnaviadeestudo.Nestecasosocontabilizadosofluxodepedestreseveculos,noqual,podemosterumaideiadamovimentaodaviadependendodohorrio. Foi levadaemconsideraoparaacontagemdefluxosaquantidadedepessoaseveculosquecruzamostrechosdeviae/ouintersecesdefinidos: Pedestres(homens,mulher,idososecrianas); Motocicletas; Veculosdepasseio; Veculosdecarga. Para as interseces, foram consideradas travessias em cada ponto,contemplando: Travessiasnafaixadepedestre; Travessiasforadafaixadepedestres; Travessiasnosinalverde; Travessiasnosinalvermelho.

    2.3.2. PERMANNCIA

    Apermannciareferenteaospedestres,queporsuavez,permanecemimveisemumlocal,sejaempousentados,independentedesuaatividade. Acontagemdepermannialevouemconsideraoonmerodepessoaseotipodeatividadequeestavasendorealizadanomomentodacontagem. Emp; Sentada Empaguardandoatravessia; Atividadecomercial; Outros.

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    2.4. ENTREVISTAS

    CombasenasentrevistasdisponibilizadaspeloCidadeAtiva,foiaplicadoumquestionrioqueabrangeoperfildoentrevistadoeosaspectosrelacionados percepo do local na viso dos pedestres nos pontos de medio e suasopiniesquantoaideiadeprojetodeintervenonavia. Aprimeiraseodaentrevista,operfildoentrevistado,recolheinformaesreferentesaognero;idade;bairroderesidncia;localdeorigemedestinodocaminhante;frequnciaderealizaodotrajetorelatado;formadedeslocamentoprincipalesecundria;qualmeiodetransporteescolheriacasopudessemudaramaneiracomoselocomove. Asegundaseochamadadepercepodolocal,quebuscaentenderqualospontosnegativosdolocal;quaistiposdeobraspoderiamserfeitasparamelhorarolocal;oquefariamsearuafosseumapraa;qualaimpressosobreolocal;eporfimumanotade1(pssimo)a5(timo). Desta maneira foi possvel traar o perfil dos tipos de pessoas quefrequentam/passampelolocal.

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    2.5. ANLISE DOS 7 CRITRIOS

    Aanlisedos7critriostambmummtododesenvolvidopeloCidadeAtiva, que tem como referncia os trabalhos desenvolvidos pela equipe doarquitetoJanGehl(GEHL,2013)eActiveDesignGuidelines(NYC,2013).Pormeiodestaavaliaopossvelperceberoespaoemrelaoaoseuusoeseatendeconceitosbsicoseessenciaisquegarantamo localcomopassagemeespaode estar. Como levantamento e quantitativodesta anlise, pode-se levar emconsideraoparaauxiliaremmelhoriasnecessriaspararequalificaodestesespaos. Os parmetros avaliados so distribudos conforme os aspectos desensaopelapercepodopedestre,sodivididos:

    1. SEGURANA-asensaodeseguranaestligadailuminao,presenadeoutraspessoas,misturadousodosolo,transparncia,visibilidadeentreespaospblicoseprivados,limpezaeconservaodolocal.

    2. PROTEO -osespaosatraentesparaaspessoassoaquelesondesesentemprotegidosdeacidentesaocaminharoucruzararua,aoutilizarequipamentosou tambm do frio e do calor. importante avaliar se so confortveis parapermanncia,elementosdeproteocontra intempries, comoarborizaoecobertura,ouaspectosnocivosasade.

    3. ACESSIBILIDADE -essesncialparagarantirqueoespaopblicopossaserutilizadospor todosostiposdeusurios, independenteda idade, capacidadefsica,visualouauditiva.

    4. DIVERSATILIDADE / VERSATILIDADE - um espao verstil permite diversaspossibilidadesaousurio