Palestra ese 03 muitas moradas 20160223 v3

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  1. 1. Evoluo e progresso Bom dia, sejam todos muito benvindos a nossa casa esprita, para continuarmos o nosso estudo dos ensinamentos de Jesus Cristo! Hoje vamos falar sobre o tema Evoluo e progresso, retirado do Captulo 3: H muitas moradas na casa do meu Pai; do livro ESE de Allan Kardec. So Paulo, 23 de Fevereiro de 2016 SEAC/CEEAK Palestrante: Tiburcio Santos
  2. 2. Nossa Casa Esprita S.E.A.C. = Sopa, Esperana, Amor e Caridade Assistncia SOCIAL: sopa, cestas Natal, Dia das crianas, etc... Assistncia ESPIRITUAL: passes e palestras Alimento para o corpo e para a alma!
  3. 3. Nossa Casa Esprita C.E.E.A.K. = Centro de Estudos Espritas Allan Kardec ESTUDOS: diversos cursos de evangelizao esprita. Sem fins lucrativos... trabalho 100% voluntrio!
  4. 4. A assistncia espiritual A partir da entrada no salo, j estamos sendo assistidos; esta palestra parte integrante do passe, e foi desenvolvida a partir do Evangelho de Jesus, sob a interpretao esprita. Convido a todos para RETORNAR AO SALO, aps o passe.
  5. 5. Prece de abertura Vamos RESPIRAR profundamente, desligando momentaneamente dos sentidos materiais, para uma ligao mais rpida e verdadeira com o plano espiritual, fechando levemente nossos olhos, e elevando nosso pensamento Jesus.
  6. 6. Prece de abertura Pedimos ao nosso irmo maior e modelo que, juntamente com os mensageiros, espritos simpatizantes e protetores, nos leve at a PRESENA DE DEUS; e juntos oremos: Amado Deus, pedimos que nos ajude a compreender as mensagens de hoje e receber os benefcios desta assistncia criando as melhores condies no meu corpo, mente e esprito. Que assim seja, graas a Deus!!
  7. 7. A palestra com muita alegria que convido vcs para estudarmos o ESE, junto com os amigos espirituais aqui presentes; pois desde a nossa deciso de vir ao SEAC hoje, j estamos sendo acompanhados dos nossos ANJOS protetores e diversos espritos (simpatizantes ou no), que atramos segundo nossos pensamentos e aes.
  8. 8. O estudo do ESE O ESE uma seleo de PASSAGENS DA BBLIA, organizadas de acordo com temas retirados dos 4 evangelhos, e contendo a explicao das mximas morais do Cristo, sua concordncia com o Espiritismo e sua aplicao s diversas situaes da vida. Hoje abordaremos os tpicos: Diferentes estados da alma na erraticidade Diversas categorias de mundos habitados Destino da terra e causa das misrias humanas
  9. 9. O Espiritismo O Espiritismo veio no momento exato e Allan Kardec fez seu papel com muita seriedade, divulgando uma doutrina que nos revelou: a prova da existncia de DEUS, o esprito imortal e o mundo espiritual, a comunicabilidade com os espritos desencarnados, A PLURALIDADE DOS MUNDOS HABITADOS, a encarnao e reencarnao, as leis divinas, dentre outras: lei de causa e efeito, do trabalho, progresso, etc. Essas verdades so reveladas de acordo com a evoluo da humanidade.
  10. 10. As leis naturais Estamos sempre aprendendo, mesmo com os nossos erros!
  11. 11. Tudo no universo energia Cada um de ns pode mudar, ou dirigir, as energias em nossas vidas atravs da compreenso das LEIS NATURAIS e aplicar os princpios de tal forma a efetuar uma mudana para melhor. As Leis Naturais esto interligadas e so fundadas no entendimento de que tudo no universo energia, inclusive ns. Nossos pensamentos, sentimentos, palavras e aes so todas formas de energia que, por sua vez, atraem energias semelhantes.
  12. 12. A evoluo consciente Hoje a palestra aborda a questo da evoluo espiritual consciente, que deve ser proporcional a COMPREENSO de cada pessoa. Toda palestra estamos aqui, estudando os ensinamentos de Jesus, sob os esclarecimentos da doutrina esprita, que para ns uma fonte de orientao, de consolo, reflexes, lies e conselhos. E que por mais que ns tenhamos lidos esses livros, sempre descobrimos coisas que mesmo lidas e relidas, no foram entendidas ou no foram bem assimiladas.
  13. 13. H muitas moradas na casa do meu Pai No item 1 e 2, do cap. 3 do ESE, temos a seguinte passagem de Joo, XIV:1-3: 1. No se turbe o vosso corao. Crede em Deus, crede tambm em mim. H muitas moradas na casa de meu pai. Se assim no fosse, eu vo-lo teria dito; pois vou preparar-vos o lugar. E depois que eu me for, e vos aparelhar o lugar, virei outra vez e tomar- vos-ei para mim, para que l onde estiver, estejais vs tambm. 2. A Casa do Pai o Universo. As diferentes moradas so os mundos que circulam no espao infinito, oferecendo aos Espritos desencarnados estaes apropriadas ao seu adiantamento.
  14. 14. So nuvens de poeira, hidrognio e plasma. So regies de formao estelar, como a Nebulosa da guia. Esta nebulosa forma uma das mais belas e famosas fotos da NASA, Os Pilares da Criao. Como o processo de formao das estrelas muito violento, os restos de materiais lanados ao espao por ocasio da grande exploso formam um grande nmero de planetas e de sistemas planetrios.
  15. 15. As nebulosas que mal distinguimos nas longnquas regies dos cus so aglomeraes de sis em vias de formao; Outras, so vias lcteas de mundos habitados; Outras, enfim, a sede de catstrofes e de perecimento. Saibamos que mesmo estando ns colocados no meio de uma infinidade de mundos, ao mesmo tempo estamos no meio de uma dupla infinidade de duraes anteriores e ulteriores; Que a criao universal no ilimitada a ns, e que no podemos aplicar essa palavra formao isolada do nosso pequeno globo.
  16. 16. Que digo eu! Tais esplendores no existem mais, os quais fizeram palpitar o corao de outros mortais sob o pensamento do infinito poder! E ns, pobres serezinhos que existimos depois de uma eternidade de vida, ns nos cremos contemporneos da criao! Ainda uma vez, compreendamos melhor a Natureza. Saibamos que a eternidade est atrs de ns, assim como adiante, que o espao o teatro de uma sucesso e de uma simultaneidade inimaginvel de criaes.
  17. 17. Se nos transportarmos a alguns milhes de sculos somente, alm da poca atual, nossa Terra ainda no existia, mesmo o nosso sistema solar ainda no comeara as evolues da vida planetria, e ainda assim j esplndidos sis iluminam o ter; J planetas habitados davam vida e existncia a uma multido de seres que nos precederam (viviam antes de ns) na carreira humana; As produes opulentas (aquilo que existe ou aparece em grande nmero) de uma natureza desconhecida e os fenmenos maravilhosos do cu desenvolviam sob outros olhares os quadros da imensa criao.
  18. 18. A Progresso dos Mundos O item 19, das Instrues dos Espritos, Santo Agostinho, esclarece como ocorre a evoluo dos mundos: O progresso uma das leis da natureza. Todos os seres da Criao, animados e inanimados, esto submetidos a ela, pela bondade de Deus, que deseja que tudo se engrandea e prospere. A prpria destruio, que parece, para os homens, o fim das coisas, apenas um meio de lev-las, pela transformao, a um estado mais perfeito, pois tudo morre para renascer, e nada volta para o nada. Ao mesmo tempo em que os seres vivos progridem moralmente, os mundos que eles habitam progridem materialmente. Quem pudesse seguir um mundo em suas diversas fases, desde o instante em que se aglomeraram os primeiros tomos da sua constituio, o veria percorrer uma escala incessantemente progressiva, mas em graus insensveis para cada gerao, e oferecer aos seus habitantes uma morada mais agradvel, medida que eles tambm avanam na senda do progresso. Assim marcham paralelamente os progressos do homem, o dos animais seus auxiliares, o dos vegetais e o das formas de habitao, porque nada fica estacionrio na natureza.
  19. 19. A Progresso dos Mundos E continua: Quanto esta idia grandiosa e digna da majestade do Criador! E como, ao contrrio, pequena e indigna do seu poder aquela que concentra a sua solicitude e a sua providncia no imperceptvel gro de areia da Terra, e restringe a humanidade a algumas criaturas que o habitam! A Terra, seguindo essa lei, esteve material e moralmente num estado inferior ao de hoje, e atingir, sob esses dois aspectos, um grau mais avanado. Ela chegou a um de seus perodos de transformao, e vai passar de mundo expiatrio a mundo regenerador. Ento os homens encontraro nela a felicidade, porque a lei de Deus a governar.
  20. 20. Diversas categorias de mundos habitados No item 4, do cap. 3 do ESE, temos que: Embora no possamos fazer uma classificao absoluta dos diversos mundos, podemos, pelo menos, considerando o seu estado e o seu destino, com base nos seus aspectos mais destacados, dividi-los assim, de um modo geral: Mundos primitivos: onde se verificam as primeiras encarnaes da alma humana; Mundos de expiao e de provas: em que o mal predomina; Mundos regeneradores: onde as almas que ainda tm o que expiar adquirem novas foras, repousando das fadigas da luta; Mundos felizes: onde o bem supera o mal; Mundos celestes ou divinos: morada dos Espritos purificados, onde o bem reina sem mistura.
  21. 21. Diversas categorias de mundos habitados A Terra pertence categoria dos mundos de expiaes e de provas, e por isso que nela est exposto a tantas misrias.
  22. 22. Diversas categorias de mundos habitados Nos itens 3, 4 e 5 do cap. 3 do ESE, temos a explicao: Do ensinamento dado pelos Espritos, resulta que os diversos mundos possuem condies muito diferentes uns dos outros, quanto ao grau de adiantamento ou de inferioridade dos seus habitantes. Dentre eles, h os que so ainda inferiores Terra, fsica e moralmente. Outros esto no mesmo grau, e outros lhe so mais ou menos superiores, em todos os sentidos. medida que esta se desenvolve, a influncia da matria diminui, de maneira que, nos mundos mais avanados, a vida por assim dizer toda espiritual. Nos mundos inferiores a existncia toda material, as paixes reinam soberanas, a vida moral quase no existe. Nos mundos intermedirios, o bem e o mal se misturam, e um predomina sobre o outro, segundo o grau de adiantamento em que se