Edi§£o 683

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Folha Popular de 25 de Julho a 1 de Agosto de 2014 - www.fpop.com.br

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  • FOLHA POPULARANO XIV N 683 TENENTE PORTELA - 25 DE JULHO A 1 DE AGOSTO DE 2014 R$ 2,00

    TENENTE PORTELA ESPORTE

    Equipe Sub 11 do Ypiranga disputasemifinal em Coronel Barros

    PGINA 13

    www.fpop.com.br

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    ENCARTE

    TENENTE PORTELA AGRICULTURA

    Lanado o programa Mais Leite Mais Renda

    PGINA 9

    DERRUBADAS EDUCAO

    Oficinas qualificam a educaoda rede escolar de ensino

    PGINA 5

    MIRAGUA ADMINISTRAO

    Municpio credencia-se noSistema Brasileiro de Inspeo

    de ProdutosPGINA 7

    TENENTE PORTELA AGRICULTURA

    Mais de R$ 1 milho foi investidoem habitao rural

    PGINA 8

    DIVULGAO

    Ovice-prefeito, Nelcindo Galli, no lanamento do programa Mais Leite Mais Renda, falou sobre os programas de incentivo que a administrao municipal implantou para beneficiar a agricultura familiar.

  • Tenente Portela - 25 de julho a 1 de agosto de 201422222 FOLHA POPULAR

    Direo e edio Jlio Evaristo dos SantosArte e Diagramao Guilherme Damiani

    Assinaturas:Semestral:R$ 50,00, Anual: R$ 90,00, Correio R$ 190,00Circulao: SemanalImpresso: Cia da Arte Iju/RS. Fone: (55) 3332.7070

    Representante para o Brasil:Pereira de Souza & Cia. Ltda. | Fone: (51) 3311.8377

    pereriradesouza.poars@terra.com.br

    Colaboradores:Cleber Tesche, Felipe dos Santos, Franciele Rossetti, Ivete Ulrich,Jalmir Steffenon, Juliana Henzel, Mariane de Oliveira, Rgis Carni-el, Taise Ediane Becker, Marcos Pandolfo e Tiago Albarello.

    As matrias assinadas so de inteira responsabilidade de seusautores e, necessariamente, no refletem a opinio do jornal.

    Geral

    FOLHA POPULARO jornal que voc l!

    Empresa Jornalstica Pari Ltda.CNPJ-MF:05.438.552/0001-08

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    A briga entre judeus e palestinos IO conflito mais recente entre os dois po-

    vos se intensificou a partir da Primeira Guer-ra Mundial, quando se deu o fim do ImprioOtomano, e a Palestina, que fazia parte dele,passou a ser administrada pela Inglaterra. Aregio possua 27 mil quilmetros quadradose abrigava uma populao rabe de um mi-lho de pessoas, enquanto os habitantes ju-deus no ultrapassavam 100 mil. A Inglaterraapoiava o movimento sionista, criado no finaldo sculo 19 com o objetivo de fundar umEstado judaico na regio da Palestina, consi-derada o bero do povo judeu. Segundo Ale-xandre, o papel dos ingleses naquele momen-to era o de criar esse "lar nacional" para osjudeus, que vinham sofrendo perseguies eviolncias em todo o mundo, mas sem violaros direitos dos palestinos rabes que j vivi-am ali." Assim, na dcada de 20, ocorreu uma

    grande migrao de judeus para a Palestina.

    Depois de 1933, com a ascenso do na-zismo na Alemanha e o aumento das perse-

    guies contra os ju-deus na Europa, a mi-grao judaica para aregio cresceu vertigi-nosamente. Os palesti-nos, por sua vez, resis-tiram a essa ocupaoe os conflitos se agra-varam. Aps a Segun-da Guerra Mundial e o

    fim do Holocausto, que levou ao extermniode 6 milhes de judeus, a crescente demandainternacional pela criao de um estado isra-elense fez com que a Organizao das Na-es Unidas (ONU) aprovasse, em 1947, umplano de partilha da Palestina em dois Esta-

    dos: um judeu, ocupando 57% da rea, e ou-tro palestino (rabe), com o restante das ter-ras. "Essa partilha, desigual em relao ocu-pao histrica, desagradou os pases rabesem geral", afirma Ale-xandre Hecker, profes-sor de histria.

    Em 1948, os ingle-ses finalmente desocu-param a regio e os ju-deus fundaram, em 14de maio, o Estado deIsrael. Um dia depois,os rabes, insatisfeitoscom a partilha, decla-ram guerra nova nao, mas acabaram der-rotados. "O conflito permitiu a Israel aumen-tar seu territrio para 75% das antigas terraspalestinas. Em consequncia disso, muitos

    DE OLHO NA IDIA A BRIGA ENTRE JUDEUS E PALESTINOS I

    Felipe dos Santos

    Advogado

    EDITORIAL

    O Parque Estadual do Turvoteve dias de comemorao nes-ta semana.

    Bilogos do parque avista-ram e conseguiram fotografaruma ona-parda, felino queconsta da lista de animais emextino no Estado. A foto daona circulou na imprensa doRio Grande do Sul, com matri-as ressaltando o fato de queexistem apenas vinte exempla-res na reserva.

    Alm dessa grata surpresapara os profissionais, foramavistados ainda, uma anta euma vara de porcos catetos. Es-ses animais tambm figuramno rol de animais em extino,restando apenas 50 antas no RS.

    A crescente urbanizao, adestruio do habitat com aconstruo de hidreltricas e a

    palestinos refugiaram-se em estados rabesvizinhos, enquanto boa parte permaneceusob a autoridade israelense. "Outras guerrasse sucederam por causa de fronteiras, com

    vantagens para Isra-el e sempre sem umasoluo para o pro-blema dos refugia-dos". Apesar de algu-mas tentativas deacordos e planos depaz, a situao atualainda de muito im-passe, principalmen-te pelo fato de os pa-lestinos, l iderados

    pelo movimento islmico Hamas, no reco-nhecerem o direito de existncia de Israel".(Revista Escola).

    "O conflito mais recente entreos dois povos se intensificou a par-tir da Primeira Guerra Mundial,quando se deu o fim do ImprioOtomano, e a Palestina, que faziaparte dele, passou a ser adminis-trada pela Inglaterra.

    ao do homem com a caa desuas presas, que so o veado eo cervo, contribui para a rpidadiminuio da populao des-ses animais.

    A administrao do Parquedo Turvo, sempre preocupadacom a conservao da fauna,alerta para a preservao, prin-cipalmente de espcies em ex-tino como essas vistas duran-te a semana.

    uma pena que estejamsendo construdas tantas hidre-ltricas no Rio Uruguai, que in-variavelmente atingiro granderea do parque, e haja to pou-cos investimentos no Parque Es-tadual do Turvo para ajudar apreservar a rica fauna e a vastafloresta, reduto de belos esp-cimes de animais com a ona-parda, a anta e o porco-cateto.

    Recomeou o jogoEstava na cara que este anoter ia dois tempos. Comon o f u t e b o l . O p r i me i r otempo j foi, com a Copa e tudo.Agora comea o segundo t em-po. o processo eleitoral , queter seu desfecho em outubro.

    Se no futebol quase inevi-tvel a suspeita de parcialidadedo ju iz , no p ro cess o e l e i to ra lbrasile iro a preocupao maiorse refere, exatamente, aos vci-os do sistema jurdico que regeas ele ies .

    J faz tempo que o ordena-mento e le itoral produz eviden-tes d is to res , sobre tudo pe lademasiada inf luncia do poderf inanceiro sobre as campanhase le i to rai s .

    J faz tempo tambm que seten ta mudar es te s is tema, masos que de le se benef i c iam sot a m b m a q u e l e s q u e u s a m oseu poder para impedir as mu-d an a s n ec es s r i as .

    Como sai r deste impasse?De u m la do , e s t an do a t en -

    to s ao d ese nro la r des tas e l e i -es, para identificar com maisclareza os pontos que precisamser modi f i cados . Por mai s v i -

    c i a d a s q u e s e j a m , a s c a m p a -nhas eleitorais so sempre opor-tunidade de aprimorar o discer-n i me n t o c r t i c o d a l e g i s l a oem vigor.

    Por outro lado, j cansamosde constatar que um CongressoNacional , definido sob os con-dicionamentos do atual sistemaelei toral , no vai querer modi-ficar os disposit ivos que o pro-du z i ram.

    Ao mesmo t empo, p rec i sa -mos nos dar conta de que nossaC o n s t i t u i o j p r e v i n s t r u -mentos democrticos apropr ia-dos, que permitem aos cidadosretomar em suas mos a com-p e t nc ia e a r es po n sab i l ida dede assinalarem aos congressis-tas as mudanas que se fazemn e c e s s r i a s , e u r g i r q u e e l a ssejam fe i t as t empest ivamente .

    Po is bem, no vamos espe-r a r o r e s u l t a d o e le i t o ra l p a ranos mobilizarmos em torno dasopor tunidades de mostrar di re-tamente a vontade dos cidadossobre a reforma pol t ica .

    P a r a i s t o , e s t o e m a n d a -mento duas inic ia t ivas , dis t in -tas e ao mesmo tempo conver-

    gentes, que podem receber nos-so apoio poltico.

    A p r i m e i r a c o n s i s t e n u mPro je to de In ic ia t iva Popula rpe la Re for ma P ol t i ca e E le i - e s L i m p a s , l a n a d o p e l a C o a l i z o De mo c r t i c a , q u etomou fora a partir de um con-vi te para a par tic ipao lana-do pela CNBB, que continua in-cen t ivando a coleta de ass ina -tu ras .

    A outra iniciativa consiste narealizao de um Plebiscito pelaconvocao de uma AssembleiaConsti tuinte Exclusiva para re-alizar a Reforma Polt ica. Esteplebiscito ser feito na Semanada Ptria. Se nos lembramos dafora que teve o plebiscito con-t ra a ALCA, pod emo s apos ta rneste tambm.

    Pois bem, para este segundotempo podemos nos escalar tam-bm, e entrar todos em campo,dispostos a enfrentar, se for pre-ciso, uma suada prorrogao.

    D. Demtrio Valentini, bispo da dio-cese de Jales-SP.

    Te x t o p u b l i c a d o e mwww.brasildefato.com.br em 30.07.2014

  • Foi emocionante ver e fotografaro animal de perto

    FOLHA POPULAR 33333Tenente Portela - 25 de julho a 1 de agosto de 2014

    *Sugira, critique, colabore com O Observador. Esta coluna s existe pelo e para o leitor. Telefone para a redao ou envie-nos e-mails para folhaportela@gmail.com

    C U R T A S

    Dante Andres Meller, bilogo e administrador do Parque Estadual do Turvo, falando sobre a fotografia tirada deuma ona-parda, espcie em extino, na tera-feira, 29 de julho, no interior do parque.

    FRASES

    A arte de escutar como uma luz que dissipa aescurido da ignorncia.

    Dalai Lama

    Se o que voc esta fazendo for engraado, no h

    necessidade de ser engraado para faz-loCharles