Edição 467

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Edição de 3 de abril de 2014

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    3 de abril de 2014N. 467 ano 12 | 0,60 euros | Semanrio

    DiretorHermano Martins

    Atualidade pg. 10

    Membrodoexecutivo da Junta demite-seAtualidade pg. 3

    Autarquiaentregatrscasas sociais

    Atualidade pg. 2Atualidade pg. 11

    EspecialDecoraoFique a conhecer algumas dicas

    para decorar o seu lar

    Atualidade pg. 11

    VariantemaisumavezadiadaUnio Europeia no financia variante EN 14

    Motocross regressa a S.MamedeMotocross regressa a S.MamedeAtualidade pg. 4

    Atualidade pg. 20

  • www.onoticiasdatrofa.pt 3 de abril de 2014

    Farmcias de Servio

    Telefones teis

    2Atualidade

    Ficha Tcnica

    Bombeiros Voluntriosda Trofa

    252 400 700GNR da Trofa252 499 180

    Polcia Municipal da Trofa 252 428 109/10

    Jornal O Notcias da Trofa252 414 714

    Diretor: Hermano Martins (T.E.774) Sub-diretora: CtiaVeloso (9699) Editor: O Notcias da Trofa PublicaesPeridicas Lda. Publicidade: Maria dos Anjos AzevedoRedao: Patrcia Pereira (9687), Ctia Veloso (9699) Setordesportivo: Marco Monteiro (C.O. 744), MiguelMascarenhas (C.O. 741) Colaboradores: Atanagildo Lobo,Diana Azevedo, Jaime Toga, Jos Moreira da Silva (C.O.864), Tiago Vasconcelos, Valdemar Silva, Gualter Costa

    Agenda

    Fotografia: A.Costa, Miguel Trofa Pereira (C.O. 865)Composio: Magda Arajo, Ctia Veloso Impresso:Grfica do Dirio do Minho, Lda, Assinatura anual:Continente: 22,50 euros; Extra europa: 88,50 euros; Europa:69,50 euros; Assinatura em formato digital PDF: 15 eurosNIB: 0007 0605 0039952000684 Avulso: 0,60 Euros E-mail: [email protected] Sede e Redao: Ruadas Aldeias de Cima, 280 r/c - 4785 - 699 Trofa Telf. e Fax:

    252 414 714 Propriedade: O Notcias da Trofa -Publicaes Peridicas, Lda. NIF.: 506 529 002 RegistoICS: 124105 | N Exemplares: 5000 Depsito le-gal: 324719/11 Detentores de 50 % do capital ou mais:Magda ArajoNota de redao: Os artigos publicados nesta edio dojornal O Notcias da Trofa so da inteira responsabilidadedos seus subscritores e no veiculam obrigatoriamente a

    opinio da direo. O Notcias da Trofa respeita a opi-nio dos seus leitores e no pretende de modo algumferir suscetibilidades.

    Todos os textos e anncios publicados nestejornal esto escritos ao abrigo do novo AcordoOrtogrfico. totalmente proibida a cpia e reproduode fotografias, textos e demais contedos, semautorizao escrita.

    Dia 03

    21 horas: Sesso extraordin-ria da Assembleia de Fregue-sia de Alvarelhos e Guides, noedifcio sede da Junta, no polode Alvarelhos

    Dia 04

    20 horas: Jantar Dar ASAS Vida, na Nave Cultural da F-brica de Santo Thyrso

    Dia 05

    16 horas: Ch de Afetos, naQuinta D Azenha20 horas: Incio da Liga de Fu-tebol 7, na Academia da Lousei-ra, em S. Martinho21 horas: Noite de Tunas Aca-dmicas, no salo paroquial deAlvarelhos- Via sacra pelos moradores daAbelheira, no largo da Rua Mar-tins Sarmento, em S. Martinhode Bougado21.30 horas: Espetculo Soli-drio pela associao GotaDgua, na Quinta de S. Romo

    Dia 06

    16 horas: AC Viseu-Trofense- Bougadense-Os Lusitanos- Ramaldense-FC S. Romo

    Ctia Veloso

    Trs famlias carenciadasreceberam as chaves de umahabitao social pelas mosdo presidente da Cmara. Ca-sas disponveis representam12,5 por cento dos pedidos quechegaram autarquia.

    O dia 1 de abril vai ficar mar-cado na memria de trs famli-as trofenses, no por algum en-gano, mas pela concretizao deum anseio de muito tempo. A C-mara Municipal da Trofa entre-gou-lhes as chaves de habita-es sociais, duas em S. Marti-nho de Bougado e outra em S.Romo do Coronado.

    Atualmente, a autarquia tem12 habitaes disponveis, quevo ser ocupadas medida quese conclurem as obras de recu-perao, afirmou o presidenteSrgio Humberto.

    At ontem (segunda-feira), t-nhamos 15 habitaes livres e apreocupao foi, em conjuntocom os tcnicos da Cmara, co-mear a fazer pequenas obraspara disponibiliz-las nossa co-munidade que, atualmente, esta passar por um momento maisdifcil. H famlias que no tmluz, gua, canalizao ou umacasa de banho e isto no faz sen-tido em pleno sculo 21, frisou.

    O nmero de casas dispon-veis d resposta a cerca de 12,5por cento dos pedidos que che-

    Mais de 120 famlias trofenses entregaram pedido para ter casa

    Autarquia entrega trs habitaes sociais

    garam autarquia, uma vez que,segundo Srgio Humberto, hmais de 120 famlias a necessi-tarem de uma casa. Temos quedefinir muito bem os critrios,sem olhar a caras, e faz-loscumprir e respeitar. A Cmarano tem possibilidade de cons-truir uma nova habitao social,nem sei se faz sentido pensarcomo h dez anos. Se calhar,hoje, mais indicado outro tipode instalao para estas pesso-as, acrescentou o edil trofense,garantindo que est a ser feitoum trabalho entre a Cmara e ins-tituies de solidariedade social

    para salvaguardar os interesseselementares dessas famlias.

    Recorde-se que o concelhoda Trofa inaugurou os dois com-

    plexos habitacionais a custoscontrolados em outubro de 2007,com lotao para 120 famlias.

    Presidente da Cmara entregou chaves aos beneficirios

    Dia 03Farmcia de Ribeiro

    Dia 04Farmcia Trofense

    Dia 05Farmcia Barreto

    Dia 06Farmcia Nova

    Dia 07Farmcia Moreira Padro

    Dia 08Farmcia de Ribeiro

    Dia 09Farmcia Trofense

    Dia 10Farmcia Barreto

  • www.onoticiasdatrofa.pt3 de abril de 2014 Atualidade3

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    Hermano Martins

    Cumpridos apenas cinco meses demandato na Junta de Freguesia deAlvarelhos e Guides, JoaquimFerreira deixou o cargo de vogal eassume um lugar na Assembleia deFreguesia. O presidente da Junta,Adelino Maia, adiantou ao NT quediferenas de personalidade teroestado na origem da sada, conside-rando que o ambiente que se vivia erapesado.

    Diferenas de personalidade a jus-tificao apresentada por Adelino Maiapara a sada de Joaquim Ferreira do exe-cutivo da Junta de Freguesia de Alvarelhose Guides, que apresentou, atravs decarta datada de 18 de maro de 2014, asua demisso de vogal do executivo daJunta liderada pelo PSD/CDS-PP.

    O presidente da Junta confirmou aoNT que havia um ambiente mais pesadoem termos de harmonia entre o executi-vo, no existindo proximidade, nem umambiente de carinho, nem de famlia.Acho que devemos ser uma famlia, sa-bermos tudo o que se passa de bom e deruim para estarmos ligados e sofrermospela mesma causa. Porque quando nosdi pela mesma causa estamos de mosdadas, quando no sabemos, dizemos ai

    Joaquim Ferreira demite-se do executivoda Junta de Alvarelhos e Guides

    eu no sabia, se me tinhas dito!. Masquando estamos ligados, tem que ser parao bom ou para o ruim e saber estar numafamlia poltica. Era isso que eu no via e,como tenho muito respeito pelas pesso-as, no as queria ver a sofrer. Estvamosa sofrer e eu no conseguia trabalhar,avanou.

    Adelino Maia adiantou que louva Joa-quim Ferreira pela atitude que teve de pedirdesculpa e de nos desejar felicidades,considerando ser um gesto muito bonitoe cavalheiro e que assim que estarna poltica. isso que admiro e fico fe-liz por isso. A felicidade que me deseja,se for do fundo do corao, a mesmaque lhe desejo para a vida profissional,declarou.

    Quando questionado se temia queJoaquim Ferreira se tornasse oposio aotrabalho do executivo, o presidente adi-antou que, como no poltico, tudo oque vier bem-vindo, devendo o membroter sempre em ateno o povo. Quan-do o presidente se portar mal ou o execu-tivo e ele tiver de dar uma palavra, por queno? E se tiver de dar os parabns, porque no? Eu acho que a poltica assim.Ns estamos numa assembleia e aque-les que acham que esta est mal devemfalar seja de que partido for. A assembleia para louvar e para criticar, quando deveser criticado. Ns estamos aqui a servir o

    povo, e se estamos a servir bem... semerecermos umas palmas at recebe-mos, mas se h uma crtica temos queaceitar para corrigir, esclareceu, asse-gurando que conhecendo o JoaquimFerreira, como pensa que conhece, estes ir falar quando tiver motivos para tal.

    O elemento que ir ser proposto parasubstituir Joaquim Ferreira, salientouAdelino Maia, de Guides, acrescen-tando que, como foram eleitos por gentede Alvarelhos e Guides, nem que fosses por um voto, a localidade vai estarsempre representada.

    Aps inmeras tentativas de contac-to, Joaquim Ferreira nunca atendeu otelemvel, nem respondeu mensagemque lhe foi enviada para prestar declara-es sobre a sua demisso.

    No entanto, na carta a que o NT teve

    acesso, Joaquim Ferreira escreveu quefoi convidado pelo Sr. presidente da Jun-ta a apresentar a demisso, pelo factode no terem empatia para trabalhar emequipa, mencionando ainda que se de-mite do cargo que ocupa no executivo daJunta, mas mantm-se na Assembleia deFreguesia.

    Para esta quinta-feira, 3 de abril, estj marcada uma sesso extraordinria daAssembleia de Freguesia, pelas 21 ho-ras, no auditrio do edifcio sede da Juntade Freguesia, no polo de Alvarelhos, quetem como pontos da ordem de trabalhosa substituio do vogal do rgo executi-vo, a proposta de celebrao de contratode Delegao de Competncias e do acor-do de Execuo e a proposta da 1 alte-rao ao Regulamento e Tabela Geral deTaxas.

    Joaquim Ferreira demitiu-se do executivo, mas mantm-se na Assembleia

  • www.onoticiasdatrofa.pt 3 de abril de 20144Atualidade

    O Atendimento Municipal e o balcoVia Azul Simplifica, de atendimento es-pecial aos empresrios e investidores,da Cmara Municipal da Trofa vo ser ofi-cialmente inaugurados, pelas 11 horasde sexta-feira, 4 de abril.

    Aproveitando o momento, vo ser lan-ados os novos fardamentos desenha-dos e produzidos pelos estilistastrofenses Micaela Oliveira e Jlio Torcato,que estaro presentes na iniciativa, re-presentando toda a nova filosofia de aten-dimento e imagem da Cmara Municipalda Trofa. No total, sero entregues cer-ca de mil peas na cerimnia.

    As obras de reabilitao e adapta-o do espao aos novos servios foramrealizadas no mbito de uma candidatu-

    Hermano MartinsBruxelas no financia nem

    mais um quilmetro de estra-das em Portugal pois conside-ra que o investimento emacessibilidades rodoviriasno prioritrio para o pas.Variante EN14 poder ficarna gaveta por mais algunsanos. PS da Trofa, Maia e Fa-malico enviaram missiva aogoverno a defender priorida-de da variante e o presidenteda Cmara da Trofa mostrou-se desagradado com anncioda Unio Europeia.

    Foi um rotundo No que aporta-voz da Comisso Europeiapara a Poltica Regional, ShirinWheeler, deu aos jornalistas por-tugueses, quando foi questiona-da sobre se estava a ser equacio-nada a possibilidade de Bruxe-las disponibilizar verbas, do prxi-mo quadro comunitrio de apoio,para obras includas no conceitoLast Mile, destinado a fecho deinfraestruturas j iniciadas peloatual QREN.

    A porta voz da Comisso adi-antou que no haver apoio paraeste tipo de infraestruturas rodo-virias curtas e sublinhou queas estradas criam dinheiro poralguns meses, mas no criamemprego que alimenta as famli-as no futuro. E foi mais longeao afirmar que deveria ser o or-amento de estado portugus aassumir esse investimento. Por-tugal j investiu muito em estra-das no passado, essas infraes-

    Unio Europeia diz queno financia variante EN 14

    truturas no devem ser uma pri-oridade. A responsvel adiantouque Bruxelas vai apoiar outrastipologias de projetos numa cla-ra mudana de direo da pol-tica regional.

    Do rol de vias prioritrias parao concelho da Trofa, constava daLast Mile a variante EstradaNacional 14, h mais de umadcada prometida, mas que temsido sucessivamente adiada eesquecida nas gavetas dos Go-vernos de Portugal e que ago-ra arredada de ser construdacom recurso a financiamento daUnio Europeia.

    Contactado pelo NT, o presi-dente da Cmara da Trofa, Sr-gio Humberto, reagiu a esteanncio com desagrado, umavez que a Comisso Europeiaque define muitas linhas de es-tratgia para alm do EstadoCentral. O autarca adiantou quefoi apresentado o relatrio crti-co relativamente prioridade daconstruo da variante estra-da 14 pelos municpios da Trofa,Vila Nova de Famalico e Maia,alertando que esta variante necessria, para a ligao dasreas industriais, para que asempresas escoem os seus pro-dutos e para aqui se instalaremnovas empresas. Estes trsconcelho so, para o edil da Trofa,das reas do territrio nacionalmais importantes, com grandesempresas, multinacionais expor-tadoras. No estamos a falarnuma perda de dinheiro que notem retorno, quando estamos a

    falar que esta via importantepara este tecido empresarial,econmico e tambm para assuas populaes, estamos a fa-lar que fundamental alertar ogoverno e a Comisso Europeiapara esta importncia, frisou.

    Srgio Humberto defende queo trabalho tem que continuar ese no for agora com esta sensi-bilizao do Governo, as coisasficam mais difceis. Esta vari-ante algo que se vem a falarh mais de dez anos e que nun-ca foi resolvida, este trabalho emconjunto das trs autarquias temsido fundamental para no an-darmos aqui cada um a puxarpara seu canto.

    O edil defende que s podeser cantada vitria para esta reado territrio com a construodesta variante, quer seja com oatual perfil que est redefinido novalor de 190 milhes de euros,quer seja com outro com investi-mento menor, recusando os 20milhes que estavam previstosnesse grupo de trabalho dos In-vestimentos de Elevado ValorAcrescentado (IEVA) que, se ca-lhar, no d para requalificar todaa EN14.

    Srgio Humberto tem cons-cincia de que na ComissoEuropeia olham para Portugal eveem um pas que o 4 commelhor rede viria do mundo.

    O problema que no pas-sado se projetou um conjunto devias que no eram necessriase isso hoje consegue-se perce-ber no interior, em muitas que

    foram feitas no Sul do pas queno trazem produtividade a Por-tugal. Esta completamente aocontrrio, pois j devia ter sidofeita h mais de dez anos. Te-mos agora conscincia de queforam cometidos muitos errosno passado, na construo devias que no eram necessriase algumas delas at para o Nor-te do pas e esta ficou semprepara trs, algo que no compreensvel para quem temresponsabilidades para planifi-car a rede viria em termos na-cionais. Espero bem que a jus-tia seja reposta e que haja nofundo responsabilidade por par-te dos gestores deste proces-so de repor uma justia paracom os empresrios e para com

    a populao desta regio, fina-lizou.

    PS Trofa, Famalico e Maiaunidos na reivindicao da

    variante EN14

    As concelhias do Partido So-cialista da Trofa, Vila Nova de Fa-malico e Maia uniram-se parareivindicar ao governo que no pr-ximo quadro comunitrio deapoio sejam includos os fundosnecessrios para a construoda variante Estrada Nacional14, um investimento considera-do prioritrio pelas estruturasdos trs concelhos, atravs decomunicado, enviado esta quar-ta-feira aos jornalistas.

    No mbito do debate em tor-

    Abertura oficial do AtendimentoMunicipal e do Balco Via Azul Simplifica

    ra de modernizao administrativa aosfundos comunitrios e representam um in-vestimento superior a 700 mil euros, avan-ou em comunicado a autarquia trofense.

    Estas alteraes da autarquia fazemparte da Marca Trofa, que o municpiocriou pela primeira vez na histria, abran-gendo ainda um novo site e um conjuntode projetos em reas to diversas comoa Educao, a Ao Social e o Desenvol-vimento Territorial, apostando na vertentedigital e na modernizao dos servios.S a ttulo meramente exemplificativo,com este novo sistema, os processos nasObras Particulares vo deixar de demo-rar, como at agora, em mdia, 24 me-ses para passarem a demorar, no mxi-mo, 30 dias, referiu. P.P. Fachada do edifcio tem uma nova imagem

    EN14 utilizada, diariamente, por mais de 20 mil veculos

  • www.onoticiasdatrofa.pt3 de abril de 2014 Atualidade5

    Apesar de ainda no ter o vis-to do Tribunal de Contas (TC), aCmara Municipal da Trofa avan-ou com a obra de unio dos par-ques Nossa Senhora das Dorese Dr. Lima Carneiro. A empresaEdilages j comeou a montar oestaleiro e a colocar vedao noParque Dr. Lima Carneiro e deve-r iniciar as obras brevemente.

    Em declaraes ao NT, namanh de tera-feira, SrgioHumberto, presidente da autar-quia trofense, explicou que o fac-

    no dos IEVA, os socialistas de-fendem que importa definir osinvestimentos no setor dos trans-portes que acrescentem compe-titividade e coeso e que possamassumir um papel essencial naaproximao do Norte aos nveismdios nacionais (e europeus),considerando o seu valor estra-tgico.

    Com recurso a fundos comu-nitrios possvel, de acordo comos socialistas, fazer face ao va-lor estimado do investimento 20 milhes de euros, com a pos-sibilidade de uma comparticipa-o de 80 por cento dos fundoscomunitrios. Ou seja, o que seprope para seis anos correspon-de a um esforo financeiro porparte do Estado portugus deapenas quatro milhes de euros.

    Os socialistas vo mais lon-ge e adiantam que o facto de ogoverno estar a considerar aconstruo de um novo porto deguas profundas em Lisboa, es-timado em 600 milhes, facilmen-te se perceber que existe umpensamento alternativo, e conse-quentes fundos, para avanarcom a priorizao da variante Estrada Nacional 14, sendo pos-svel executar um investimentoque, sem onerar o pas, respon-de aos interesses regionais doNorte, que devem ser tambm osinteresses nacionais, conside-rando os objetivos de coesonacional e da competitividade deum espao regional absoluta-mente essencial ao relanamen-to da economia portuguesa, po-

    de ler-se no comunicado subscri-to pelas concelhias da Trofa, Fa-malico e Maia.

    Os socialistas fizeram saberque enviaram uma missiva aosdeputados da Comisso Parla-mentar das Obras Pblicas, Secretaria de Estado das Infraes-truturas, Transportes e Comuni-caes e ao Ministrio da Econo-mia, no sentido de defender co-mo prioritria a execuo da obrada variante EN 14, entre os con-celhos de Maia, Trofa e Vila Novade Famalico, dado o seu papelabsolutamente determinante noterritrio altamente industrializa-do e densamente povoado per-tencente grande rea metropo-litana do Porto e ao Vale do Ave.

    Os nmeros de uma obraestratgica e fundamental

    para a regio Norte

    So milhares as viaturas quediariamente utilizam a EN 14 noeixo Maia-Trofa-Vila Nova deFamalico, sobretudo veculosde mercadorias, centenas delespesados, que asseguram a ma-tria-prima para as indstrias eestabelecimentos comerciaismanterem viva a economia da re-gio. De acordo com o comuni-cado do PS, os trs municpiosaceitaram o reperfilamento comvista diminuio de custos, es-timando-se que apenas 20 mi-lhes de euros tenham um efei-to muito significativo na fluidezda circulao e na competitivida-de deste espao fortemente in-

    dustrializado do Norte de Portu-gal.

    Grandes empresas dos trsconcelhos como a Frezite, aProef, o grupo Metalcon, a Con-tinental Mabor, a LEICA, a Cere-alis e a EFACEC so apenasalguns dos muitos exemplos dasque, diariamente, lidam com oestrangulamento rodovirio daEN14, cujas administraes tmalertado insistentemente para aimportncia da resoluo desteproblema, existindo ainda um no-trio consenso entre as cma-ras municipais envolvidas, afian-am os socialistas.

    De acordo com o comunica-do, a EN14 entre Porto e Braga

    cruza uma regio onde moramquase 900 mil pessoas, o quecorrespondia, segundo os Cen-sos de 2001, a cerca de 23,5 porcento da populao residente noNorte. No espanta, por isso, quea estrada tenha frequentes con-gestionamentos e reduzida flui-dez de trnsito. S entre Maia eFamalico circulam 20 mil vecu-los por dia.

    Terminou na segunda-feiraconsulta pblica

    A Frezite, a Cmara Munici-pal da Trofa, muitas instituiese alguns residentes do eixoMaia-Trofa-Famalico apresenta-

    ram exposies crticas e contri-butos, at segunda-feira, dia 31de maro, no mbito da discus-so pblica do relatrio do Gru-po de Trabalho das Infraestrutu-ras de Elevado Valor Acrescen-tado, relativamente priorizaoda variante EN14, onde refe-rem ser de extrema prioridade aconstruo desta via rodoviria.

    A prpria Associao Empre-sarial do Baixo Ave (AEBA) en-viou aos seus associados umemail no qual apelava s empre-sas e s pessoas a pronuncia-rem-se no web site http://www.ieva.pt/contribua-com-a-sua-opiniao/view/form.html.

    Edilages no terreno para unir parques da cidadeto de a empreitada no excedero montante de 950 mil euros pos-sibilitou avanar para o terrenoantes mesmo da pronncia doTC, de acordo com o que estna lei, no Cdigo de ContratosPblicos. A nica condio queo empreiteiro no pode receberqualquer valor at ao visto do tri-bunal. Ainda bem que vai entrarem obras para cumprir o objetivode conclui-las o mais rapidamen-te possvel. Ainda ontem (segun-da-feira) fizemos uma visita e reu-

    nimos com o consrcio EuropaAr-Lindo/ABB e com a Edilages,porque as obras vo coincidir,para articular os procedimentos,afianou.

    Srgio Humberto referiu aindaque a empresa Edilages aceitouo repto de aproveitar as terras do

    talude junto EB 2/3 ProfessorNapoleo Sousa Marques e de-molir o pontilho junto a essa es-cola. Questionado sobre se aRefer autorizou essa interveno,o autarca afirmou que todo o ca-nal dessa rea vai passar para do-mnio da Cmara e que est a

    haver negociaes para a ques-to do arrendamento, sublinhan-do que a demolio daquelepontilho, assim como o de Real,tambm em S. Martinho de Bou-gado, vai ser uma realidade mui-to brevemente.

    C.V.

    Variante EN14 ansiada h mais de dez anos

    Edilages j comeou a montar estaleiro

    arquivo

  • www.onoticiasdatrofa.pt 3 de abril de 20146Atualidade

    Ctia VelosoPatrcia Pereira

    Basta de dcadas de atra-so consideram os ncleosconcelhios do Bloco de Esquer-da da Trofa e Maia, que exi-gem a variante EN 14 e o pro-longamento da linha do Metro.

    Livrar as populaes do pan-demnio em que se tornou a Es-trada Nacional 14 e colocar ometro nos carris at Trofa. Fo-ram estes os termos utilizadospelos ncleos do Bloco de Es-querda (BE) da Trofa e da Maia,que se uniram para reivindicardois projetos que consideram fun-damentais para a qualidade devida dos dois concelhos.

    Apesar da chuva, elementosdo partido reuniram-se junto ro-tunda do Castlo da Maia, no do-mingo, 30 de maro, para mos-trar a necessidade da aplicaode fundos europeus para a con-cretizao destas vias de comu-nicao. A ao de reivindicaofoi feita com a colocao de umafaixa, onde figuram, em letrasgarrafais, as exigncias: varian-

    Durante uma operao de fiscalizao das instalaes, quedecorreu no dia 24 de maro, os colaboradores da REFER verifica-ram que desconhecidos partiram 35 vidros dos abrigos na estaode comboios de S. Romo do Coronado.

    A empresa apresentou na GNR da Trofa uma participao pordanos, que ascendem aos dois mil euros. P.P./H.M.

    Bloco de Esquerda da Trofa e Maia unidos na reivindicao

    Faixas exigem variante EN 14e prolongamento da linha do Metro

    te EN 14 e prolongamento dalinha do metro.

    O metro um dos pilares quepode propiciar uma melhor qua-lidade de vida a todos os trofen-ses, principalmente s freguesi-as mais chegadas Maia. Exis-te o ISMAI (Instituto Superior daMaia) e a zona industrial e o me-tro seria o veculo de ligao coma Trofa, proporcionando novasoportunidades de emprego. A va-riante, que espinha dorsal parao desenvolvimento do concelho,passando por S. Romo e S. Ma-mede, seria um timo canal deligao entre a Trofa e Maia, oaeroporto e o porto de mar, argu-mentou Gualter Costa, coorde-nador concelhio do BE na Trofa.

    Silvestre Pereira, deputadomunicipal do partido na Assem-bleia Municipal da Maia, afirmouque a variante a prioridade dasprioridades e, assim como o me-tro, deve contar com uma ver-ba dos fundos europeus.

    Para ampliar o alcance dareivindicao, os bloquistas con-taram com a presena da eurode-putada Marisa Matias e da coor-denadora nacional do partido, Ca-

    tarina Martins.As pessoas perderam o com-

    boio, com a promessa do metro,que nunca mais veio, e a estra-da nacional tambm no d res-posta s necessidades nem teveas obras que foram prometidas.Estivemos a ver com a MarisaMatias a necessidade, do pontode vista do financiamento euro-peu, de continuar a defender es-tes projetos. Temos uma atuaoarticulada entre o que o nossotrabalho nas autarquias, na As-sembleia da Repblica e no Par-lamento Europeu, sublinhou Ca-tarina Martins.

    Esta reivindicao ganhoumais amplitude devido s decla-raes do secretrio de Estadodo Desenvolvimento Regional,Castro Almeida, sobre a possi-bilidade de os concelhos comelevado endividamento e que es-tejam sob programa de assistn-cia financeira ter acesso dificul-tado a fundos comunitrios.

    Gualter Costa considera queestas declaraes deviam preo-cupar os trofenses e todos ospolticos, em especial, os dospartidos da maioria. Quando nosdizem que os municpios comPAEL vo ter condies restritivasno acesso aos fundos, no fundo, o mesmo que tirar muito a quemmenos tem. Temos que invertereste tipo de polticas, precisamosde um novo paradigma de desen-volvimento, defendeu.

    Catarina Martins corrobora:Sem economia local, sem qua-lidade de vida os concelhos novo resolver os seus problemasfinanceiros. Acabar com o inves-timento pblico no a soluo.

    BE da Trofa e Maia reivindicam projetos para melhorar acessibilidades

    PolciaApanhado a conduzirveculo apreendido

    Um condutor foi mandado parar pelos militares da GNR da Trofa,durante uma ao de fiscalizao, quando circulava na Rua Dou-tor Dlio Santarm, em S. Romo do Coronado.

    Durante a vistoria, que ocorreu pelas 9.30 horas do dia 26 demaro, a GNR detetou que o homem, de 50 anos, conduzia umveculo que no podia circular na via pblica por estar penhorado.O veculo foi apreendido pelo Tribunal. P.P./H.M.

    Emprestou o carroe nunca mais o viu

    Um homem, residente em S. Romo do Coronado, emprestou asua viatura a um indivduo, que, alegadamente, estaria interessadoem a adquirir.

    O suposto comprador saiu com o veculo e documentos para oexperimentar, no dia 13 de maro, e nunca mais apareceu paradevolver a viatura.

    O dono do automvel, de 32 anos, apresentou queixa na GNR daTrofa e identificou o indivduo, que alegadamente reside em Braga ej fez um seguro para a viatura no seu nome. P.P./H.M.

    Interior de habitao alvo de furtoO interior de uma moradia, situada na Rua Central da Carria,

    no Muro, foi alvo de um roubo por desconhecidos, entre as 16horas do dia 23 e as 10 horas do dia 27 de maro.

    Para aceder ao seu interior, os indivduos tero partido os vi-dros da porta de entrada da habitao, de onde furtaram uma m-quina de sulfatar em cobre, um cilindro de gua, vrias torneiras,bem como apoios de candeeiros de teto.

    Apesar de estar habitada, h dias em que a proprietria seausenta por possuir outra moradia. P.P./H.M.

    Material furtadodas oficinas do municpio

    As oficinas do Municpio da Trofa, situadas nas antigas instala-es do Picadeiro da Trofa, na Rua de Sena, em Santiago deBougado, foi alvo da visita dos amigos do alheio, entre as 4 horasdo dia 29 e as 7.45 horas do dia 31 de maro.

    Desconhecidos tero furtado duas motoserras e cinco bides,com 125 litros de gasolina. P.P./H.M.

    Desconhecidos destroemvidros da estao de S. Romo

    Uma viatura ligeira de passageiros foi furtada quando estavaestacionada na via pblica, na Rua Aldeias de Cima, em Santiagode Bougado, durante a madrugada de sexta-feira, 28 de maro.

    O veculo foi usado por desconhecidos numa tentativa de as-salto a um caf, no Castlo da Maia. Sem conseguirem consumaro crime, os indivduos abandonaram a viatura no local, tendo sidorecuperada pela GNR da Maia, por volta das 6 horas do mesmodia, e, posteriormente, entregue ao proprietrio. P.P./H.M.

    Viatura furtadaparaassaltar

    Veja a reportagem em www.trofa.tv

  • www.onoticiasdatrofa.pt3 de abril de 2014 Atualidade7

    Patrcia Pereira

    Cmara Municipal da Trofadeu posse ao Conselho Muni-cipal de Juventude, constitu-do por representantes dosgrupos associativos, polticose escuteiros.

    O espetculo de fogo marcouo incio de uma nova etapa para oConselho Municipal de Juventu-de. A tomada de posse dos novosmembros, representantes dosescuteiros, dos partidos polticose grupos associativos, decorreu noDia Mundial da Juventude, celebra-do a 28 de maro, na sede do Clu-be Slotcar da Trofa.

    O Conselho Municipal terapenas funes consultivas, per-mitindo que o executivo munici-pal saiba as verdadeiras preten-ses dos jovens trofenses quan-to s polticas de juventude. Opresidente da Cmara Municipalda Trofa, Srgio Humberto, espe-ra que os representantes pos-sam trazer as suas ideias e co-locar know-how, capacidade, ir-reverncia e fora que a juventu-de tem em prol da comunidade,de forma a resolver os proble-mas dos dias de hoje, mas tam-bm a projetar o futuro. Somoso concelho mais jovem do pas eo que tem muita juventude comenorme capacidade. E essacapacidade que queremos colo-

    O trofense Bruno Soaresvai recandidatar-se presi-dncia do Leos de Portugalpara continuar o projetoque delineou para ampliar aao da organizao juvenil.

    Depois de um ano como pre-sidente dos Leos de Portugal, otrofense Bruno Soares vai recan-didatar-se ao cargo, na prximaConferncia Nacional Leo, que de-corre no Estoril, a 4, 5 e 6 de abril.

    Presente no movimento leo-nstico desde os 13 anos, Bru-no Soares considera que o pri-meiro mandato merece uma ava-liao muito positiva, uma vezque foi cumprida a primeira eta-pa do projeto que sustentou acandidatura: Reestruturao in-terna dos Leos de Portugal, coma organizao da rede hierrqui-ca rumo possibilidade de fazergrandes campanhas e iniciati-vas. Estamos a dois dias da

    Bruno Soares recandidata-se ao Leos de PortugalConferncia Nacional e excede-mos as inscries esperadas.Tambm tivemos um aumentonmero de clubes (de 13 para 15)e elementos leonsticos. A estru-tura interna deu passos funda-mentais, agora a nossa energiatem que ser canalizada para asatividades no terreno para mos-trarmos s pessoas quem somose o que fazemos, resumiu.

    Erguer o futuro o lema darecandidatura que sustenta a se-gunda fase do projeto de BrunoSoares, que assegura que a or-ganizao juvenil sem fins lucra-tivos fiel matriz que lhe deuorigem e cujas letras iniciais lhedo nome: Liderana, Experin-cia e Oportunidade. Ao mesmotempo que ajudamos o prximo,conseguimos ganhar mtodos deorganizao e liderar atividades,enquanto crescemos enquantopessoas, sustentou.

    Do ltimo ano, Bruno Soares

    recorda com agrado algumas ini-ciativas desenvolvidas em proldos mais necessitados, como adistribuio de refeies gratui-tas aos sem-abrigo do Porto,atravs do Leo Clube da Boavis-ta ou a entrega de 270 cabazespara famlias carenciadas pelo

    Leo Club de Espinho, na alturado Natal. O Programa PERA,que distribuiu pequenos-almoosa crianas desfavorecidas em v-rias escolas do pas, foi outra dasatividades que orgulharam o pre-sidente do Leos de Portugal.

    Para breve destacam-se a

    parceria com a Opticlia pararastreios de viso a crianas ca-renciadas, que em caso de ne-cessidade tero culos gratuitos,e as Jornadas da Sade, promo-vidas em colaborao com osmovimentos rotrios, com des-pistagem de vrias doenas, in-cluindo o cancro de pele.

    Em maio, o Leos de Portugalorganiza uma atividade para cri-anas acolhidas por associa-es de solidariedade social,num fim de semana didtico vivi-do em ambiente florestal na Fi-gueira da Foz, na Quinta da Fon-te Quente.

    Na Trofa, o Leo Club recebeuas 20 Jornadas Leonsticas e,agora, prepara-se para repetir aexperincia e organizar umsunset para a transmisso defunes a nvel local, com o obje-tivo de envolver a comunidadejuvenil do concelho. C.V.

    Conselho Municipal de Juventudecom novos membros

    car ao servio da juventude, refe-riu, acrescentando que espera ocontributo transversal nas re-as do ambiente, rea social,economia, educao, cultura edo planeamento.

    Alm do presidente da Cma-ra e de Renato Pinto Ribeiro, ve-reador do pelouro da Juventude,o Conselho Municipal consti-tudo por representantes dos par-tidos polticos (exceto Bloco deEsquerda), Agrupamentos deEscuteiros de S. Martinho deBougado, Santiago de Bougado,S. Romo do Coronado e Alvare-lhos, Escola Secundria e Clu-be Slotcar da Trofa. Os membrosdo rgo consultivo, que se voreunir cerca de quatro vezes por

    ano, foram nomeados pelas as-sociaes escolhidas pela au-tarquia trofense. Srgio Humber-to espera ter contribuies demais jovens, rejeitando que oConselho Municipal de Juventu-de seja fechado e a olhar parao seu umbigo.

    O represente do ClubeSlotcar da Trofa, Andr Coroa,espera que este seja um mo-mento de viragem no concelhono que toca juventude, e queo grupo possa dar um novo rumoao associativismo no concelho,assim como s iniciativas, e quecada um possa prestar algumaconselhamento Cmara Muni-cipal, transmitindo um bocadinhodaquilo que acha do concelho,

    do que podemos fazer melhor eajudar a juventude a ter um espa-o melhor para viver. Para isso,na sua opinio, necessrioexistir atividades que vo aoencontro das suas expectativas,para que as pessoas acabempor ganhar razes ao seu conce-lho e no vo procurar aquilo quefalta c em terras vizinhas.

    Tambm Catarina Arajo, re-presentante da Escola Secund-ria da Trofa, afirmou ter todo ogosto e disponibilidade para fa-zer tudo o que estiver ao alcan-ce para ajudar, pois, como jo-vem, tem noo do quo ne-cessrio este gnero de iniciati-vas para cativar os jovens a fa-zer algo pela Trofa.

    A cerimnia contou ainda coma presena da Jaguares AirsoftTeam (JAT), existente h trsanos. Trata-se de uma equipatrofense de tiro desportivo que,segundo o sub-lder da equipa,Emanuel Lopes, tem vindo acrescer e recrutado s mem-bros trofenses. Mesmo assim,precisa de um bocadinho deapoio para as condies neces-srias para a equipa.

    A sesso ficou ainda marcadapor uma demonstrao de dan-a pelo Alvadance e por uma lanparty pela seco de videojogosdo Clube Slotcar da Trofa.

    Nova edio do OPJ arrancouA data serviu ainda para o lan-

    amento da edio de 2014 doOramento Participativo Jovem(OPJ) da Trofa, destinado a to-dos os jovens com idade igualou inferior a 30 anos, que podemapresentar projetos para melho-rar o concelho. Segundo o ediltrofense, o OPJ, que mantm acomparticipao de 25 mileuros, pode e deve ser diferen-te, sendo que a principal alte-rao pass-lo para o ano ci-vil, em vez de ser por ano letivo.Alm disso, Srgio Humbertopretende trabalhar este projetono futuro, definindo as reas deinterveno por onde se devedirecionar o dinheiro.

    Conselho Municipal ter apenas funes consultivas

    Bruno Soares fez balano positivo do mandato

  • www.onoticiasdatrofa.pt 3 de abril de 20148Atualidade

    Patrcia Pereira

    Depois de Joo Mendester lanado o mote, um gru-po de voluntrios juntou-separa a realizao de um es-petculo pela jovem Ins Reis,a decorrer no dia 12 de abril,no auditrio do edifcio sededa Junta de Freguesia deBougado, no polo de S. Marti-nho.

    Quando se deparou com ahistria de Ins Reis, uma jovemde S. Romo do Coronado quesofre de um tumor raro, JooMendes no conseguiu ficar in-diferente, muito menos abstra-ir-se da experincia traumtica,que tinha vivido h poucos me-ses, com o falecimento de JonPulse (o nome Im(Pulse) tam-bm uma forma de relembrar asua memria), que considera-va um grande amigo e promis-sor artista da Trofa. Na alturaem que a doena do Joo avan-ava, uma das hipteses que secolocavam prendia-se com o tra-tamento revolucionrio (e expe-rimental, convm diz-lo) que aIns est agora a fazer. No casodo Joo, porm, o tratamentocom clulas dendrticas noconstitua hiptese. Para a Insparece ser a soluo, contou,recordando que na altura o cus-to do tratamento andava entre os60 e os 80 mil euros.

    Informado que os recursosdos pas da Ins estavam a che-gar ao fim, ficou revoltado pelahiptese da falta de dinheiro po-der manter uma vida em suspen-so. Foi a que, atravs do blogueque tem em conjunto com aamiga Silvria Miranda, decidiudesafiar a autarquia, tendo in-clusive enviado um email parao Gabinete da Presidncia daCmara Municipal da Trofa(CMT), a puxar pela socieda-de civil para organizar um con-certo de solidariedade, aprovei-tando a matria-prima que a Tro-fa tem para oferecer. Fui con-tactado, dois dias depois, por umresponsvel da autarquia que meexplicou, com argumentos bas-tante coerentes, que no lhesseria possvel avanar com taliniciativa. Nesse momento pas-saram a bola para o meu lado,afirmando que se eu quisesseavanar com um grupo de ami-

    Traga a sua chvena e des-frute de uma tarde solidria. Odesafio foi lanado pelo LionsClube da Trofa que, em parceria

    Devido s condies clima-tricas adversas, consideramosque no existem condies paradar incio caminhada. Foi destaforma que a Juventude Socialis-ta (JS) da Trofa anunciou o adia-mento da caminhada e da aulade zumba, que estavam agenda-das para ajudar Ins Reis, jovemresidente em S. Romo do Coro-nado que sofre de um tumor raro,

    Caminhada e aulade zumba solidrias adiadas

    e que j contava com cerca decem inscritos.

    Mesmo com o adiamento dainiciativa, os membros da organi-zao decidiram marcar a ma-nh de domingo, 30 de maro,com uma largada simblica debales pela jovem. Ns demoso mote, os primeiros bales fo-ram largados hoje (domingo), nacaminhada sero centenas de

    pessoas a faz-lo. A Ins est acontar connosco, referiu Ama-deu Dias, presidente da JS.

    A caminhada e a aula de zum-ba foram adiadas para uma dataa definir.

    A inscrio ter um custo detrs euros, com oferta de peque-no-almoo, e reverter totalmen-te a favor de Ins Reis.

    P.P.

    Ch de Afetospara ajudar Ins Reis

    com o Rotary Club da Trofa, esta promover a segunda edio dainiciativa Ch de Afetos, quedecorre pelas 16 horas de sba-

    do, 5 de abril, na Quinta dAze-nha, em Guides.

    A iniciativa dedicada co-munidade feminina, que convi-dada a participar e a contribuircom cinco euros, que vo re-verter na ntegra para ajudar ajovem Ins Reis, que sofre deum tumor raro e est a fazertratamentos na Alemanha. OCh de Afetos preparado comfolhas de bondade, flores de amore razes de caridade. Se essesvalores esto no seu corao,voc nossa convidada para fa-zer o bem na vida a tantas pes-soas que necessitam, convidou.

    Os convites devem ser pedi-dos atravs do email [email protected] ou do nmerode telefone 926 685 373.

    P.P.

    Im(Pulse) Rimase Beats pela Ins

    gos teria todo o apoio logsticona medida das possibilidades domunicpio, afirmou.

    Como no fazia ideia do queseria necessrio para organizarum concerto, Joo Mendescontactou uma srie de pesso-as com experincia na rea,que desenharam um plano quefoi colocado em prtica. CarinaSilva desenhou o plano e os m-sicos envolvidos, que foram pas-sando uma srie de necessida-des logsticas e dando dicaspara otimizar o funcionamento,o Pedro da Protest Design de-senvolveu a comunicao, o Ma-nuel Pinheiro ficou a cargo dasoperaes internas, do bar se-gurana, a CMT criou condiespara facilitar uma srie de ne-cessidades logsticas, do localat ao contacto com as entida-des que desenvolveram a comu-nicao, passando pelas licen-as necessrias, enumerou,acrescentado que a comunica-o local prontificou-se a aju-dar com a divulgao e um ba-talho de gente boa a espalhara mensagem.

    Com o objetivo primordial deajudar a Ins, na medida daspossibilidades, o espetculoter uma associao, implcitano nome do evento [Im(Pulse)],com a qual pretendem recordaro Joo. Alm disso, ser tam-bm uma forma de divulgar ohip hop da Trofa.

    As atuaes previstas soos CaixaForte, os Detroifa,Rogg & Ojuara e o colectivo 61,mas como um pouco de sus-pense tem sempre o seu encan-to, poder haver algumas sur-presas no dia.

    A entrada, por motivos legais,tem forosamente que ser gra-tuita, contudo, haver uma ven-da de rifas entrada com o valorde cinco euros, que, em teoria,acaba por substituir o bilhete.Uma dessas rifas dar direito aum prmio-surpresa. A totalida-de do dinheiro ser entregue famlia da Ins at porque, at data, no foi gasto um tostopara o que quer que fosse. Asbandas vo atuar de borla, todaa gente que ir colaborar estarem regime de voluntariado e pre-tendemos que todos os consum-veis como bebidas ou comidasnos cheguem, se possvel, a cus-to zero, concluiu.

  • www.onoticiasdatrofa.pt3 de abril de 2014 Atualidade9

    Ctia Veloso

    Pela primeira vez em cin-co anos, a Associao Huma-nitria dos Bombeiros Volun-trios da Trofa apresentou re-sultados lquidos positivos.Presidente da direo tam-bm evidenciou aumento donmero de scios ativos.

    A ltima assembleia-geral daAssociao Humanitria dosBombeiros Voluntrios da Trofa(AHBVT) foi uma das mais con-corridas, com a presena de cer-ca de 40 associados. Ainda as-sim, este nmero est muito lon-ge do total de scios ativos quea associao tem: 5291. Esteltimo valor foi, alis, descortina-do por Pedro Ortiga, presidenteda direo, para revelar o aumen-to de scios ativos, que inverteua tendncia decrescente regis-tada desde 2011.

    Na apresentao do relatrioe contas de 2013, outro dos da-dos destacados foi o resultadolquido, que foi positivo pela pri-meira vez em cinco anos: 58.045euros. Para este valor, explicouPedro Ortiga, em muito contribu-

    Associao Humanitria com saldo positivopela primeira vez em cinco anos

    ram os 402.217 euros de subs-dios, oriundos de diferentes en-tidades, como o municpio e oINEM. Este valor representamais 78 por cento que em 2012.

    Os rendimentos totais cifra-ram-se em mais de um milho e406 mil euros, numa subida con-sidervel em relao a 2012. Amaior eficincia da faturao dosservios prestados foi, segundoo presidente da direo, uma dasrazes, a par dos subsdios, paraeste aumento face a 2012. Osgastos totais foram de um milhoe 348 mil euros. Atravs destemontante, conseguimos ver o pe-so da gesto desta associaoe do volume de verbas que todosos anos se gasta para manter asua atividade, evidenciou.

    A poltica de investimentosmanteve-se, mas registou umaquebra de 236.923 euros de 2012 no qual consta um valor ex-cecional proveniente do Quadrode Referncia Estratgico Nacio-nal - para 191.842 euros.

    De acordo com o relatrio, aAssociao Humanitria conse-guiu ainda diminuir os valores acobrar para com os clientes, de144.298 euros para 120.218 eu-

    ros, assim com os crditos tam-bm diminuram de 167.403 eu-ros para 41.796 euros.

    Socorro pr-hospitalardomina ao dos Bombeiros

    Em 2013, o corpo de bombei-ros recebeu 9563 alertas, sendoque 8333 (87 por cento) foram pa-ra o socorro pr-hospitalar. Estevalor a grande fatia da atividadedos soldados da paz, que aindaacorreram a 145 fogos florestais,24 incndios urbanos e 151 aci-dentes. Pedro Ortiga afirmou queo nmero total de ocorrnciasexige da parte do corpo ativooperacional uma atividade per-manente constante, realandoque torna-se comum a existn-cia de algumas ocorrncias emsimultneo.

    A corporao registou ainda539 mil quilmetros percorridos(mais 37 mil que em 2012), devi-do incorporao do transportede doentes hemodialisados. Noentanto, o nmero de doentestransportados sofreu uma que-bra, de 35.208 para 34.441, de-vido aos transportes programa-dos de fisioterapia, que tm vin-do a diminuir, referiu Pedro Orti-ga.

    Pedro Ortiga garanteque existe relaode cooperao

    com corpo de bombeirosDaquilo que nos foi fado a

    conhecer, barricada no existequando as pessoas se sentame conversam. Quem quis ser

    esclarecido foi esclarecido. Anossa postura foi, e ser de-fender a associao. Esta foi aresposta de Pedro Ortiga, quan-do questionado por um associa-do sobre o clima que se vive en-tre a direo e o corpo de bom-beiros, que levou demisso docomandante em funes, FilipeCoutinho e do adjunto do coman-do, Daniel Azevedo.

    Pedro Ortiga no especificoucasos, afirmando que a direo,antes de diferir o pedido de FilipeCoutinho que alegou questesprofissionais para a demisso encetou vrios esforos no sen-tido de avaliar as razes que es-tavam por detrs dessa deciso.

    Mais ainda, garantiu que adireo no se imiscui nasquestes internas do corpo debombeiros e que com ele exis-te uma relao de total respei-to, cooperao e empenho.

    Recorde-se que na origem da

    demisso do comando estaro,entre outras divergncias, os ter-mos em que foi aplicado o proto-colo entre a TrofaPark e aAHBVT, pelo facto de todos osfuncionrios e voluntrios pode-rem usufruir gratuitamente dasinstalaes do Aquaplace. Osbombeiros defendem que ape-nas os voluntrios no ativo e noquadro de honra devem benefici-ar desta iseno.

    O que veio a pblico, comoos ataques pessoais, no os va-lorizo, porque muitos deles noafetam a direo e eu estou deconscincia tranquila e a fazeralguma coisa fao nos rgosprprios, junto dos bombeiros ourecorrendo ao curso legal, su-blinhou Pedro Ortiga, na Assem-bleia-geral, explicando que notomou posies pblicas, porqueo que do foro interno da asso-ciao deve ser mantido no forointerno.

    Scios ativos: 5291Alertas: 9563Kms percorridos: 539.009Doentes transportados: 34.441Resultados lquidos: 58.045Rendimentos totais: 1.406.775Gastos totais: 1.348.729Investimentos: 191.842Complemento de subsdioexplorao: 402.217Donativos: 23.448Receitas creche: 142.653

    Nmeros de 2013Nmeros de 2012Scios ativos: 5004Alertas 9190Kms percorridos: 502.090Doentes transportados: 35.208Resultados lquidos: -35.181Rendimentos totais: 1.225.926Gastos totais: 1.261.107Investimentos: 236.923Complemento de subsdioexplorao: 224.892Donativos: 15.570Receitas creche: 148.437

    Direo da Associao Humanitria conseguiu saldo positivo de 58.045 euros

  • www.onoticiasdatrofa.pt 3 de abril de 201410Cultura

    Patrcia Pereira

    Cmara Municipal da Trofaassinalou Dia Mundial do Te-atro com um Festival Amador,que contou com trs peas empalco, nos dias 27, 29 e 30 demaro.

    O Dia Mundial do Teatro, assi-nalado no dia 27 de maro, foi co-memorado pelos mais jovens doconcelho de uma forma diferen-te. Cerca de 1200 crianas dojardim de infncia e 1 ciclo foramao teatro, mais concretamente aosalo paroquial de Alvarelhos, aassistir ao musical O Rei Leo,protagonizado pelos elementos daACRESCI - Associao CulturalRecreativa e Social de Cidai.

    Para os alunos da Escola B-sica da Estao (Muro), Rita Lo-pes e Filipe Lopes, foi muito giroassistir pea, onde os atoresforam muito engraados e esti-veram muito bem. Rita Lopes,que j tinha visto a encenao,gostou principalmente da parteem que o Simba est a cantar,enquanto Filipe Lopes elegeu co-mo parte favorita o batismo deSimba.

    Milhares de pessoas foram ao teatro

    A histria do Rei Leo saltoudo ecr para o palco, graas aoempenho dos 70 atores amado-res que compem a pea de tea-tro, que se estreou no dia 29 dedezembro de 2012. E no dia dedi-cado ao teatro, o NT e a TrofaTvforam at ao camarim conversarcom dois dos atores que integramo elenco deste musical. TniaQuintas, que interpreta Scar, o tiode Simba, declarou que fazer par-te deste elenco tem sido uma ex-

    perincia bastante interessante,pois, apesar de a repetirmos, ca-da vez se torna mais especial.O pblico tambm diferente,principalmente com crianas,porque conhecem a pea e a rea-o delas espetacular. Ser ator,confessa, um bocadinho com-plicado, porque como o grupo grande, no fcil de gerir. Noentanto, o resultado final com-pensa qualquer pormenor que te-nha falhado.

    J Bruno Torres, que interpre-ta o pssaro Zazu, afirmou que sempre bom experimentar no-vas experincias, pois, alm denos tornar ainda maiores e tornara competncia ainda maior, sempre bom este convvio.

    As comemoraes do DiaMundial do Teatro continuaram nosbado e domingo, com a com-dia O Inspetor Geral, do Grupode Teatro da Associao Culturalde Vermoim, de Vila Nova de Fa-

    malico, e com a pea infantojuve-nil A Princesa dos Ps Pretos,do Grupo de Teatro Infantil do Sin-dicato dos Bancrios do Norte,Porto, respetivamente.

    O presidente da Cmara Mu-nicipal, Srgio Humberto, menci-onou que os objetivos deste fes-tival, organizado com muito pou-cos recursos, eram, essencial-mente, chamar as pessoas parao teatro e para a cultura, incutin-do esse gosto e hbito nas crian-as, e descentralizar as ses-ses pelas localidades de Alvare-lhos, Santiago e S. Martinho deBougado.

    Quando questionado sobre arazo de optar por duas associ-aes externas ao concelho emdetrimento dos grupos trofenses,Srgio Humberto elucidou que,alm de as coletividades da Trofano terem peas para apresen-tar nesta altura, a deciso este-ve relacionada com os custos,uma vez que o grupo portuenseveio a custo zero. Esta tambmseria uma forma de haver umatroca de experincias entre osgrupos convidados e os trofen-ses.

    Cerca de 1200 crianas viram o musical do Rei Leo

  • www.onoticiasdatrofa.pt3 de abril de 2014

    vasta a panplia de cores que so tendncia em 2014.Muitas vezes, dispensamos a mudana de cor das divisesde casa, mas esta uma das alteraes que, sem obrigar aobras de fundo, pode contribuir para um rejuvenescimen-to do lar.

    Uma das cores que est mais em voga o lils. consi-derada, por alguns artigos da especialidade, como a cor doano e ideal para quartos, pois convida ao sonho e medi-tao. Cores a fazer lembrar os marshmallows e outras go-mas, como o coral, o creme, o laranja claro, o rosa, o azul-turquesa tambm so boas opes e figuram na lista decores que prometem figurar nas paredes das casas portu-guesas este ano.

    Na mesma linha, pode optar pela cor lavanda, cinzaclaro e verde gua.

    Para os tons mais escuros, pode optar pelo vermelhodlia, castanho wengu, cinza escuro e roxo.

    Cores para todosos gostos

    Faa algumas mudanas na decora-o da sua casa para receber a prima-vera. Assim, nesta edio, o NT prepa-rou-lhe um especial, onde apresentaalgumas dicas para decorar a sua habi-tao.

    Sabia que o Feng Shui algo queexiste em sua casa? Desde o momentoque foi construda, a sua habitao temenergia prpria e o que vem do exteri-or assim como o que colocado emcada diviso influencia a energia posi-tiva ou negativamente. Esta energia,por sua vez, tem influncia sobre si.

    O Feng Shui, que recentemente co-meou a espalhar-se pelo ocidente,

    Feng Shui ajuda a decorar a casatem como objetivo a harmonia entreas foras da natureza e o ser humanona sua casa ou local de trabalho utili-zando os seus princpios, como, porexemplo, o Yin e Yang, que simbolizaquietude e movimento.

    Arrume a casa completamente etroque alguns mveis de posio deforma a que a energia force um novorumo dentro da casa. Encha-a de coresclaras e de flores naturais frescas. Faaum centro demesa comuma vela bran-ca e use adereos e/ou flores secasvermelhas. Acenda a vela durante anoite enquanto est na diviso e irsentir o seu campo energtico reen-cher-se de fora e vigor.

    Se as foras combinadas de Yin eYang no estiverem equilibradas no seuambiente, poder produzir efeitos fsi-cos e emocionais adversos.

    Muito do Feng Shui assenta em sim-ples senso comum. Se um quarto mui-to escuro, adicione mais luz. Quer sejaatravs de espelhos, de cores mais cla-ras ou at mesmo abrindo novas entra-das de luz. Se uma diviso for demasia-do clara, coloque cortinas mais opacasou persianas. Se um quarto parece es-tagnado ou bafiento, provoque umacorrente de ar. Quer seja abrindo umajanela ou, na falta desta, utilizando umaventoinha num dos cantos, ligando-aregularmente.

    Est provado que divises comamontoados de coisas nos colocam emestados de depresso e inatividade,sendo um dos princpios bsicos criarespaos amplos e livres de forma a quea energia positiva flua e encha os nos-sos lares, e que as cores condicionam onosso estado de esprito. Cores alegresenchem-nos de energia, enquanto co-res escuras tm o efeito oposto.

    Como reduzir a energia de doenaem 2014: deve colocar objetos de me-tal, cores (branco, dourado e pratea-do) e formas (redonda e oval) a este nasua casa.

  • www.onoticiasdatrofa.pt 3 de abril de 201412 Decorao

    Confira os cuidados que deveter durante o ms de abril no

    seu jardim ou horta

    - Fazer sementeiras, plantaes e transplantaes so tare

    -

    fas indispensveis- Corte as sebes e podas da p

    oca; apare e adube o relvado

    - Continue a plantar crisntemos

    - Sache e adube as roseiras

    - Construa e/ou repare suportes para trepadeiras

    - Destrua as infestantes que estejam a atingir as plantas; es

    -

    teja atento s pragas (caracis e lesmas)

    - Regue se a terra estiver seca

    - So vrias as plantas que pode plantar este ms, como o

    cato, cravos, dlias, jarros, lrios, girassis, malmequeres

    - Pode ainda aproveitar este ms para construir uma piscina

    para relaxar e ver que no fica to caro como pensa.

    Tratar do jardim em abrilTratar do jardim em abrilTratar do jardim em abrilTratar do jardim em abrilTratar do jardim em abril

    Com 32 anos de experincia, Vtor Macedo realiza trabalhosrelacionados com a construo, decorao de interior e exteri-or, instalao de recuperadores de calor, salamandras, fogesde sala, churrasqueiras e fornos moda antiga.

    Tinha 13 anos de idade quando comeou a trabalhar na reada construo e, desde a, desenvolveu vrias tcnicas e at ogosto pela decorao. O servio do trofense o chamado cha-ve na mo, pois faz tudo de raiz, desde o desenho e projeoda obra at sua finalizao.

    Vtor Macedo, que aposta no bom gosto, perfecionismo esatisfao do cliente, coloca em todos os seus trabalhos o gostopela arte. Alm de criar novos projetos, tambm resolve qual-quer restauro, avaria e manuteno de todo o tipo de foges.

    VtorMacedo ofereceservios alargados

    Adquirir mveis por medi-da tem as suas vantagens mas tambm vantajoso compr-los j prontos a colocar no es-pao onde pretende.

    Uma das grandes vantagensde comprar mveis sob medi-da que durante o processodo desenho da pea, podealter-la conforme a sua ne-cessidade e adapt-la de for-ma a obter o conforto e a pr-tica que tanto procura.

    Se tiver um bom profissio-nal do seu lado, este podeaconselh-lo sobre o limite, deforma a aproveitar melhor osespaos, e que as suas neces-sidades e desejos sejam aten-didos.

    Sabe aquela parte da casaonde parece no caber nada?Com os mveis por medidaconsegue no s mobilar acasa, como obter omaior apro-veitamento possvel, desde oguarda-roupa at cozinha, dachurrasqueira at o quarto dehspede.

    Outra vantagem que vocpode definir a textura do m-vel, as lminas, dobradias,corredias, entre outras mo-dernidades que deseja utilizar,alm de poder optar por ummvel ecologicamente corre-

    Comprar mveis j prontosou faz-los pormedida?

    to.Mas escolher mobilirio j

    pronto numa loja cmodo,tem preos acessveis e pro-porciona-lhe uma vasta ofertacom as ltimas tendncias demateriais, cores e linhas quese adaptam sua casa ou aoespao que pretende mobilar.

    Se optar pela moblia pron-ta a comprar, pode tambmusufruir de aconselhamentode pessoas qualificadas e ha-bituadas a gerir a disposiodosmveis em cada recanto dasua casa, loja ou escritrio.Mesmo que opte por esta mo-

    dalidade, tem a possibilidadede escolher as ferragens, atipologia de espelhos e mes-mo os materiais a utilizar naconstruo da sua pea demo-bilirio.

    E no se esquea de queoptar por empresas de peque-na e mdia dimenso tem van-tagens face s grandes super-fcies comerciais, que no soespecializadas em mobilirio,nem lhe prestam o apoio devir a sua casa e aconselh-lo aarranjar amelhor soluo a porem prtica para mobilar o seuespao.

    Antes

    Depois

    P u b

  • www.onoticiasdatrofa.pt3 de abril de 2014 Decorao 13

    A primavera e a passagem de anoso as alturas ideiais para deitar a tra-lha fora, organizar e limpar a sua casa.A altura mais propcia s limpezas maisa fundo a primavera, pois, depois deum inverno chuvoso, chega a altura dedar um novo ar habitao.

    No exterior, comea-se pela limpe-za das paredes com a ajuda das mqui-nas de presso, que so um bom alia-do na eliminao da sujidade, deixan-do a sua parede como nova. Os jardinstambm ganham uma nova cor, com odesabrochar das flores.

    No interior, depois de se ter junta-do a tralha, deve fazer trs pilhas:uma para doao, uma para o lixo eoutra para si. Para a ajudar a dividir os

    Sabia que acumular tralha faz es-tagnar a energia e isso reflete-se noseu estado de esprito? Por isso, com oincio da primavera est na altura de selivrar daqueles objetos que no fazemfalta e que s servem para lhe ocuparespao.

    Por no ser uma tarefa fcil, o NTapresenta-lhe alguns conselhos. Come-ce por percorrer a casa com uma lista,onde deve apontar as peas que estodanificadas ou em mau estado, as quenunca utilizou, os objetos de que nogosta ou que foram oferecidos por uma

    Limpezas primaveris

    objetos, deve, em cada objeto, fazer apergunta Uso esta pea com frequn-cia?. A resposta ditar o destino dosobjetos. Se a usa ou tem um valor sen-timental, deve guardar.

    Caso contrrio, deve do-los ou en-to deit-los ao lixo.

    Livre-sedo que no faz falta

    pessoa com quem deixou de simpati-zar, que lhe trazem ms recordaes,que a fazem sentir mal, por exemploroupa apertada, ou que so iguais. De-pois, segue-se a parte mais fcil: livre-se delas.

    Agora no se esquea, livrar-se datralha tem vrias vantagens, a sademelhora, a criatividade cresce, os rela-cionamentos melhoram e a motivaoaumenta, segundo apontou a arquitetae consultora de feng shui, Paula Mar-garido.

    Use dois tons de cor para a pintura.Por exemplo, no quarto, pode pintar aparede atrs da cama com um azul-tur-quesa e as restantes num tommais cla-ro da mesma cor. Saiba ainda que ostons frios transmitem uma sensao detranquilidade e contribuem para darprofundidade e dimenso s divises.Os tons quentes aproximam os espa-os e criam ambientes mais aconche-gantes.

    Dica de pintura

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  • www.onoticiasdatrofa.pt 3 de abril de 201414 Decorao

    Seguro Multirriscos Habitaopara Edifcio e recheio

    Sabe quanto vale o recheio da sua casa?H quem saiba. Incndios, inundaes, rou-bos, aluimentos de terras e tempestades soalguns dos riscos a que a sua casa est ex-posta. Para estar protegido, poder recorrerao seguro multirriscos habitao, que cobreos danos na casa e no recheio.

    Nos dias de hoje, ter um seguro MultirriscosHabitao importante, pois apresenta um con-junto alargado de coberturas referentes casa,como paredes, janelas, portas e telhado, aomesmo tempo que protege os objetos que seencontram dentro da sua habitao.

    Apesar de a lei s obrigar a contratar umseguro de incndio para quem habita num apar-tamento, prefervel optar por um multirriscoshabitao, pois fica melhor protegido por pou-co mais dinheiro.

    Antes de contratar uma destas aplices, so-bretudo se quiser outros seguros, consulte ummediador, pois tem sua disposio trs pla-nos disponveis para a proteo dos seus bens.Segure as paredes e/ou recheio da sua casaou opte ainda por coberturas e servios adici-onais, alargando a proteo conferida pelo seuplano.

    Se viver num apartamento, procure chegara um acordo com os restantes condminospara contratar um seguro multirriscos-condo-mnio: feitas as contas, mais barato e facilitaa resoluo de eventuais conflitos.

    Proteja o que importante!

    P u b

  • www.onoticiasdatrofa.pt3 de abril de 2014 Decorao 15

    Trocar as lmpadas tradicionais poroutras de baixo consumo um dos pas-sos mais importantes para poupar naconta da luz. A iluminao pode repre-sentar nove por cento do custo daeletricidade. As lmpadas de baixoconsumo podem durar oito vezes maisque as tradicionais e economizar 80 porcento do consumo de energia.

    As lmpadas halogneas emitemmais luz que as tradicionais e o pero-do de vida duas e trs vezes superior.

    J as lmpadas fluorescentes per-mitem uma poupana at 80 por cen-to, mas devem manter-se ligadas se operodo de ausncia for menor que 20minutos.

    No se esquea de aproveitar, sem-pre que possvel, a luz natural, e nodeixe as luzes acesas em locais que noest a utilizar.

    Ilumine bem e poupe na conta da luz

    Na sala, use a luz do candeeiro c

    om pouca

    intensidade. Almde poder poupar

    na conta da

    luz, ir conferir um ar aconchegan

    te e calmo

    diviso.Mas no se esque

    a, para ver televiso, precisa

    de ter uma luz ligada. Poder ser a d

    o candeeiro,

    mas sem que a luzreflita no ecr. J p

    ara ler, a luz

    dever estar dirigida ao livro e pos

    icionada um

    pouco atrs e acima do leitor.

    Dica

    OTrofaShopping ganhou umnovoespao de txteis lar. Foi entrefamiliares, amigos e clientes, inau-gurada este sbado, 29 de maro, aLara Txteis Lar, situada na loja A 08deste centro comercial, na Rua 1 deMaio, em S. Martinho de Bougado.

    A loja tem ao dispor dos clientesdiversos produtos de txteis lar,assim comoprodutos personalizados

    J abriua Lara Txteis Lar

    da Disney, no que diz respeito aostxteis de interior e pijamas decriana e adulto.

    A Lara Txteis Lar est aberta desegunda-feira a domingo, durantetodo o dia.

    Para informaes, pode contactaratravs do email [email protected] ou visitar a pgina do Facebook(facebook.com/laratexteislar).

    P u b

  • www.onoticiasdatrofa.pt 3 de abril de 201416Atualidade

    As atuaes dos grupos dedanas Kids e de adultos comdanas ritmos calientes da Aca-demia Municipal Aquaplace, dan-as de salo pelo grupo ACRES-CI Associao Cultural Recrea-tiva e Social de Cidai, um momen-to de msica clssica com asjovens Vnia Bajo, no violino, eJoana Miranda, na flauta, msicaligeira com o grupo Os Acesos,cantigas de homenagem a ZecaAfonso, por Fernando Jorge, Joa-quim Torres e Paulino Lina, nasviolas, e msica folclrica com ZCunha na concertina.

    Est assim prometida umanoite mgica e de festa, que ovoluntrio Antnio Moreira prepa-

    Patrcia Pereira

    Jlio Torcato teve honras deabertura da 34 edio do Por-tugal Fashion, que decorreuna Alfndega do Porto, entreos dias 27 e 29 de maro.

    Os uniformes retro e o luxoaristocrtico decadente, constru-do num conceito tailoring urbano,inspirou a coleo inverno 2014/15 do designer trofense, Jlio Tor-cato, que a apresentou em maisuma edio do Portugal Fashion.

    Nos modelos da prxima esta-o, o estilista usou, como mate-riais, puras ls, ls lavadas, bro-cados de seda, caxemira, algo-do e polyamida, onde predomi-naram as cores castanho, preto,verde escuro, marinho e azul roya.O estilo destes modelos me-tropolitano moderno, caracteri-zando-se pela fuso entre a est-tica minimalista e a clssica, pe-la alta qualidade e forte identida-

    O milagre da Vida! Esta eraa mensagem que residia no altarda Igreja Nova de S. Martinho deBougado, durante a bno dasgrvidas que a pastoral familiar daparquia organizou para celebraro dom da vida presente nas fam-lias.

    Durante a cerimnia, que de-correu durante a missa das 11horas de domingo, o procoLuciano Lagoa procurou naliturgia da palavra dar um incenti-vo s mulheres, para que te-nham coragem perante a gravi-dez. Depois da homilia, seguiu-se o rito da bno de Deus, re-zando pelas grvidas e, no final

    Cerca de 12 grvidas celebraram o dom da vidada eucaristia, houve um momen-to de particular importncia, quefoi a orao das grvidas Nos-sa Senhora e o pedido para queEsta as acompanhe neste pero-do, que sempre de alguma ex-pectativa, segundo contou o p-roco.

    Para Luciano Lagoa, esta bn-o uma celebrao da vida,uma vez que os catlicos tm umgrande apreo por ela. Esta ce-lebrao da bno das grvidastem a ver com o agradecimento aDeus pelo dom da vida que estasmulheres tm e depois um pedi-do a Deus para que tudo corrabem durante o perodo de gravi-

    dez e que possam dar luz pes-soas saudveis, acrescentou.

    O proco de S. Martinho sali-entou que esta sempre umaocasio importante para a vida daparquia, uma vez que promoveesta bno com o intuito de cha-mar a ateno para o facto da vidae da sua proteo, que deve serfeita desde o primeiro momentoat ao ltimo da existncia naTerra. A partir do seio materno uma ocasio importante para es-tudarmos o dom da vida e tam-bm para refletirmos sobre o pa-pel da mulher na vida da Igreja eda sociedade, que realmentemuito importante, concluiu.

    Festa solidria pela Gota dguarou para as 21.30 horas de sba-do, 5 de abril, para ajudar a asso-ciao Gota dgua e quem maisprecisa. A Festa Solidria, quedecorre no Salo de Pedra daQuinta de S. Romo, tem comoobjetivo angariar leo alimentar,que ser o donativo que vai per-mitir a entrada para assistir aoespetculo, segundo contouAntnio Moreira, que convidou acomunidade a passar uma noiteagradvel e a ajudar o seu seme-lhante. Um convite tambm pro-ferido por Afonso Paixo, presi-dente desta associao h pou-co mais de um ano, que prome-te uma noite mgica, com vriasatraes e outras surpresas.

    O presidente da Gota dguasalientou que este um projetovoltado para os problemas e ca-rncias das pessoas do conce-lho, principalmente os mais vul-nerveis, sendo um desafio ame-nizar o sofrimento dos agregadosque se encontram com diversosproblemas: sem rendimentos,baixo nvel econmico, poucaescolaridade e, portanto, commais dificuldades para encontraremprego, endividamento, carn-cia de alimentao bsica, doen-as, dentre outros. Nesse senti-do, o principal objetivo da asso-ciao apoiar a populao noaspeto scio cultural e recreativoe na distribuio alimentar, rou-

    pas e vesturio aos beneficiriosj sinalizados e devidamenteregistados nos servios sociaismunicipais, em parceria com asinstituies locais.

    A associao tem uma lojacom produtos diversos, que sodoados por empresas ou pesso-as individuais, que, de acordocom a situao de cada agrega-do, sero entregues a preos sim-blicos e, em alguns casos somesmo gratuitos.

    Em dois anos e meio, a as-sociao comprou alimentoscom os donativos dos scios,construindo uma cesta bsica,com produtos alimentares essen-ciais, que foi distribuda pelos

    beneficirios. No entanto, nofoi possvel mant-la como eraconstituda inicialmente, havendoa necessidade de diminuir a quan-tidade de produtos distribudos.A justificao prende-se com ainevitvel diminuio de donativosdevido crise econmica. Nes-se sentido, Afonso Paixo apelaa ajuda de todos que possamcontribuir financeiramente ouatravs de roupas, sapatos, ma-teriais de escritrio, material dehigiene, roupa de cama, mveis,eletrodomsticos, entre outros.J os produtos alimentares maisnecessrios so arroz, massas,leite, leo e enlatados. P.P.

    Lus Borges desfilou criaes de Jlio Torcatode dos produtos e pela especialateno dada ao corte e aos de-talhes.

    Em entrevista ao NT, Jlio Tor-cato contou que o desfile correubem e as reaes foram positivas,tendo recebido um feedback mui-to positivo, tanto de clientes comode imprensa, que afirmaram queesta talvez tenha sido uma dasmelhores colees que j apresen-tou. Uma opinio que considerabastante boa, tendo em conta queestavam presentes jornalistas es-trangeiros e alguns clientes.

    Durante o desfile, o trofenseapresentou duas linhas, tendocomeado com uma linha maisde cerimnia, sempre num estilourbano e alternativo, terminandocom uma linha de fatos tratadoscom uma tcnica de envelheci-mento, para transmitir um concei-to um pouco mais decadente, is-to , direcionado a um pblico al-ternativo, internacional e cosmo-polita. Uma primeira parte glamo-

    rosa e uma segunda parte que vaievoluindo para a decadncia, comaspeto decadente, acrescentou.

    No desfile, o designer trofensecontou com a parceria da empre-sa portuguesa De Gier, comquem lanou a linha de sapatosJlio Torcato (shoes) SpringSummer 2014 no dia 26 de outu-bro de 2013.

    Recorde-se que o trofense temuma marca de vesturio denomi-nada Jlio Torcato, que est dire-cionada para homens modernos,jovens executivos, elegantes econtemporneos. Identidade,mobilidade e modernidade soas palavras-chave da marca devesturio.

    Situada no segmento mdioalto do mercado, Jlio Torcato ofe-rece um produto totalmente de-senvolvido e fabricado em Portu-gal, sustentado na melhor tradi-o da alfaiataria com design con-temporneo.

    Grvidas ofertaram uma flor branca Nossa Senhora

    Lus Borges desfilou criaes do designer trofensefo

    to:

    Ins

    Oliv

    eira

  • www.onoticiasdatrofa.pt3 de abril de 2014 Desporto 17

    CD Trofense

    Juniores A2 Diviso Nacional - 2Fase

    Manuteno Srie ATrofense 0-0 Famalico

    (3 lugar, 41 pontos)

    Juvenis A1 Diviso Distrital - Srie 1

    Trofense 2-0 Nogueirense(1 lugar, 73 pontos)

    Juvenis B2 Diviso Distrital

    Fase subidaTrofense 0-2 Rio Ave(4 lugar, 0 pontos)

    Iniciados ACampeonato Nacional -

    2Fase Manuteno Srie BTrofense 5-2 Cacho(5 lugar, 32 pontos)

    Iniciados BTaa Sculo Srie 4

    Trofense 2-0 Castelo Maia(3 lugar, 9 pontos)

    Infantis 111 Diviso Distrital - Srie 2

    Vila Me 0-6 Trofense(4 lugar, 48 pontos)

    Escolas Sub-11Taa Sculo Srie 5Trofense 5-3 Desp. Aves

    (2 lugar, 3 pontos)

    Escolas Sub-11 BTaa Sculo Srie 4

    Lea 2-12 Trofense(1 lugar, 3 pontos)

    Escolas Sub-10Taa Sculo - Srie 4

    Trofense 3-2 Macieira Maia(2 lugar, 9 pontos)

    AC Bougadense

    Juvenis2 Diviso Distrital

    Fase subidaEstr. Fnzeres 0-0 Bougadense

    (1 lugar, 0 pontos)

    Iniciados ATaa Sculo Srie 4

    Bougadense 6-1 I. Milheirs(2 lugar, 9 pontos)

    Resultadoscamadas jovens

    Ctia VelosoHermano Martins

    O Trofense venceu o Covi-lh por 1-0, na 36 jornada da2 Liga. Partida ficou marca-da por trs expulses e pelaindignao dos dirigentes doclube serrano. Responsveisdo Trofense sublinham que vi-tria foi justssima.

    O jogo que ops o Trofenseao Covilh foi cheio de casos, acomear por um caricato, quan-do Haghighi, guarda-redes serra-no, abandonou a equipa e foi paraum caf quando soube que ia sersuplente. Momentos depois, diri-gentes do clube conseguiramconvenc-lo a regressar, chegan-do mesmo a ser chamado pelotreinador Francisco Chal paraentrar em jogo, quando Tabordafoi expulso.

    Mas recuemos primeira par-te do jogo, na qual o Trofense,necessitado de pontos, mostrou-se empenhado com dois rematesde Maicon Assis e Hlder Sousaque, porm, no levaram a direoda baliza. Numa jogada que co-meou quase no meio campo, oavanado trofense Brayan Riascoscorreu at dentro da grande rea,tirando dois adversrios do cami-nho, e rematou, mas Edgar cor-tou, in extremis, para fora.

    Na segunda parte, o Covilhentrou mais perigoso, mas emdez minutos o rumo do jogo seinverteu, com duas expulses ajogadores serranos. O primeirofoi Bata, que viu o segundo ama-relo pela mo do rbitro Manuel

    O Atltico Clube Bouga-dense perdeu o jogo com o Ba-lasar, por 3-1, na 27 jornada dasrie 1 da 1 Diviso da Associ-ao de Futebol do Porto.

    A formao da Pvoa de Var-zim, a jogar em casa, foi a pri-meira a marcar, aos 35 minutos,na sequncia de um pontap decanto. Na tentativa de cortar abola, o jogador bougadense R-ben introduziu-a na prpria bali-za, dando a vantagem ao adver-srio.

    Por sua vez, o Bougadenseconseguiu empatar o jogo, aos50 minutos, por intermdio de T

    Bougadense perde com BalasarMaia, que num contra-ataquesurgiu isolado e, depois de umaprimeira defesa do guarda-redes,no falhou na recarga.

    Moralizada com o golo, a for-mao de Santiago de Bougadopodia ter consumado a reviravol-ta, mas pecou na eficcia at queoutro autogolo, desta vez de Hl-der, deu, de novo, a vantagem pa-ra o Balasar, aos 54 minutos. Ti-vemos vrias oportunidades,principalmente com o T Maiaque esteve trs ou quatro vezesisolado, assim como lances debola parada. Acho que tivemosmais lances de perigo que o Ba-lasar, foi pena o resultado por-

    que a equipa teve uma grande ati-tude e no merecia a derrota. Ga-nhou a equipa que foi mais efi-caz, declarou Luciano Simes,treinador do Bougadense, emdeclaraes ao NT.

    O Balasar acabou por carim-bar o triunfo com outro golo, destavez marcado por Gia, aos 65minutos, enquanto o Bougaden-se terminou com menos um jo-gador em campo, devido expul-so de Pedro, aos 90 minutos.

    Pela frente, a formao deBougado tem quatro jogos, ouseja 12 pontos, que so funda-mentais para alcanar a manu-teno na 1 Diviso distrital. Lu-

    ciano Simes considera que sea equipa vencer os dois jogosem casa e for buscar alguns pon-tos fora, cumprir o objetivo. Aequipa tem demonstrado quetem qualidade. No foi inferior aoBalasar e j no jogo com o Al-fenense mostrou uma grande ati-tude. Falta-nos um bocadinho desorte, frisou.

    Com 20 pontos, o Bougaden-se ocupa o penltimo lugar e esta trs do Crestuma, que est aci-ma da linha de gua. O Lusitanos,10 classificado, o prximo ad-versrio, num jogo marcado paraas 16 horas de domingo, no Par-que de Jogos da Ribeira. C.V.

    Trofense venceu contraCovilh que acabou com oito

    Mota, que entendeu que houvefalta sobre Tiago, aos 67 minu-tos. Aos 74, foi o guarda-redesTaborda que viu o vermelho dire-to. Manuel Mota considerou queo guardio travou a bola com amo fora da rea. O lance foi bas-tante contestado, uma vez queo corte foi feito com o peito e,em queda, Taborda acabou portocar na bola com a mo. No fi-nal de contas, Haghighi, que setinha zangado por no ser titu-lar, teve de ir para a baliza.

    Apesar de jogar com maisdois jogadores, o Trofense conti-nuou com muitas dificuldades emfinalizar at que, aos 85 minu-tos, o Covilh sofreu nova expul-so. Manuel Mota considerouque Edgar travou Riascos em fal-ta, dentro da grande rea, e mos-trou-lhe vermelho direto. Na con-verso da grande penalidade, Hl-der Sousa fez o 1-0, que fixou oresultado e carimbou o triunfo daequipa da Trofa.

    Com os trs pontos, o Trofen-se manteve-se na penltima po-sio, com 36 pontos, manten-do a distncia para o ltimo clas-sificado, Atltico (35 pontos), eaproximando-se da linha degua, uma vez que a Oliveirense(38 pontos) perdeu.

    Presidente do Covilhindignado com arbitragem

    No fim da partida, o presiden-te do Covilh criticou severamen-te a equipa de arbitragem, con-siderando uma vergonha e maudemais para ser verdade o quese passou dentro das quatro li-nhas. O Covilh sente que foimuito injustiado por algum queveio para aqui passar uma tardedesportiva que no era a nossa.O Covilh um clube do interiore felizmente fez os pontos sufi-cientes para no descer de divi-so, porque com este tipo depessoas de certeza que iriamosdescer de escalo, declarou

    Jos Mendes. Questionado so-bre se vai fazer uma exposio Liga Portuguesa de FutebolProfissional sobre as queixas, odirigente respondeu que no valea pena, porque no adianta eque isto no de agora, masde algumas semanas.

    Francisco Chal, treinadordos serranos, assemelhou asincidncias do jogo com um fil-me de terror e referiu que impe-diram a equipa de desempenharo seu trabalho.

    Verso diferente tem o treina-dor e dirigentes do Trofense. Otcnico, Porfrio Amorim, consi-dera que a equipa ganhou me-recidamente, porque foi a me-lhor equipa em campo, em cir-cunstncias extremamente dif-ceis e apesar do antijogo, comsimulaes e provocaes.

    Por seu lado, a direo doclube emitiu um comunicado nosite oficial, no qual lamenta econdena as declaraes de Jo-s Mendes e Francisco Chal,acusando-os de tentarem simu-lar um embuste, baseado numaverso virtual sobre o jogo. No minimamente aceitvel que es-ses mesmos responsveis inven-tem situaes fictcias para justi-ficar uma derrota justssima, re-ferem, aconselhando os respon-sveis do Covilh a observarcom cuidado as imagens do re-sumo da TrofaTv, que so cla-ras e esclarecedoras para con-firmarem o desacerto das suasdeclaraes e verificarem que, defacto, todos os lances, suscet-veis de alguma dvida, foramexemplarmente decididos.

    Hlder Sousa marcou o nico golo da partida

  • www.onoticiasdatrofa.pt 3 de abril de 201418 Desporto

    Nos termos do artigo 49, n. 1 dos Estatutos, convoco osSenhores Associados do Clube Desportivo Trofense para umaAssembleia Geral Ordinria a realizar no prximo dia 11 de Abrilde 2014, pelas 20:30, no Auditrio da Junta de Freguesia deBougado (Plo de So Martinho).

    Ordem de Trabalhos:- Informaes;- Apresentao, discusso e votao do Relatrio e Contas, relati-vo poca 2012/2013;- Apresentao, discusso e votao do Oramento, relativo poca2012/2013;- Outros assuntos de interesse para o Clube;

    Nota: Se na hora marcada no estiverem presentes o nmerosuficiente de Associados, a Assembleia Geral funcionar uma horadepois com os presentes.

    Regras de participao e votao:- S ser permitida a entrada a Scios do Clube com as contasem dia (Maro 2014);- S podero votar os scios de maioridade (com idade igual ousuperior a 15 anos) e com mais de trs meses de condio deassociado (data de admisso anterior a 11 de Janeiro de 2014);

    Trofa, 31 de Maro de 2014O presidente de Assembleia Geral

    Joo Lus Fernandes

    Diana AzevedoHermano Martins

    O regresso de Vtor bali-za do S. Romo adiantavauma partida mais equilibradae foram os homens treinadospor Carlos Dias os primeirosa marcar, at que o jogo des-moronou no segundo tempo.

    O Marechal Gomes da Cos-ta visitou o S. Romo na expec-tativa de amealhar mais pontos,no entanto os romanenses esta-vam mais equilibrados pelo retor-no do guarda-redes titular, apsleso.

    A partida comeou e a equi-pa da casa evidenciou-se maisagressiva ofensivamente, a che-gar vrias vezes baliza do ad-versrio. Assim, aos dez minu-tos, as construes ofensivasderam frutos e Teixeira rematoupara o primeiro golo.

    Aos 15 minutos, o MarechalGomes da Costa respondeu e,na sequncia de um canto emque Abreu foi mal marcado, fez-se o empate.

    A antecipao de Vtor, aos18 minutos, foi fatal. A bola to-cou-lhe involuntariamente na

    Apesar de ter vencido o jogoda ltima jornada do campeona-to da 2 Diviso distrital, dianteda Ordem, por 0-2, a equipa fe-minina do Futebol Clube S.Romo no conseguiu ser cam-pe, uma vez que o lder guiasde Santa Marta no escorregoudiante do Santana (venceu por 1-5) e manteve a distncia pontu-al. No entanto, a formaoromanense garantiu a 2 posioe a subida de diviso.

    No escalo de iniciados, na

    Clube Desportivo TrofenseConvocatria

    Assembleia-Geral Ordinria

    Futsal

    S. Romo falha 1 lugarsrie 2 da 2 Diviso, o CentroRecreativo de Bougado (CRB)segurou a vice-liderana ao ven-cer, pela margem mnima (0-1),o S. Salvador do Campo, na 23jornada. No mesmo campeona-to, a Associao Recreativa Des-portiva do Coronado bateu a Ca-sa do Futebol Clube do Porto deRio Tinto por 3-2 e manteve aigualdade pontual com o CRB. Naprxima jornada, o Coronado vi-aja ao reduto do Santa Cruz e oCRB recebe, no domingo, s 15

    horas, o Penafiel.Os juniores da Associao

    Recreativa Juventude do Murogolearam o Acadmico deSangemil, por 5-1, na 27 jornadada srie 1 da 2 Diviso distrital.Com 39 pontos, a equipa subiuao 8 posto e no prximo fim desemana defronta o Barranha. Damesma associao, a formaosnior perdeu com a ARDACM por1-2, mantendo a 11 posio dasrie 1 da 1 Diviso distrital, com29 pontos. O JD Gaia o prximoadversrio.

    J os seniores do GrupoDesportivo de Covelas perderamcom a Iniciao S. Roque por 1-3, na 27 ronda da 2 Divisodistrital, mas seguraram o 14posto, com 23 pontos.

    Na penltima jornada da s-rie 2 do campeonato de benja-mins, o Futebol Clube S. Romofoi goleado pelos RestauradoresBrs Oleiro por 11-0. Com novepontos, ocupa o 13 lugar. Naltima jornada, recebe o ArsenalParada. C.V.

    Maus resultados persistem em S. Romo

    mo, quando este estava fora darea, e assim o guardio viu overmelho direto e foi forado maisuma vez a abandonar o seu gru-po. Neste seguimento, tambmMagalhes teve que abandonaro terreno, para dar entrada aoguarda-redes suplente.

    Em desvantagem numrica o

    S. Romo podia ter marcado,aos 24 minutos, aps falta den-tro da rea sobre Patrick, masRenato desperdiou o remate eenviou figura do guardio.

    Este foi o momento da viradano jogo, em que os forasteirossouberam aproveitar da melhorforma para se sobreporem. Aos

    28 minutos, Abreu driblou a de-fesa romanense com mestria ena oposio com o guarda-redesfez o bis.

    Mesmo com desvantagemnumrica, o visitado foi para in-tervalo apenas com a diferenade um golo, mas o segundo tem-po foi fatal. O Marechal Gomesda Costa entrou melhor aps ointervalo e, volvidos dez minutos,Abreu fez o hatrick.

    Os 57 minutos testemunha-ram o 1-4, concretizado pelo ca-pito Rui Alexandre, perante umadefesa romanense mais vulner-vel.

    A fragilidade da equipa co-mandada por Carlos Dias eracada vez mais evidente e faltouflego casa para acompanharo adversrio. Aos 63 minutos,mais uma falha defensiva e maisum golo do capito e, cinco mi-nutos depois, Abreu fez o sextogolo do seu grupo.

    Face desmoralizao e des-vantagem numrica da equipa dacasa, estava a ser fcil para oMarechal Gomes da Costa goleare, ao minuto 80, at o guarda-redes Miguel conseguiu chegarao golo, ao concretizar umpenalti.

    O resultado final 2-7 fez-se nominuto seguinte, numa jogadarpida dos romanenses, comfinalizao de Teixeira.

    O treinador da casa conside-rou duas partes distintas nojogo, em que o S. Romo co-meou bem na partida, mastudo nos aconteceu. Volta oguarda-redes e expulso, temosum penalti e falhamos, sofremosdois golos contra a corrente dejogo, e depois um banco muitoreduzido, que nos limitou assubstituies. E sem falar quejogar com dez elementos dif-cil, por muito que queira inventarno fcil, justificou.

    J Diogo Figueiredo, treinadordos visitantes, admitiu que foi umjogo difcil, num campo commuita lama, o que travou muito abola. Estivemos a perder, masconseguimos dar a volta e com aexpulso do guarda-redes do S.Romo as coisas tornaram-semais fceis e o jogo fluiu. Fomosjustos vencedores, referiu.

    A equipa romanense est empenltimo lugar, com 15 pontos,e, na prxima jornada, pelas 16horas de domingo, 6 de abril,desloca-se ao reduto do Ramal-dense.

    S. Romo sofreu mais uma pesada derrota por sete bolas

  • www.onoticiasdatrofa.pt3 de abril de 2014 Desporto 19

    Arranca no sbado a 1 Ligade Futebol de 7 da Academia deFutebol da Louseira. Nove equi-pas, que representam outras tan-tas empresas, esto inscritas nacompetio que ser disputadaem formato campeonato.

    A primeira jornada comea nosbado, 5 de abril, s 20 horas,com o primeiro jogo entre Falual eRifel. Uma hora depois defrontam-se o Restaurante Braguinhas eAquaplace. No dia seguinte, paraas 19 horas est marcado o Con-feitaria Torres-Sanimaia, enquan-to s 20 horas, realiza-se o ltimoencontro da jornada, F.corse-

    Um bom teste para Londres.Este foi o balano do trofense RuiPedro Silva, que venceu a 9 Cor-rida do Benfica Antnio Leito, nodomingo, 30 de maro.

    O atleta, que veste a camisoladas guias, desde cedo, desta-cou-se na corrida de dez quilme-tros, completando-a em 30:05 mi-nutos, menos seis segundos queo brasileiro Paulo Paula. BrunoJesus, tambm do Benfica, foi ter-ceiro, a 18 segundos do vencedor.

    Para o trofense, que j haviatriunfado na poca passada, estafoi uma vitria difcil, porque naltima semana teve vrios con-tratempos com uma contratura navirilha e teve de jogar um pouco defesa, na fase inicial da prova.Foi melhor do que esperava, de-pois de vir de uns dias de para-gem e ainda fisicamente no es-tar no meu melhor. Foi espetacu-

    O vento e a chuva no desa-nimaram os mais de 4500 parti-cipantes que participaram naCorrida do Mar, em Matosinhos,organizada pela Runporto, no do-mingo, dia 30 de maro.

    De entre os concorrentes, des-tacou-se o trofense Jos Teixeira,que representa a equipa Gondo-mar Futsal Clube, percorrendo osdez quilmetros em 37:50 minutos,terminando em 44 lugar nas ge-rais e conseguido a 4 posio noescalo de mais 50 anos. Tambmo trofense Antnio Neto participounesta prova, representando aTrifitrofa, alcanando a 326 posi-o, na geral, e o 15 posto no es-calo de mais 55 anos, comple-tando-a em 44:39 minutos. P.P.

    A modalidade de natao do CEAT Clube Estrelas Aquticasda Trofa esteve representada no Torregri 2, que decorreu nosdias 29 e 30 de maro, nas piscinas Municipais de Lousada.

    Na prova, destinada a nadadores cadetes A e B, participaramos trofenses Martim Carvalho e Jason Silva.

    Jason Silva subiu ao pdio, nos cem metros costas, graas ao3 lugar que obteve, entre os 30 participantes, enquanto nos cemmetros livres ficou-se pelo 6, entre 29 atletas. Nos 50 metrosmariposa, terminou na 25 posio, num total de 30 participantes.

    J Martim Pereira, em 23 participantes, alcanou o 8 postonos cem metros mariposa, enquanto nos cem metros costas foi10, entre 44 atletas, e nos cem metros bruos foi 33, em 56. Jnos 400 metros livres, onde participaram 52 participantes, Martimterminou a prova na 21 posio. P.P.

    Os trofenses Vera Soares, Vanessa Soares, Adriana Jesus,Hugo Jesus, Joo Pereira, Rafael Ferreira e Bruno Gouveia vorepresentar a Escola Life Combat no Campeonato Regional deBoxe.

    Estes atletas do projeto Cross Stars, fruto da parceria da esco-la com a delegao da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa, voestrear-se na modalidade de boxe, neste fim de semana, assimcomo o atleta David Fernandes. Este novo passo fruto da par-ceria com a Escola BB Team do Clube Fluvial Portuense.

    Os atletas, que j contam com vrios combates de kickboxing,vo tentar arrecadar um lugar no pdio numa nova modalidade.Para a treinadora Ndia Barbosa, a mais-valia desta parceria que agora os atletas tm a oportunidade de se sagrarem campe-es numa modalidade olmpica e enriquecer o seu percurso deatletas com novas vitrias. P.P.

    Liga de Futebol de 7 comea no sbadoTrofilectrica. De folga estar a equi-pa da Litel.

    O torneio conta com empre-sas que pertencem ao concelhoda Trofa. Aps a reunio que fize-mos com todas elas, conclumosque esto reunidas todas as con-dies para termos um torneiomuito agradvel, no qual o carizcompetitivo vai estar envolvido,naturalmente, mas tambm have-r confronto entre amigos que tra-balham em empresas diferentes.Acho que ter um sucesso enor-me, anteviu Lus Cardoso, da Aca-demia de Futebol da Louseira, emdeclaraes ao NT.

    Esta a fase inicial de umacompetio que a Academia querimplementar no concelho, cujo fu-turo se antev com dois escales.Este campeonato vai servir paradefinir quais as equipas que fica-ro na 1 Liga. As trs ltimas clas-sificadas sabem que vo entrar na2 Liga, explicou.

    O objetivo abrir espao anovas empresas para que maisse juntem competio. A entra-da para ver os jogos gratuita.

    A Liga prolonga-se at 15 dejunho e tem apenas duas paragensnos fins de semana da Pscoa edo Dia da Criana, 1 de junho. C.V.

    Rui Pedro Silvavence Corrida do Benfica

    lar, acrescentou, sublinhando quefoi um bom teste para a Marato-na de Londres (13 de abril).

    Na prova feminina, Dulce Flixganhou com um tempo de 34.02minutos, contra 34.27 de FilomenaCosta (Jardim da Serra) e 34.53de Sara Moreira (Maratona).

    A Corrida do Benfica AntnioLeito, contou com mais de 12mil participantes e realizou-se nasimediaes do Estdio da Luz,passando pelo interior do Estdioe terminando na Praa do Cente-nrio.

    P.P.

    Trofenses na Corrida do Mar

    Jos Teixeira conseguiu o 4 lugar, no escalo de mais de 50 anos

    Mesmo sem estar em pleno fisicamente, Rui Pedro Silva venceu

    CEATcombonsresultadosnanatao

    Trofensesestreiam-senoboxe

    O grupo de cicloperegrinos mais antigo da Trofa j se encon-tra a preparar a sua 16 peregrinao em bicicleta at Ftima.Assim, entre os dias 6 e 8 de junho, o Grupo de Amigos do Salode Ch Aqurio vai para a estrada cumprir a habitual peregrina-o at ao Santurio de Ftima.

    Apesar das dificuldades que o pas atravessa, o lder do grupode amigos, Joaquim Azevedo, contou que com enorme satisfa-o que conseguem, ao longo destes 16 anos, cumprir consecu-tivamente a j tradicional peregrinao. A dedicao e uma boaorganizao so as palavras-chave para que este evento seja umarealidade, referiu.

    Nesta edio, os cicloperegrinos contam com o precioso apoiode vrias entidades empresariais do concelho, pois sem elas eraquase impossvel suportar os custos que a peregrinao acarre-ta. So eles o jornal O Notcias da Trofa, Caf Lord, Fibruhotel,Trifitrofa, GMLUX, Unicer, Hortiflr, Casa Antunes, Frutas Ramalho,Carnes Bougado, EDP, Bombeiros Voluntrios de Vagos e Cma-ra Municipal de Pombal. P.P.

    GrupodeamigospreparaperegrinaoaFtima

  • www.onoticiasdatrofa.pt 3 de abril de 201420Atualidade

    Para combater de forma eficiente as inmeras formas de corrupo, que a demo-cracia tem de enfrentar necessrio contar com uma justia clere, sem a qual avitria ser sempre dos corruptos e dos corruptores. A corrupo o cancro quemina a nossa sociedade e descredibiliza a democracia. A forma de uns tantos seapoderarem de bens e benesses, a que no teriam direito seno de maneira dolosa.

    Em democracia, a corrupo tanto mais criminosa quando contra toda apopulao e em prejuzo desta e por isso deve ser vigorosamente combatida. Ocombate corrupo deve ser prioritrio e estar sempre presente nos planos e nosprogramas de todos os grupos e partidos que se reclamam democratas.

    No nosso pas, enfrentamos desde sempre formas mais ou menos sofisticadasde corrupo, de que toda a gente fala, mas que nem sempre se consegue vencerpor falta de provas ou por truques e manobras dilatrias que retiram contundncia scondenaes, quando no as evitam. Nos ltimos anos, os escndalos ligados sautarquias e banca so a prova disto mesmo. Os processos arrastam-se e che-gam a prescrever uns atrs dos outros. Com tantos milhes sonegados ao erriopblico temos um escasso nmero de arguidos acusados, ainda menos condena-dos e muitos responsveis a gozar os seus crimes, enquanto milhes de portugue-ses so obrigados a pagar as faturas das faa