Edi§£o 1215

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Dia 30.08.2012

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    OSRIO, 30 DE AGOSTO DE 2012

    www.jornalrevisao.com.br

    ANO XXIIn 1215

    R$ 1,20

    Previso do tempo para hoje:

    11 C 24 C

    Nas eleies municipais do domingo (07/10), os 33.108 eleitores de Osrio, destes, 15.781homens e 17.327 mulheres, elegem atravs do voto secreto, o novo prefeito e vice-prefeito deOsrio e vereadores. Dos 52 vereadores que disputam vagas na Cmara Municipal de Vereado-res, apenas nove sero eleitos.

    A corrida pela busca de votos que constante, exige estratgias e sabedoria de cada candida-to. Esses precisam mostrar suas propostas e convencer o eleitor de que podero, e realmente irofazer algo que contribua com um municpio melhor.

    A Cmara de Vereadores exerce a funo do Poder Legislativo na esfera municipal. Os verea-dores so eleitos atravs do voto direto, cujo mandato tem durao de quatro anos, podendo ir reeleio. A quantidade de membros desse cargo poltico estabelecida atravs do contingentepopulacional de cada municpio.

    Os vereadores tm a funo de discutir as questes locais e fiscalizar o ato do Executivo Mu-nicipal - prefeito, com relao administrao e gastos do oramento. Eles devem trabalhar emfuno da melhoria da qualidade de vida da populao, elaborando leis, recebendo o povo, aten-dendo s reivindicaes, desempenhando a funo de mediador entre os habitantes e o prefeito.

    Outra importante atribuio a um vereador a elaborao da Lei Orgnica do Municpio. Essedocumento consiste numa espcie de Constituio Municipal, na qual h um conjunto de medidaspara proporcionar melhorias para a populao local. O prefeito, sob fiscalizao da Cmara deVereadores, deve cumprir a Lei Orgnica.

    Saiba quem so os 52 candidatos que disputam as eleies municipais em Osrio, nas pginas 10 e 11.

    Nove vagas para 52 candidatosno legislativo de Osrio

    Cmara Municipal de Vereadores ter a partir de janeiro de 2013 uma nova composio de homens e mulheres

    ELIANA RAMOS

    Grupo Elecnor eCEEE assinam

    acordo

    Pg. 09

    Desfile de SeteSetembro ser no

    domingo

    Pg. 07

    Espao do Leitor

    Pg. 17

    Joo Alexandre Silveira

    Eliana Ramos

  • 2 QUINTA- FEIRA, 30 DE AGOSTO DE 2012

    Editorial

    profmolina.pdt@gmail.com

    JORNALISTA RESPONSVEL:Anto V. R. Sampaio RMT 5514DIRETORA:Neli N. S. SampaioAUX. ADMINISTRATIVA:Talita Rangel IngrassiaJORNALISTA:Eliana Ramos MTB 13.503DIAGRAMAO:Edimara Silva da RosaOFFICE-BOY/ASSINATURAS:Eduardo Bernardes da SilvaOfcio do Registro Civil das PessoasJurdicas sob nmero L-A-3, fls. 18

    ASSINATURAS:ANUAL: R$80,00SEMESTRAL: R$ 45,00CORREIO ANUAL: R$ 105,00CORREIO SEMESTRAL: R$ 97,00

    INPI - Certificado de Registro de Marca n 817545824Representante em Porto Alegre:

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    FUNDADO EM 19/10/1988Neli Nunes dos Santos Sampaio

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    I m p r e s s o :

    M D I AG R F I C AZ E R O H O R A

    Editorial De mim te aproximaste no dia em que te invoquei;disseste: No temas.LAMENTAES 3 V57

    Dom Jaime Pedro Kohl

    Bispo da Diocese de

    Osrio

    Religio... A voz do pastor

    ELEIESPensemos. O eleitor dar

    a palavra final, nas eleies dodia 7-10-12, colocando seuscandidatos na Cmara de Ve-readores e seu Prefeito na Che-fia do Poder Executivo. Atra-vs do voto consciente certa-mente resultar, em ltimaanlise, na implementao depolticas pblicas de qualida-de por parte daquele que as-sumiem a prefeitura e por novevereadores que sabero legis-lar com responsabilidade,como tambm exercero umafiscalizao sria dos atos doprefeito. O povo usar a suapoderosa arma democrticaque o voto para afastar ouno eleger aqueles que falsei-am a verdade e, por consequ-ncia escolher pessoas comexperincia e do lado do bem.Os que continuarem atacandoos adversrios, no lograroxito em suas empreitadas,pois os eleitores querem com-plementar a vontade da Lei daFicha Limpa e escolher pesso-as para os representarem nabusca dos anseios e propostasao menos consideradas vi-veis. Tm candidato lobo co-berto de pele de cordeiro ten-tando enganar os eleitores ouse passando por coitadinho ouvtima para conseguir o votodaqueles que se deixam influ-

    enciar por boas intenes.Votem conscientes em can-didatos de provada capaci-dade e com experincia ad-ministrativa e no em opor-tunistas ou defensores da leide Gerson: tirar proveitoprprio em tudo. Traba-lhem para que as eleiesvindouras sejam um marcohistrico entre os do bem,afastando ou no elegendoaqueles que no seguem arisca a honestidade ou queno tenham experincia ad-ministrativa.

    T S ESigam os exemplos que

    o prprio T S E est sugerin-do nos meios decomunicao, em insereseducativas.

    HOMENAGEMA minha homenagem de

    hoje para a grande compa-nheira candidata a vereadora,recentemente falecida: ZildaBernardes Corra.

    EPLOGO*O que escrevi sobre

    eleies nada pessoal.*O T S E est alertando

    sobre Ficha Limpa.Um forte abrao e at a

    prxima...Tombando agosto e entran-

    do em setembro o primeiro pen-samento que nos vem a Sema-na da Ptria. No sei se por esp-rito patritico ou se porque trazde carona um feriado que todomundo parece gostar e aprovei-tar para dar uma aliviada, umarespirada antes de comear aprimavera que esse ano pareceter-se antecipado.

    Ser que tem ainda algumque pensa na cantada PtriaAmada que aprendemos nonosso tempo de infncia e juven-tude, no tempo dos desfiles sa-grados a que ramos obrigados,mas que tinham um certo qude orgulho ptrio? Hoje, poucose fala de ptria. Fala-se mais empas, nao brasileira. Tudobem, cada tempo tem sua sensi-bilidade! Em tempos de globali-zao o horizonte outro. Sen-timo-nos cidados do mundo, verdade. Contudo, no pode-mos esquecer nossas origens, ocho onde nos criamos, o povo

    a que pertencemos. bom perguntarmo-nos:

    s quantas anda a nossa Ptria?Quando estudava na Itlia, meioque gozavam de ns, falando emtom de ironia O Maior Pas doMundo. O motivo, certamen-te, foi a ideia que ns mesmosvendemos, ou seja, que tudoaqui grande. Grande exten-ses de terras, grandes rios,grandes usinas, grandes estdi-os, grandes rodovias, etc. Nose falava da grande pobreza,violncia, favelas, corrupo,injustias e muitas outras gran-des misrias e fragilidades quenos acompanham... Vendemosa idia de um Brasil: paraso ter-restre.

    Por muito tempo fomos opas do futebol, do carnaval, doprazer, da festa, do jeitinho. Olado bom: o sermos identifica-dos como um povo alegre e fe-liz. O menos bom: um povo le-viano e pouco srio, quando nodescompromissado e pouco

    confivel, at mesmo preguio-so, bomio.

    Precisamos assumir as coi-sas boas que nos honram e aban-donar tudo o que comprometenossa reputao. Esperamosque os juzes do mensalo nopercam a oportunidade de dizerao mundo que na nossa Ptriaest comeando uma nova era:que agora, tambm no Brasil, lu-gar de corrupto na cadeia. Esse um sonho intenso, um raiovvido que h muito tempo es-peramos ver realizado.

    Neste tempo de campanhapoltica e proximidade das elei-es no podemos esquecernossos princpios ptrios e cris-tos. Um pas s ser grande aosolhos do mundo, no se tivermuito dinheiro, mas somente setiver respeito e amor pelos seusfilhos, oferecendo a eles condi-es dignas de vida.

    Honremos nossa Ptria vi-vendo como pessoas honestas,amantes da justia e fortes na f.

    Semana da Ptria

    A realizao do DilogosCdes-RS - Desenvolvimento daRegio e Setor Energtico-Eli-co, em Osrio na semana passa-da foi uma grande oportunida-de para reflexo no litoral nortegacho. Entre manifestaesimportantes de lideranas queparticiparam do evento, o arqui-teto urbanista, empresrio econselheiro que participa daCmara Temtica de IndstriaNaval, Petrleo, Gs Natural eSetor Energtico, Telmo Maga-dan, destacou um fator que pre-cisa de anlise e de um tratamen-to especial.

    Mais do que falar em ener-gia sustentvel, o homem visio-nrio mencionou a grandeza dodesenvolvimento regional, le-vantando alguns pontos funda-mentais. Magadan enfocou queo litoral uma regio magnfica,que possui uma comunidadeaguerrida, batalhadora, mas quetem sofrido nos ltimos anoscom a falta de planejamento e arealizao de polticas pblica.Mesmo enfrentando isso, temsido uma comunidade que tem

    sobrevivido e crescido.A atuao do prefeito Ro-

    mildo Bolzan Jnior, a formacomo recebeu os primeirosmovimentos da Ventos do Sul,da Elecnor e a maneira comoprocurou ajudar esse processo,quando iniciou o advento daenergia elica em Osrio, foi umacontecimento louvvel. Soaes importantssimas comoessa que o litoral precisa, por seruma comunidade que tem ad-versidades em relao a outrasregies do Estado.

    O PIB da regio tem cresci-do, mas visvel a falta de umplanejamento especfico para olitoral norte. At existem gran-des planejamentos, mas notem gesto integrada - h ges-to dos prefeitos e naturalmen-te h prefeituras com maior emelhor ao, mas falta algo quefaa a diferena, como porexemplo, um mster plano queseja executado e coordenadopor uma integrao de agentesmunicipais, estaduais e fede-rais, lembrando neste contex-to, os limite do municpio e o

    regional.As aproximadamente 90 a

    100 mil habitaes que ficamuma mdia de sete a oito mesesdesocupadas e so usadas ape-nas no veraneio contradizem anecessidade de gerao de in-fraestrutura e de ocupao ur-bana e de planejamento. A, seevidencia a necessidade da rea-lizao de um planejamento ur-bano e regional rural, integran-do essas vocaes. A dica deMagdan que se faa uma revi-so de todos os planos regionaisligados ao litoral, dentro da se-cretaria de planejamento. Quese pense em atualizar e melho-rar o crescimento econmico esocial da regio, no para dimi-nuir e restringir, mas para valo-rizar a vocao do litor