ECONOMIA I

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ECONOMIA I. Baseado na Obra: Economia – Micro e Macro Marco Antônio Sandoval de Vasconcellos. ECONOMIA I. 1 – Introdução à Economia 2 – Demanda, Oferta e Equilíbrio de Mercado 3 – Elasticidades 4 – Produção 5 – Custos de Produção - PowerPoint PPT Presentation

Transcript of ECONOMIA I

Apresentação do PowerPointMarco Antônio Sandoval de Vasconcellos
Economia I UNIP - Universidade Paulista
Professor: Roberto Name Ribeiro
de Mercado
3 – Elasticidades
4 – Produção
Definição
Exercícios
Alguns Problemas Econômicos:
- Por que a expansão da moeda e do crédito pode gerar
inflação ?
- Por que o nordestino possui uma renda per capita muito
inferior à do paulista ?
melhoria na balança comercial e uma redução do salário
real ?
Até onde juros altos reduzem o consumo e estimulam a
poupança ?
Cont...
- Por que a taxa de juros de mercado e o preço esperado
de venda do produto são dados importantes para as
decisões de investimento das empresas ?
- Por que a renda dos agricultores se eleva quando ocorre
uma estiagem que reduz a produção ?
- Por que a alta de preço do cafezinho reduz a demanda de
açucar ?
- Por que estudar economia quando o lazer é mais atraente ?
Roberto Name Ribeiro
Sua concepção:
A economia repousa sobre os atos humanos e é por excelência
uma ciência social. Apesar da tendência atual ser a de se obter
resultados cada vez mais precisos para os fenômenos econômi-
cos é quase que impossível se fazer análises puramente frias e
numéricas, isolando as complexas reações do homem no con-
texto das atividades econômicas.
- A ciência que estuda a escassez.
- A ciência que estuda o uso dos recursos
escassos na produção de bens alternativos.
O Estudo da forma pela qual a sociedade administra
seus recursos escassos.
Economia é uma ciência social que estuda a produção,
a circulação e o consumo dos bens e serviços que são
utilizados para satisfazer as necessidades humanas.
Roberto Name Ribeiro
indivíduo e a sociedade decidem utilizar recursos
produtivos escassos, na produção de bens e serviços,
de modo a distribuí-los entre as várias pessoas e
grupos da sociedade, com a finalidade de satisfazer
às necessidades humanas.
Roberto Name Ribeiro
Recursos Produtivos (Fat.de Produção) > Finito e Limitado
(Recursos naturais, Mão de Obra, Capital)
- Insumos -
(restrição física dos recursos)
A sociedade deve produzir mais bens de consumo ou
bens de capital, e quanto ?
COMO produzir ?
obra intensiva.
dade econômica. Quais os setores beneficiados.
Problemas econômicos fundamentais
Roberto Name Ribeiro
desenvolver as atividades econômicas.
Atividades de produção, circulação,
Roberto Name Ribeiro
. Economia Planificada (ou centralizada, tipo socialista)
Roberto Name Ribeiro
econômicos fundamentais (o que e quanto, como
e para quem produzir), como guiados por uma
mão invisível, sem a intervenção do governo.
Mecanismo de Preço
Roberto Name Ribeiro
Formam-se estoques
bens aos escassos consumidores.
Formam-se filas
Existirá concorrência entre consumidores para compra.
Até o equilíbrio
Roberto Name Ribeiro
(o que) Decidido pelos consumidores (soberania do consumidor).
(quanto) Determinado pelo encontro da oferta e demanda de
mercado.
empresas.
Decidido no mercado de fatores de produção (demanda e oferta
de fatores de produção). Questão distributiva.
Roberto Name Ribeiro
(Advoga a soberania do mercado, sem interferência
do Estado. Este deve responsabilizar mais com justiça,
paz, segurança, e deixar o mercado resolver as questões
econômicas fundamentais).
em função de:
remuneram os serviços de mão-de-obra);
- poder de monopólios e oligopólios na forma-
ção de preços no mercado;
- intervenção do governo (impostos, subsídios,
tarifas, política salarial, fixação de preços mí-
nimos, política cambial);
Roberto Name Ribeiro
recursos. Em países pobres, o Estado tende a promover
a infra-estrutura básica, que exigem altos investimentos,
com retornos apenas a longo prazo, afastando o setor
privado;
renda, pois as empresas estão procurando a obtenção do
máximo lucro, e não com questões distributivas.
Roberto Name Ribeiro
complementar a iniciativa privada e regular alguns mercados.
Há muitos mercados, entretanto, que comportam-se como
um sistema de concorrência pura. Ex. hortifrutigranjeiro.
Roberto Name Ribeiro
Séc. XVIII - XIX
Início do Séc. XX
economia opere sempre com pleno
emprego dos seus recursos.
Setor Público na economia.
- complemento da iniciativa privada (infra-estrutura, etc.);
- fornecimento de serviços públicos;
Exemplo: educação, segurança, justiça, etc.);
- compra de bens e serviços do setor privado.
Atuação do setor público:
fundamentais.
recursos contábeis que permitem o controle da efi-
ciência das empresas (não há desembolso monetário);
Distribuição do Produto: os preços dos bens de
consumo são determinados pelo governo
Repartição do lucro: Governo, investimento da
empresa e o restante dividido entre os adminis-
tradores e os trabalhadores.
Problemas econômicos fundamentais
Ex.: Uma redução na taxa de crescimento da quantidade de
moeda reduziria a Taxa de Inflação.
(Cientistas econômicos)
(Prescritivas) como o mundo deveria ser.
Ex.: O Banco Central deveria reduzir a quantidade de moeda
emitida. (Envolve: Valores, ética, religião, política,etc.)
(Formuladores de políticas)
Roberto Name Ribeiro
Concepção Humanística
atos humanos, objetivando a
dos extra-econômicos.
A Autonomia da cada um dos ramos das Ciências Sociais
não deve ser confundida com um total isolamento, mas sim
observada sob diferentes óticas e investigada em termos não
unilaterais.
interligadas.
Cada ciência observa e analisa a realidade do aspecto
material do seu objeto, segundo sua própria lógica formal.
Professor: Roberto Name Ribeiro
Política é a arte de governar. O exercício do poder.
É natural que este poder tente exercer o domínio
sobre a coisa econômica.
gens econômicas pelos grandes grupos econômicos.
Ex.: Agricultores na época da política do café com
leite.
grandes industrias.
à evolução histórica da civilização. As idéias que cons-
troem as teorias são formuladas num contexto histórico
onde se desenvolvem as atividades e as instituições
econômicas.
das atividades econômicas e, inúmeras vezes, as divi-
sões regionais são utilizadas para se estudar as ques-
tões ligadas aos diferenciais de distribuição de renda,
de recursos produtivos, de localização de empresas,
dos efeitos da poluição, das aglomerações urbanas, etc.
Autonomia e Inter-relação:
Roberto Name Ribeiro
da sociologia, isto é, a dinâmica da mobilidade social
entre as diversas classes de renda.
Políticas salariais e gastos sociais ( educação, saúde,
transporte, alimentação etc. ) são exemplos que direta
ou indiretamente influenciam essa mobilidade.
Autonomia e Inter-relação:
Roberto Name Ribeiro
assim como o comportamento das empresas.
Ex.:
em determinadas áreas (ex.: petróleo, telecomunicações,etc)
Constituição Federal: Determina a competência para exe-
cução de política econômica. Estabelece os direitos e de-
veres dos agentes econômicos.
probabilidades estatísticas. Muitas relações do
comportamento econômico podem ser expressas
através de funções matemáticas.
econômicas, matematicamente formu-
desvios aleatórios.
produto ou grupo de produtos, ou seja, o comportamento
dos compradores (consumidores) e vendedores (produ-
tores) de tais bens.
e o mercado no qual interagem. Preocupa-se com a deter-
minação dos preços e quantidades em mercados específicos.
Ex.: Evolução dos preços internacionais do café brasileiro.
O nível de vendas no varejo, numa capital.
Roberto Name Ribeiro
o volume da produção total ( crescimento econômico ),
o nível de emprego e o nível geral de preços (Inflação) do
sistema econômico, bem como a inserção do mesmo na
economia mundial.
volvimento que levem à elevação do padrão de vida (bem-
estar) da coletividade. Questões estruturais, de longo prazo
(crescimento da renda per capita, distribuição de renda,
evolução tecnológica).
países (transações de bens e serviços e transações monetá-
rias). Trata-se da determinação da taxa de câmbio, do co-
mércio exterior e das relações financeiras internacionais.
Roberto Name Ribeiro
que a economia pode produzir potencialmente, dados
os fatores de produção e a tecnologia disponíveis.
Curva (Fronteira) de Possibilidade de Produção
- É a fronteira máxima que a economia pode produzir,
dado os recursos produtivos limitados. Mostra as
alternativas de produção da sociedade, supondo os
recursos plenamente empregados.
Roberto Name Ribeiro
A obtenção
de alguma
coisa, porém,
abrindo mão
de outra.
0
250
450
600
700
750
Plan1
X
Y
250
0
200
250
150
450
100
600
50
700
0
750
Plan1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Plan2
Plan3
oportunidade é zero, pois
não é necessário sacrifício
de recursos produtivos para
A – Capacidade Ociosa
A
B
C
D
250
200
150
750
450
250
Gráf1
250
200
150
100
50
0
0
250
450
600
700
750
Plan1
X
Y
250
0
200
250
150
450
100
600
50
700
0
750
Plan1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Plan2
Plan3
mais, sem reduzir a
A
B
C
D
250
200
150
750
450
250
ECONOMIA – Micro e Macro
Custo alternativo / Custo implícito
É o grau de sacrifício que se faz ao optar pela
produção de um bem, em termos da produção
alternativa sacrificada.
O custo de alguma coisa é o que você desiste
para obtê-la.
A
B
C
D
250
200
150
750
450
250
250
450
600
700
750
150
100
200
50
250
Dadas como inalteradas as capacidades tecnológicas e de
produção de uma economia e estando o sistema a operar a
níveis de pleno emprego, a obtenção de quantidades adicio-
nais de determinada classe de produto implica necessaria-
mente a redução das quantidades de outra classe.
Em resposta a constantes reduções impostas à classe que
estará sendo sacrificada, serão obtidas quantidades adicio-
nais cada vez menos expressivas da classe cuja produção
estará sendo aumentada, devido à relativa e progressiva
inflexibilidade dos recursos de produção disponíveis e em uso.
Fronteira de Possibilidades de Produção
=> Lei dos custos de oportunidade crescentes
Roberto Name Ribeiro
Um avanço econômico
desloca a fronteira de
Produzir.
0
0
250
300
450
550
600
750
700
900
750
1000
Plan1
X
Y
250
0
0
200
250
300
150
450
550
100
600
750
50
700
900
0
750
1000
Plan1
Plan2
Plan3
Positivo
Negativo
0 5 10 15 20
Correlação Positiva
Correlação Negativa
O Equilíbrio de Mercado
comportamento das
Roberto Name Ribeiro
Remuneração
Roberto Name Ribeiro
sendo iguais ”, é usada para lembrar que todas as
variáveis, que não aquela que está sendo estudada,
são mantidas constantes.
mercados constantes
- O mercado em estudo não afeta e não é afetado pelos
demais.
mente dos efeitos de outras variáveis.
Ex.:
Independente
Roberto Name Ribeiro
Demanda (ou procura) é a quantidade de determinado
bem ou serviço que os consumidores desejam adquirir,
num dado período.
intenção de comprar, a dados preços.
A escala de demanda indica quanto (quantidade) o
consumidor pode adquirir, dadas várias alternativas
de preços de um bem ou serviço.
Roberto Name Ribeiro
Baseia-se na teoria
do Valor Utilidade.
Dada uma Renda
Consumidor
Roberto Name Ribeiro
Aumenta quanto maior a
quantidade consumida do bem
Satisfação adicional (na margem)
unidade do bem
desse bem, quanto mais o consome.
Roberto Name Ribeiro
Umg =
Ut
q
Roberto Name Ribeiro
Paradoxo da Água e do Diamante
Por que a água, sendo mais necessária, é tão barata,
e o diamante supérfluo, tem preço tão elevado ?
Ex: Utilidade
Riqueza (e sua distribuição)
Renda (e sua distribuição)
Expectativas sobre o futuro
Roberto Name Ribeiro
qdi = f( pi , ps , pc , R, G)
qdi = quantidade procurada (demandada) do bem i
pi = preço do bem i
ps = preço dos bens substitutos ou concorrentes
pc = preço dos bens complementares
R = renda do consumidor
Função Geral da Demanda
Obs.: Para estudar o efeito de cada uma das variáveis,
deve-se recorrer à hipótese ceteris paribus
Roberto Name Ribeiro
qdi = f( pi )
e o preço do próprio bem
Supondo ps , pc , R e G constantes
Função Convencional
a quantidade demandada de um bem ou
serviço varia na relação inversa de seu preço.
Por que ?
e o preço do próprio bem
Efeito preço total:
concorrentes, fazendo com que a qtd.
demandada aumente.
consumidor aumenta, e a qtd. demandada do
bem deve aumentar.
Roberto Name Ribeiro
de um bem sobre a quantidade
do bem que os consumidores
estão dispostos a comprar e
não a compra efetiva
demandada têm relação nega-
inclina para baixo.
Preço do
e preços de outros bens e serviços
Bem substituto = o consumo de um bem substitui o consumo
ou concorrente do outro.
tido constante (ceteris paribus), um aumento
no preço de um deles aumenta a demanda
pelo outro. Ex.: Manteiga e margarina.
qdi = f( ps )
qdi
ps
> 0
e preços de outros bens e serviços
Ex.: 1- Carne de vaca,
frango e peixe.
Preço da
e preços de outros bens e serviços
Bens complementares = são bens consumidos em conjunto.
qdi = f( pc )
qdi
pc
< 0
pelo outro bem. Ex.: Computador e software.
Roberto Name Ribeiro
e preços de outros bens e serviços
Ex.: 1- Camisa social
Preço do litro
de gasolina (R$)
(Supondo um aumento
Relação entre a demanda de um bem
e renda do consumidor (R)
qdi = f( R )
Em relação à renda dos consumidores, há três situações
distintas:
qdi
R
> 0
aumento na renda provoca um aumento
na quantidade demandada do bem.
Roberto Name Ribeiro
qdi
R
< 0
e renda do consumidor (R)
Bem Inferior = tudo o mais constante, um
aumento na renda provoca uma diminuição
na quantidade demandada do bem.
Ex.: Passagem de ônibus, carne de segunda.
qdi
R
= 0
renda do consumidor, não aumentará a
demanda do bem. Caso da demanda de
alimentos básicos, como o açucar, sal, arroz.
Roberto Name Ribeiro
Relação entre a demanda de um bem
e renda do consumidor (R)
Essa classificação depende da classe de renda dos
Consumidores.
bens inferiores. Com a renda mais elevada, maior nº
de produtos passa a ser classificado como bem inferior.
Roberto Name Ribeiro
Relação entre a demanda de um bem
e renda do consumidor (R)
BEM
NORMAL
(Supondo um aumento
Relação entre a demanda de um bem
e renda do consumidor (R)
BEM
INFERIOR
(Supondo um aumento
Relação entre a demanda de um bem
e renda do consumidor (R)
(Supondo um aumento
Relação entre a demanda de um bem
e hábitos dos consumidores (G)
qdi = f(G )
Hábitos, preferências ou gostos (G) podem ser alterados,
“manipulados”por propaganda e campanhas promocionais,
incentivando ou reduzindo o consumo de bens.
Roberto Name Ribeiro
Relação entre a demanda de um bem
e hábitos dos consumidores (G)
Campanha do
Preço do
Bem (R$)
Resumo
bem como as relações entre essas variáveis e a demanda
do consumidor, podem ser assim resumidas:
qdi = f( pi , ps , pc , R, G)
Função Geral da Demanda
Curva de Demanda de Mercado de um Bem ou Serviço
A demanda de Mercado é igual ao somatório das demandas individuais.
Dmercado = dconsumidores individuais
i = 1,2,...,n consumidores.
A cada preço, a demanda de mercado é a soma das
demandas dos consumidores individuais.
Curva de Demanda de Mercado de um Bem ou Serviço
0 50 100 150 200
Preço do
Bem (R$)
Preço do
Bem R$)
Curva de Demanda de Mercado de um Bem ou Serviço
0 150 300 450 600
Preço do
Bem R$)
Variações na Demanda e
variações na quantidade demandada
Variações na demanda = Dizem respeito ao deslocamento
da curva da demanda, em virtude de alterações em ps , pc ,
R, G (ou seja, mudança na condição ceteris paribus).
Variações na quantidade demandada = refere-se ao movi-
mento ao longo da própria curva de demanda, em virtude
da variação do preço do próprio bem pi , mantendo as
demais variáveis constantes (ceteris paribus).
Roberto Name Ribeiro
Variações na Quantidade Demandada
Preço do próprio bem
Movimento ao longo da
Deslocamento da curva
Preço do
Cigarro (R$)
Preço do
Cigarro (R$)
Paradoxo (Bem) de Giffen
É uma exceção à Lei Geral da Demanda, em que a curva
é positivamente inclinada (relação direta) entre a quanti-
dade demandada e o preço do bem.
Preço
da
Batata
(R$)
Paradoxo (Bem) de Giffen
Comunidade Inglesa muito pobre.
Como a população gastava a maior parte da renda
com esse produto, o seu poder aquisitivo aumentou
e como estavam saturados de batata, passaram a gas-
tar com outros produtos.
demandada (curva positivamente inclinada).
Bem de Giffen (nome do economista) é um tipo de bem inferior,
embora nem todo bem de Giffen seja um bem de Giffen.
Roberto Name Ribeiro
Calculada estatisticamente e empiricamente (Curso de
Econometria).
Exemplos:
Coeficientes
Roberto Name Ribeiro
Exercícios sobre a demanda de mercado
qdx = 3 – 0,5.px – 0,2.py + 5.R
1- Dados:
Pede-se: 1- O Bem y é complementar ou substituto a x ? Por que ?
2- O bem x é normal ou inferior? Por que?
3- Supondo ( px = 1 , py = 2 , R = 100 ) qual a qtd.
procurada de x ?
Roberto Name Ribeiro
Exercícios sobre a demanda de mercado
qdx = 500 – 1,5.px + 0,2.py – 5.R
1- Dados:
Pede-se: 1- O bem x é normal ou inferior? Por que?
2- O bem y é complementar ou substituto a x ? Por que ?
3- O bem x seria um bem de Giffen ? Por que ?
4- Supondo ( px = 1 , py = 2 , R = 40 ) qual a qtd.
demandada de x ?
5- Se a renda aumentar 50%, ceteris paribus, qual a qtd.
demandada de x ?
Roberto Name Ribeiro
Oferta é a quantidade de determinado bem ou serviço
que os produtores desejam vender, em função dos preços,
em um determinado período.
custos de produção.
Roberto Name Ribeiro
Variáveis que afetam a Oferta de um bem ou serviço
qoi = f( pi , pfp , pn , T, M)
qoi = quantidade ofertada do bem i
pi = preço do bem i
Pfp = preço dos fatores e insumos de produção m (matéria-
prima, mão-de-obra, etc.)
T = tecnologia
Roberto Name Ribeiro
qoi
pi
> 0
se o preço do bem aumenta, estimula as
empresas a produzirem mais. Para pro-
duzir mais, os custos serão maiores, e o
preço do bem deve ser aumentado.
Função Geral da Oferta
Como os empresários reagem, quando se altera o preço do
bem ou serviço, ceteris paribus.
Aumentando a qtd. ofertada
Função Geral da Oferta
Preço do
Relação entre a oferta de um bem
e preço do fator (Insumo) de produção (Pfp)
qoi = f(Pfp )
Preço do Fator de produção (Pfp). Se o preço
do fator mão-de-obra aumenta, diminui a
oferta do bem, ceteris paribus, (haverá um
deslocamento). O mesmo vale para os demais
fatores de produção, como terra, matérias-
primas, etc.
Deslocamentos da curva
Preço do
Relação entre a oferta de um bem
e preço de outros bens, substitutos na produção (Pn)
qoi = f(Pn )
Preço de outro bem substituto na produção
(Pn). Ex.: Se o preço do bem substituto
aumenta, e dado o preço do bem (ceteris
paribus), os produtores diminuirão a pro-
dução do bem, para produzir mais do bem
substituto.
qoi
Pn
< 0
Deslocamentos da curva
Preço do
Relação entre a oferta de um bem
e tecnologia (T)
qoi
T
> 0
ceteris paribus, aumenta a oferta do bem.
Roberto Name Ribeiro
Deslocamentos da curva
b) Redução da tecnologia,
ceteris paribus, há uma
Preço do
Relação entre a oferta de um bem
e os objetivos e metas do empresário (M)
qoi = f(M)
qoi
M
> < = 0
ou reduzir a produção.
Curva de Oferta de Mercado de um Bem ou Serviço
A Oferta de Mercado é igual ao somatório das ofertas das firmas
individuais, que produzem um dado bem ou serviço.
Omercado = qfirmas individuais
j = 1,2,...,n firmas.
A cada preço, a oferta de mercado é a soma das
ofertas das firmas individuais.
80
60
40
20
0
Curva de Oferta de Mercado de um Bem ou Serviço
0 5 10 15 20
Preço do
Bem (R$)
O
Preço do
Bem (R$)
O
Curva de Oferta de Mercado de um Bem ou Serviço
0 15 30 45 60
Preço do
Bem (R$)
Variação da oferta e
Variação da quantidade ofertada
Variação da Oferta = Deslocamento da curva de oferta, em
virtude de alterações em pfp , pn , T, M (ou seja, mudança na
condição…