CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO - · PDF file... da compreensão e...

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  • CRITRIOS GERAIS DE AVALIAO 2016/2017

  • 2

    Critrios Gerais de Avaliao

    Artigo 1.

    Enquadramento legal da avaliao

    1 De acordo com o Decreto-Lei n. 139/2012, de 5 de julho, com as alteraes introduzidas

    pelos Decretos-Lei n.os 91/2013, de 10 de julho, 176/2014, de 12 de dezembro e 17/2016 de 4 de

    abril, com o Despacho normativo 1F/2016 e tambm com a Portaria n. 243/2012, de 10 de agosto,

    tendo presente a importncia da avaliao interna e externa das aprendizagens para o sucesso

    educativo dos alunos e para o bom desempenho das escolas, o Governo considera que a

    administrao educativa deve monitorizar o sistema, nomeadamente no que respeita s

    aprendizagens dos alunos, e providenciar informao sobre o seu desempenho com a qualidade

    que permita contribuir para uma efetiva melhoria das aprendizagens e para a criao de

    oportunidades de sucesso escolar para todos.

    2 A avaliao das aprendizagens orienta-se pelos normativos legais em vigor que constituem

    referenciais comuns no interior do agrupamento, sendo operacionalizados pelos educadores,

    professores e respetivos conselhos de turma.

    3 Os critrios gerais de avaliao da aprendizagem pretendem orientar toda a atividade avaliativa

    dos educadores/professores, na escola, no sentido de a tornar o mais homognea e objetiva

    possvel: tornar transparente, para toda a comunidade escolar, o processo de avaliao da

    aprendizagem, atravs da explicitao dos princpios e das regras que a enquadram. Por isso, a

    avaliao dever constituir uma parte integrante e reguladora de um processo pedaggico dinmico

    integrado na sequncia: planificao aplicao avaliao reflexo reorientao.

  • 3

    Artigo 2.

    Finalidades da avaliao

    1 A avaliao constitui um processo regulador do ensino e da aprendizagem, que orienta o

    percurso escolar dos alunos e certifica as aprendizagens desenvolvidas.

    2 A avaliao tem por objetivo central a melhoria do ensino e da aprendizagem baseada num

    processo contnuo de interveno pedaggica.

    3 A avaliao incide sobre os contedos definidos nos programas e tem como referncia as metas

    curriculares em vigor para as diversas reas disciplinares e no disciplinares do 1. ciclo e

    disciplinas nos 2. e 3. ciclo e secundrio.

    a) As aprendizagens de carter transversal ou de natureza instrumental, nomeadamente no

    mbito da educao para a cidadania, da compreenso e expresso em lngua portuguesa e

    da utilizao das tecnologias de informao e comunicao, constituem objeto de avaliao

    em todas as reas disciplinares e disciplinas.

    5 As diferentes formas de recolha de informao sobre as aprendizagens, realizadas quer no

    mbito da avaliao interna, da responsabilidade dos professores e dos rgos de gesto

    pedaggica da escola, quer no mbito da avaliao externa, da responsabilidade dos servios ou

    organismos do Ministrio da Educao, prosseguem, de acordo com as suas finalidades, os

    seguintes propsitos:

    a) Informar e sustentar intervenes pedaggicas, reajustando estratgias que conduzam

    melhoria da qualidade das aprendizagens, com vista promoo do sucesso escolar;

    b) Aferir a prossecuo dos objetivos definidos no currculo;

    c) Certificar aprendizagens.

    4 Sem prejuzo das especificidades que distinguem os processos de avaliao interna e externa

    das aprendizagens, no que respeita ao desempenho dos alunos e ao desenvolvimento do currculo,

    a anlise dos dados recolhidos deve valorizar leituras de complementaridade, de modo a potenciar

    a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem.

    5 O modelo integrado de avaliao externa das aprendizagens no ensino bsico introduz as

    provas de aferio, a realizar em fases intermdias dos 1., 2. e 3. ciclos, mantendo as provas

    finais do 3. ciclo, que visam avaliar o desempenho dos alunos, certificar a concluso do 3. ciclo

    do ensino bsico e criar a possibilidade de prosseguimento de diferentes percursos escolares no

    ensino secundrio.

    Artigo 3.

    Princpios da avaliao

    1 A avaliao no nvel de Educao Pr-escolar assenta nos seguintes princpios:

    a) Carter holstico e contextualizado do processo de desenvolvimento e aprendizagem da

    criana;

  • 4

    b) Coerncia entre os processos de avaliao e os princpios subjacentes organizao e

    gesto do currculo definidos nas orientaes curriculares para a educao pr-escolar;

    c) Utilizao de tcnicas e instrumentos de observao e registo diversificados;

    d) Carter formativo;

    e) Valorizao dos progressos da criana;

    f) Promoo da igualdade de oportunidades e equidade.

    2 A avaliao das aprendizagens do 1. ao 12. anos assenta nos seguintes princpios:

    a) Consistncia entre os processos de avaliao e as aprendizagens e competncias

    pretendidas, atravs da utilizao de modos e instrumentos de avaliao diversificados, de

    acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem;

    b) Primazia da avaliao formativa, com valorizao dos processos de autoavaliao

    regulada, e sua articulao com os momentos de avaliao sumativa;

    c) Valorizao do aluno, ao longo de cada ciclo;

    d) Transparncia do processo de avaliao, nomeadamente, atravs da clarificao dos

    critrios adotados;

    e) Contribuio diversificada dos intervenientes no processo de avaliao.

    Artigo 4.

    Critrios de avaliao

    1 Os critrios gerais de avaliao balizam os critrios especficos de cada rea de contedo/rea

    disciplinar/disciplina, de modo a promover a clareza e a articulao vertical dos mesmos entre

    ciclos.

    2 Os alunos devem ser informadoS e esclarecidos pelo professor da disciplina sobre todo o

    processo de avaliao (critrios gerais e especficos, instrumentos a aplicar, modalidades e

    estratgias) no incio do ano letivo e, sempre que se justifique, ao longo do processo de ensino-

    aprendizagem.

    Artigo 5.

    Domnios da avaliao

    1 Na avaliao so tidos em conta dois domnios:

    a) Relacionamento intrapessoal e interpessoal (domnio do saber ser/ saber estar).

    b) Contedos programticos e capacidade para os articular (domnio do saber/saber

    fazer);

  • 5

    Artigo 6.

    Perfil do aluno no domnio do Saber Ser / Saber Estar

    1 2 3 4 5

    Relacionam.

    Interpessoal

    Revela muitas

    dificuldades no

    domnio do

    relacionamento

    interpessoal, pois

    frequentemente

    intolerante e/ou

    revela falta de

    esprito cooperao

    / solidariedade

    Revela dificuldade

    em manter um

    bom

    relacionamento

    interpessoal

    Com alguma

    regularidade

    revela um

    bom

    relacionament

    o interpessoal

    Revela bom

    relacionamento

    interpessoal (entre

    outros, tolerante,

    solidrio e

    cooperante)

    Pratica e fomenta

    um bom

    relacionamento

    interpessoal (entre

    outros, tolerncia,

    solidariedade e

    cooperao)

    Linguagem

    Raramente se

    esfora para utilizar

    linguagem adequada

    Revela dificuldade

    em utilizar

    linguagem

    adequada.

    Com alguma

    regularidade

    utiliza

    linguagem

    adequada

    Usa linguagem

    adequada

    Usa e fomenta a

    utilizao de

    linguagem

    adequada

    Respeito

    pelos

    materiais

    Revela significativa

    despreocupao

    com o respeito pelos

    materiais e pela

    propriedade dos

    mesmos

    Revela pouca

    preocupao com o

    respeito pelos

    materiais e

    propriedade dos

    mesmos

    Revela alguma

    preocupao

    com o respeito

    pelos

    materiais e

    pela

    propriedade

    dos mesmos

    consciente da

    necessidade da

    respeitar os

    materiais e pela

    propriedade dos

    mesmos

    Revela elevado

    respeito pelos

    materiais e pela

    propriedade dos

    mesmos

    Organiz. dos

    materiais

    O caderno dirio

    e/ou outros

    materiais fornecidos

    encontram-se

    significativamente

    desorganizados e/ou

    incompletos e/ou

    em avanado estado

    de degradao

    O caderno dirio

    e/ou outros

    materiais

    fornecidos

    encontram-se

    desorganizados

    e/ou incompletos

    e/ou pouco

    cuidados

    O caderno

    dirio e/ou

    outros

    materiais

    fornecidos

    esto

    completos,

    denotam

    alguma

    preocupao

    com a

    organizao

    dos mesmos e

    esto

    minimamente

    cuidados

    O caderno dirio

    e/ou outros

    materiais

    fornecidos

    encontram-se

    organizados e os

    cuidados de

    conservao so

    evidentes

    O caderno dirio

    e/ou outros

    materiais esto

    organizados,

    completos e em

    exemplares

    condies de

    conservao

    Participa

    o

    Revela significativa

    falta de

    empenho/dinamism

    o na resoluo das

    tarefas propostas,

    individualmente

    e/ou em grupo

    Revela pouco

    empenho/dinamism

    o na resoluo das

    tarefas propostas,

    individualmente

    e/ou em grupo

    Revela algum

    empenho na

    resoluo das

    tarefas

    propostas,

    individualment

    e e/ou em

    grupo

    Revela

    empenho/dinamis

    mo na resoluo

    das tarefas

    propostas,

    individualmente

    e/ou