Boletim Informativo Edi§£o 1153

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Boletim Informativo Edição 1153

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  • Vem a a Agncia Paranaense de Defesa Agropecuria

    FAEP: Pela abertura da CPI do Pedgio

    Ano XXVI | n 115326 de setembro a 2 de outubro de 2011

    Tiragem desta edio: 24.000 exemplares

    9912271704-DR/PR

    gide: Entidades devem ser independentes dos governos

  • 2 | Boletim Informativo do Sistema FAEP n 1153 | Semana de 26 de setembro a 2 de outubro de 2011

    2 Sanidade Governo promete Agncia

    6 gide Meneguette A independncia das Entidades

    10 Isto O ocaso do MST

    12 Conseleite Os gargalos do leite

    15 Pedgio FAEP apoia CPI

    16 Viagem Tcnica As visitas pases europeus

    19 Cdigo Florestal CCJ aprova texto no Senado

    21 Agrinho O exemplo e a banca examinadora

    22 Soja Controle de novo nematoide

    25 Conexo Rural Parece grego, mas no !

    26 Via Rpida Mos abanando, Joo de Barro, Medicina, Senhores da Guerra, bvio, Biciletas, Panelas e etc.

    28 Cursos Viagem, Posse, Mulher Atual, Medicina equina, Jardinagem, Agrotxicos e Fruticultura

    SAnIdAdEndIcE

    N a tarde da tera feira (20), numa conversa com o chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Durval Amaral, o presidente do Sistema FAEP, gide Meneguette ao abordar o foco de aftosa denunciado no Paraguai, lembrou da criao da Agncia Paranaense de Defesa Animal e Vegetal. E sugeriu que na prxima reunio do Conesa (Conselho Estadual de Sanidade Agropecuria) ocorresse a assinatura da mensagem do governador Beto Richa Assembleia Legislativa criando esse r-go. Fechado, fechadssimo, disse o Che-fe da Casa Civil. AreuniodoConesaocorrernopr-

    ximo dia 3 de outubro. Betoassumiuocompromissodacria-

    o da Agncia de Sanidade durante sua campanha eleitoral ao receber da FAEP o Plano Diretor para o Agro-negcio do Paran e ratificou pos-teriormente j como governador do Estado.

    BasicamenteaAgnciadeDefesaAni-mal e Vegetal ter a seguinte atuao:

    Sanidade Animal Garantir as condies necessrias

    para a obteno e manuteno do status do estado livre de febre aftosa sem vacinao;

    Concentrar a fiscalizao da defe-sa animal nas reas de fronteiras de maior risco, caso do Estado do Mato Grosso, e pressionar o governo federal afiscalizarasfronteirasdoParaguaieArgentina;

    FortalecimentodoProgramaEstadualde Controle e Erradicao de Brucelose e Tuberculose;

    Governo cria agncia de sanidade

    Beto assumiu o compromisso de criar a Agncia de defesa Agropecuria, em julho de 2010. na foto, ao lado de gide Meneghette, presidente do Sistema FAEP

  • Boletim Informativo do Sistema FAEP n 1153 | Semana de 26 de setembro a 2 de outubro de 2011 | 3

    Governo cria agncia de sanidade

    Casa Civil promete enviar mensagem Assemblia Legislativa dia 3 de outubro

    Orientarasboasprticasdesadeani-mal em: sanidade, rastreabilidade dos rebanhos e certificao da propriedade agropecuria;

    Controle intensivo e permanente deoutras doenas como, por exemplo, a raiva,carbnculo,pestesuna,doenadeaujeszkieinfluenzaaviria.

    Sanidade Vegetal Intensificar a certificao da produo

    paranaense de sementes, mudas e o con-trole da importao de outros Estados;

    Concentrao de esforos das insti-tuiesdepesquisaparaodesenvolvi-mento de tecnologias alternativas para o controle de pragas e doenas;

    Modernizar a Lei de Registros deAgroqumicos possibilitando a utili-zao de produtos modernos, maisseguros para a sadehumana e paraomeioambiente;-Operacionalizaodo SISBI Estruturao daDiviso doSIP/DIPOAdeformaapermitiramplacomercializaodaproduodoagro-negcio paranaense em todo pas.

    Questo Econmica Com uma azeitada estrutura para re-

    alizar essas atividades, o Paran certa-mente conquistar novos espaos no crescente comrcio internacional de car-nes. Ao mesmo tempo ter eficincia e agilidade para enfrentar episdios como esse ocorrido no Paraguai. Sanidade uma questo econmica. Quanto maior a eficincia sanitria, menor sero as perdas,dizAntnioPoloni,assessordaFAEP, planejador e incentivador do tra-balho dos Conselhos de Sanidade Ani-mal (CSas) nos municpios paranaenses.

    Sanidade uma questo econmica. Quanto maior a eficincia sanitria, menor sero as perdas.

    Antnio Poloni, assessor da FAEP.

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  • | Boletim Informativo do Sistema FAEP n 1152 | Semana de 26 de setembro a 2 de outubro de 20114

    SAnIdAdE

    Paraguai: Demorou, mas aconteceu OjornalABCColor,deAssuno,ama-

    nheceu na segunda feira (19) com uma manchete que era cochichada entre pe-cuaristas paraguaios e brasileiros e por autoridades sanitrias dos dois pases. Depoisdemaisdezanosondehaviaumsrio desconfimetro sobre abafadas ocorrncias de casos de aftosa no Para-guai, o Servio Nacional de Qualidade eSadeAnimal(Senacsa)daquelepasreconheceu a existncia no distrito de San Pedro, a 130 quilmetros da fron-teira com o Mato Grosso do Sul. Mais especificamentenafazendaSantaHe-lena. Treze animais apresentaram ossintomas e o plantel de 819 existentes nafazendaforamabatidos.

    Com novo status na pecuria, poistornou-se exportador de carne, princi-palmente ao Chile e tambm ao Brasil, para onde, de janeiro a julho deste ano, vendeu 5.500 toneladas (US$ 29 mi-lhes), os paraguaios tambmmuda-rampessoaseaesnareadaVigiln-ciaSanitria.Imediatamentetomaramtodas as medidas restriitivas recomen-dadas pela Organizao Mundial deSadeAnimal(OIE),

    Damesmaforma,osestadoscomfron-teira com o Paraguai (PR e MS) e divisas entre estados (PR com SC) ampliaram avigilncianotrnsitodeanimais.

    Acima: A fiscalizao no Paraguai e a fazenda interditada

    O bloqueio na fronteira com o Brasil na ponte de Guaira

    Treze animais apresentaram os sintomas e o plantel de 819 existentes na fazenda foram abatidos.

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  • 5Boletim Informativo do Sistema FAEP n 1153 | Semana de 26 de setembro a 2 de outubro de 2011 |

    Febre aftosa no paraguai

    Os Conselhos de Sanidade Agropecuria CSA esto ativos, e agora o momento de dar resposta a este novo desafio que est surgindo. fundamental que os Conselhos se renam em seus municpios e regies para definir estratgias.

    Assinada pelo presidente do Conselho Presidente do Conselho Deliberativo do Fundo de Desenvolvimento da Agropecu-ria do Estado do Paran (Fundepec), gide Meneguette, foi distribuda a seguinte nota de esclarecimentos: A confirmao dos focos de febre af-

    tosa no Paraguai uma oportunidade para testarmos nosso sistema de defesa agropecurio. Apesar das deficincias, o momento que estamos passando dis-tinto daquele da ocorrncia dos focos de 2005 no noroeste do estado. Embora ainda existam deficincias de estrutura humananoDEFIStemosmaistcnicos,mais veculos entre outros recursos para prevenir a entrada do vrus no Paran.

    OsConselhosdeSanidadeAgropecuria CSA esto ativos, e agora o momento de dar resposta a este novo desafio que est surgindo. fundamental que os Conselhosserenamemseusmunic-pioseregiesparadefinirestratgiaseparaconscientizarprodutoresquantoaoriscoqueotransportedemquinas.Im-plementos, veculos, pessoas e animais podem significar para todo o Brasil.

    Realizarreunies,darentrevistasemr-dios locais, orientar produtores que tem propriedades no Paraguai no sentido de evitar ao mximo o deslocamento para aquelepassoalgumasdasaesqueoCSA pode desenvolver neste momento. As informaes oficiais indicam que ofoco na cidade de San Pedro, distante apenas250kmdafronteiracomoPara-n. Em funo da alta contagiosidade e poder de propagao do vrus chegando asedeslocarat15kmpeloar,funda-mental que toda a sociedade esteja em alerta.Asaglomeraesdeanimaisde-

    vem ser evitadas ao mximo e o transito de equipamentos deve seguir rigorosos cuidados sanitrios. O transporte deanimais do Paraguai para o Paran deve ser evitado a todo custo. Lembrem que a tendncia dos preos de gado no Para-guai de baixa, o que aumentar a pres-so de transito de animais para o Brasil. Portanto esta a hora dos CSAs e suas lideranas fazerem a diferena contri-buindo com as autoridades sanitrias e com toda a sociedade de nosso estado.

    Valelembrarqueoltimoepisdiodefe-breaftosanoParangerouumprejuzoeconomia de estado de aproximadamen-te R$ 4 bilhes, sendo que as cadeiasprodutivas de bovinocultura de corte e de suinocultura foram aquelas que mais acumularamtaisprejuzos.

    Osistemadedefesasanitriaenvolven-dotcnicosdoMAPAedoDEFISestotomando todas as providncias necess-rias para prevenir a entrada da doena no Paran. necessrio, no entanto, que os produtores, atravs dos CSAs, cola-boremcomostcnicosdoDEFISaten-dendosuasrecomendaeseprincipal-mente ajudando no controle do transito de animais, maquinrio agrcola etc. e evitando a aglomerao de animais.

    Outro alerta dirigido diretamente spessoas que transitaram pelo Paraguai, nas reas de foco da febre aftosa, para que evitem contato com animais em solo brasileiro.

    A Secretaria da Agricultura est ado-tando todos os procedimentos tcnicos para pleitear nos prximos anos, junto aoMinistriodaAgriculturaeOIE,oreconhecimento do Paran como rea livre de febre aftosa sem vacinao.

  • 6 | Boletim Informativo do Sistema FAEP n 1153 | Semana de 26 de setembro a 2 de outubro de 2011

    cnA/FAEP

    D e forma surpreendente, a sena-dora ruralista Ktia Abreu que est trocando o DEM pelo PDS, foi tema de comentrio do jornalista Ger-sonCamarotti,deOGlobo,reproduzi-donoBlogdoNoblatnoltimodia18e por outros sites. Com o ttulo: Cdigo Florestal: Ktia Abreu troca de lado e se-meia apoio Dilma naturalmente o co-mentrio repercutiu.

    OCanalRuralbuscoulideranasdosetor agropecurio para avaliar o posicio-namentoanunciadopelojornalistadeOGlobo e da GloboNews, e no ltimodia 20, o presidente da FAEP, gide Me-

    neguette foi entrevistado no programa Mercado & Cia.

    AbaixooteordocomentrioemOGlo-bo e