Apresentação Estudo Ciclovias Grande Florianópolis

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Reunião Rede Cicloviária 16 dezembro 2014 Outubro 2014

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Transcript of Apresentação Estudo Ciclovias Grande Florianópolis

  • Reunio Rede Cicloviria

    16 dezembro 2014

    Outubro 2014

  • 2

    Breve apresentao dos resultados das pesquisas do PLAMUS;

    Exposio de projetos referentes ao transporte no-motorizado;

    Debate sobre as propostas e sugestes;

    Encaminhamentos da Reunio.

    Teto previsto da reunio: 20h 30min

    Sugesto de Pauta da Reunio:

  • 3

    Atravs das pesquisas, identificou-se, na Regio Metropolitana de Florianpolis, uma utilizao de veculos particulares muito acima da mdia nacional e de outras regies brasileiras.

    24%

    25% +

    Distribuio de Viagens na RMF

    32%

    Comparao com Utilizao de Veculo Particular no Brasil

    Florianpolis

    So Paulo

    Rio de Janeiro

    Belo Horizonte

    Curitiba

    48%

    33%

    32%

    21%

    25%

    48% +

  • 4

    Evoluo da posse de automveis e de motocicletas

    A taxa de crescimento de automveis e de motocicletas muito superior taxa de crescimento da populao nos municpios estudados pelo Plamus

    Grupo 1 Florianpolis Grupo 2 So Jos, Biguau e Palhoa Grupo 3 Demais municipios

  • 5

    Comparaes Modais No Motorizados / Transporte Individual Motorizado / Transporte Coletivo

    Dados de Distribuio Modal de Viagens

    MUNICIPIO No Motorizado Individual Motorizado Transporte Coletivo

    AGUAS MORNAS 20,2% 50,3% 29,5%

    ANGELINA 34,4% 35,6% 30,0%

    ANITAPOLIS 71,4% 27,4% 1,1%

    ANTONIO CARLOS 42,5% 41,6% 15,8%

    BIGUAU 24,3% 42,9% 32,8%

    FLORIANPOLIS 25,8% 47,7% 26,4%

    PALHOA 24,6% 46,7% 28,6%

    RANCHO QUEIMADO 34,8% 57,5% 7,7%

    SANTO AMARO DA IMPERATRIZ 20,2% 63,0% 16,9%

    GOVERNADOR CELSO RAMOS 49,0% 34,0% 17,0%

    SO BONIFACIO 40,1% 44,3% 15,6%

    SO JOS 23,6% 53,1% 23,4%

    SO PEDRO ALCANTARA 16,0% 38,3% 45,7%

    TOTAL 26,0% 48,3% 25,6%

  • 6

    Distribuies nos modais no motorizados

    Dados de Distribuio Modal de Viagens

  • 7

  • 8

  • 9

    O Tempo de viagem de transporte pblico o dobro do transporte privado

    Tempo Mdio de Viagens por Modo de Transporte

    15,1

    23,4

    31,2

    57,6

    27,4

    33,9

    0,0

    10,0

    20,0

    30,0

    40,0

    50,0

    60,0

    70,0

    A P Outros Privado Pblico Txi Total

    Min

    uto

    s

    Em 2007 o tempo mdio das viagens por modo coletivo em So Paulo era de 67 minutos; 31 minutos por modo individual, 16 minutos a p 26 minutos por bicicleta

  • 10

    172.200 veculos e 24.500 motocicletas cruzam as Pontes Ilha/Continente por dia. 7.660 veculos e 1000 motocicletas na Hora Pico da Tarde

    Distribuio Horria e Diviso Modal

    0

    2.000

    4.000

    6.000

    8.000

    10.000

    Vo

    lum

    e d

    e ve

    cu

    los

    equ

    ival

    ente

    Pontes

    Sentido Continente Sentido ilha

    75%

    1%

    4% 13%

    3% 3%

    1%

    0%

    Pontes

    Carro

    Txi

    Van

    Motocicleta

    nibus

    Caminho (2 eixos)

    Caminho (3+ eixos)

    Bicicleta

    75% so automveis, 13% motocicletas transportam 11mil pessoas por hora e ocupam 90% da capacidade da ponte

    3% de nibus transportam 10mil pessoas por hora e ocupam 1% da capacidade da ponte

    Os 240 nibus que atravessam a ponte na hora pico tem capacidade para transportar 18 mil pessoas e poderiam tirar 6200 automveis da ponte por hora

  • 11

    40% dos que andam a p colocaram a largura das caladas como o maior problema 30% o risco de atropelamento

    Pesquisa de Imagem Deslocamentos a p

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50%

    60%

    70%

    80%

    90%

    100%

    RiscoAtropelamento

    Roubos Caladas Estreitas Arborizao Cruzar Ruas

    %

    d

    a

    s

    r

    e

    s

    p

    o

    s

    t

    a

    s

    1 2 3 4 5

  • 12

    65% dos que andam de bicicleta demandam mais ciclovias 50% sentem-se inseguros O Relevo no foi apontado como problema

    Pesquisa de Imagem Deslocamentos de bicicleta

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50%

    60%

    70%

    80%

    90%

    100%

    Insegurana noTrnsito

    Roubos Estacionamento Subidas e Descidas Falta de Ciclovias

    % d

    as r

    esp

    ost

    as

    1 2 3 4 5

  • 13

    80% colocaram Tempo de viagem, espera, regularidade e conforto como ruim e regular 70% reclamaram da falta de informaes e da pontualidade

    Pesquisa de Imagem Deslocamentos por Transporte Pblico

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50%

    60%

    70%

    80%

    90%

    100%%

    d

    a

    s

    a

    v

    a

    l

    i

    a

    e

    s

    Ruim Regular Bom Muito Bom

  • 14

    Foram pesquisados os 13 municpios da Grande Florianpolis

    Do domiclio: caractersticas como renda, nmero de pessoas, relao entre as pessoas;

    Dos indivduos: sexo, idade, grau de instruo, profisso, ocupao, renda;

    Da mobilidade: origem e destino das viagens, modos de transporte, motivo de viagem, hora de incio e de final de viagem, custo de transporte.

    A amostra de 5.464 domiclios foi distribuda pelas 60 Macrozonas e em 5 classes de renda

    At 1 salrio mnimo

    De 1 a 2 salrios mnimos

    De 2 a 5 salrios mnimos

    De 5 a 10 salrios mnimos

    Acima de 10 salrios mnimos .

    Determinou-se o mnimo de 1 (uma) entrevista por estrato, e de 50 entrevistas por Macrozona

    Os endereos dos domiclios foram obtidos atravs da base do Censo 2010 do IBGE. Cerca de 390.000 endereos foram georreferenciados, resultando em 288.000 endereos vlidos

    Pesquisa Origem Destino a principal fonte de informaes do modelo de transportes Quantidade de Viagens, por modo, horrio, motivo, origem e destino

    Pesquisa Origem/Destino Domiciliar (DOM)

  • 15

    Empregos concentrados em Florianpolis Centro, UFSC e Estreito Kobrasol e Barreiros se destacam

    Distribuio Espacial da Produo e Atrao de Viagens

  • 16

    A percepo dos moradores da regio se confirma nos nmeros: h uma concen-trao de deslocamentos em e para Florianpolis, notadamente no centro da ilha

    Viagens de So Jos, Biguau e Palhoa a Florianpolis, por regio

    16% 3%

    9%

    11%

    61%

    Fonte: Pesquisa Origem e Destino - PLAMUS, Anlise Logit e Strategy&.

    Pesquisas - Deslocamentos

  • 17

    60% das viagens motivo trabalho so realizadas de automvel 7 a cada 10 viagens motivo trabalho so realizadas de automvel Implementar medidas que mantenham os atuais usurios de bicicleta na bicicleta

    Diviso Modal por Motivo de Viagem

    83.426 123.885

    154.768 8.360

    142.140 87.532 601.268 23.803

    67.523

    108.626

    255.556 13.428

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50%

    60%

    70%

    80%

    90%

    100%

    Viagens Residncia -Outros

    Viagens Residncia -Escola

    Viagens Residncia -Trabalho

    Base no domiciliar

    A P Privado Pblico Txi Bicicleta Outros

    7% das viagens motivo estudo so feitas de bicicleta

  • 18

    A maior parte dos deslocamentos ocorre dentro dos prprios municpios, mas cerca de 10% dos intermunicipais tm destino em Florianpolis

    Fonte: Pesquisa Origem e Destino - PLAMUS, Anlise Logit e Strategy&.

    Biguau

    Florianpolis (Cont.)

    Florianpolis (Ilha)

    Palhoa

    So Jos

    Total Destino

    Biguau Florianpolis

    (Cont.) Florianpolis

    (Ilha) Palhoa So Jos Total Origem

    3,5%

    0,2%

    0,9%

    0,1%

    0,8%

    5,5%

    0,2%

    4,1%

    3,1%

    0,6%

    1,5%

    9,5%

    0,9%

    3,0%

    38,2%

    1,3%

    5,4%

    48,8%

    0,1%

    0,4%

    1,1%

    9,7%

    1,2%

    12,5%

    0,8%

    1,5%

    5,4%

    1,4%

    14,6%

    23,7%

    5,5%

    9,2%

    48,6%

    13,1%

    23,5%

    75%

    Distribuio das viagens no quatro maiores municpios

    Origem De

    stin

    o

    Pesquisas - Deslocamentos

  • 19

    Os volumes de veculos identificados em algumas vias indicam que alguns dos principais corredores j apresentam altos nveis de saturao

    Fonte: Pesquisa PLAMUS, Anlise Logit e Strategy&.

    99% de

    saturao

    84% de

    saturao

    93% de

    saturao

    88% de

    saturao

    83% de

    saturao

    Pesquisas - Principais gargalos de mobilidade

    BR-101

    BR-101

    BR-282

    Ponte Colombo

    Sales

    Beira Mar Norte

  • 20

    Deslocamentos trabalho e escola tem estrutura bem diferentes Viagens motivo escola menos concentradas

    Linhas de Desejo por Motivo

    Principais linhas de desejo - Total de viagens baseados na residncia motivo trabalho

    Principais linhas de desejo - Total de viagens baseados na residncia motivo estudo

  • 21

    Viagens de motocicleta so nitidamente maiores na ligao continente ilha e no continente

    Linhas de Desejo por modo de viagem

    Principais linhas de desejo observadas. Total de viagens em transporte individual

    Principais linhas de desejo observadas. Total de viagens motocicleta

  • 22

    Alocao das Viagens (Pesquisa Domiciliar de Origem Destino) de bicicleta na hora pico manh

  • 23

    Alocao das Viagens (Pesquisa Domiciliar de Origem Destino) de bicicleta na hora pico tarde

  • 24

    Pontos de Contagens de Bicicletas. Observa-se que h maior concentrao de ciclistas onde existe infraestrutura (Beiramr |Norte, por exemplo). Entretanto em locais como as marginais da BR-101, extremamente hostis aos ciclistas, h um nmero significativo de ciclistas.

  • 25

    PROPOSTAS PARA O TRANSPORTE NO-MOTORIZADO

  • Ruas Completas

    Ruas completas so ruas para serem utilizadas por todas as pessoas, independentemente de suas necessidades ou a forma como elas se deslocam pela cidade. Proporcionam segurana ao atravessar a rua, caminhar e pedalar. Mas o foco no apenas no transporte no motorizado. Estes espaos so projetados para proporcionar um ambiente agradvel e atrativo para os pedestres, ciclistas, motoristas e usurios de transporte coletivo.

    Dearborn Street, Chicago, EUA.

  • Usos mistos aliados a reorganizao do espao urbano para contemplar todos os usurios, independente da forma com que

    eles se deslocam pela cidade.

  • Ruas Completas

    O projeto envolve conhecer e desenvolver as vias de forma integral, considerando desde a sua funo de trfego de veculos ao pavimento utilizado nas caladas e o prprio desenho da via condiciona as velocidades desenvolvidas para os veculos, conforma espaos para o trnsito de bicicletas, proporciona melhores condies de uso do transporte, permite um deslocamento a p mais confortvel, alm de criar reas de convivncia para as pessoas.

    Albany, Califrnia, EUA.

  • Zonas 30

    Barcelona, Espanha.

  • Zonas 30

    Barcelona, Espanha.

  • Zonas 30

    Valncia, Espanha.

  • 32

    O projeto de rede cicloviria metropolitano levou em conta, como ponto de partida, os projetos existentes na regio. Notou-se que todos os projetos privilegiavam a poro insular. Buscou-se portanto, desenvolver uma malha para a regio continental, abrangendo os municpios da regio conurbada.

  • 33

    Ciclovias propostas

  • 34

    Ciclovias propostas no Distrito Sede

  • 35

    Ciclovias propostas no Norte da Ilha

  • 36

    Ciclovias propostas no Sul da Ilha

  • 37

    Ciclovias propostas no continente e So Jos

  • 38

    Ciclovias propostas no municpio de Palhoa

  • 39

    Ciclovias propostas no municpio de Biguau

  • 40

    Com a adio de pequenos segmentos de ciclovia (8,24 km), pode-se melhorar consideravelmente a conexo da rede cicloviria, possibilitando trajetos ininterruptos de cerca de 31 km. (Conexo do centro e bacia do Itacorubi com a regio do Campeche)

  • 41

    Propostas para Conexo entre as Infraestruturas Atuais

    Propostas de Conexo Extenso(km) Logradouros Tipologia

    Conexo Rod. Admar Gonzaga, Beiramar e Lauro Linhares

    1,1 Av. Madre Benvenuta Ciclofaixa bidirecional

    Conexo Av. Madre Benvenuta e Beiramar (UFSC)

    1,35 R. Lauro Linhares e R. Delfino Conti Ciclofaixa bidirecional

    Conexo das ciclovias existentes na Rod. Admar Gonzaga

    0,8 Rod. Admar Gonzaga Ciclovia bidirecional

    Conexo entre Via Expressa Sul e SC 405 2,7 SC 405 Ciclovia bidirecional

    Conexo entre Ciclovia Beiramar e Via Expressa Sul

    1,86 Rod. Gov. Gustavo Richard + Tnel

    Antonieta de Barros Ciclovia bidirecional

    Conexo da Micro-rede do centro de Florianpolis

    0,43 R. Herman Blumenau + Praa Getlio

    Vargas Ciclofaixa bidirecional

    TOTAL 8,24

    Ciclovias Existentes a serem conectadas

    Extenso (km) Logradouros Tipologia

    Via Expressa Sul 4,42 Rod. Aderbal Ramos da Silva Ciclovia bidirecional

    Beiramar + Av. da Saudade 7,35 Av. Jorn. Rubens de Arruda Ramos e Gov.

    Irineu Bornhausen Ciclovia bidirecional

    COMCAP 1,48 Av. da Saudade + Rod. Admar Gonzaga Ciclovia bidirecional

    Beiramar (rea do mangue) 2,5 Av. Prof. Henrique da Silva Fontes Ciclovia bidirecional

    R. Trompowski 0,66 R. Trompowski Ciclofaixa unidirecional

    Av. Herclio Luz 1,42 Av. Herclio Luz Ciclovia no Canteiro Central

    SC 405 + Av. Pequeno Prncipe 3,89 SC 405 e Av. Pequeno Prncipe Ciclofaixa bidirecional

    UDESC 0,77 Rod. Admar Gonzaga e Av. Madre

    Benvenuta Ciclovia bidirecional

    Av. Madre Benvenuta (fachada Angeloni) 0,25 Av. Madre Benvenuta Ciclofaixa bidirecional

    TOTAL 22,74

  • 42

    Proposta de Bicicletas Compartilhadas: Ampliao do Projeto Floribike para a rea continental e So Jos.

  • 43

    Proposta de Bicicletas Compartilhadas:

  • importante que a legislao municipal, como o cdigo de obras, determine que as edificaes de uso coletivo, independente do uso, permitam a guarda e manuteno das bicicletas, assim como proporcionem a higiene do ciclistas com vestirios e chuveiros.

    Infraestrutura para estacionamento e guarda das bicicletas

  • Opo segura e automatizada

    para o estacionamento de

    bicicletas em reas de grande

    demanda.

    Infraestrutura para estacionamento e guarda das bicicletas

  • 46

    Proposta de Construo de Bicicletrios com infraestrutura adequada nos principais polos (Terminais de Integrao, Grandes empreendimentos privados, Campi universitrios, etc)

  • 47

    Proposta de priorizao da Implantao de Ciclovias: - Implantao Imediata (2015) = 14,40 km

  • 48

    Proposta de priorizao da Implantao de Ciclovias: - Implantao Imediata (2015) = 14,40 km - Em 5 anos (2020) = 143,53 km

  • 49

    Proposta de priorizao da Implantao de Ciclovias: - Implantao Imediata (2015) = 14,40 km - Em 5 anos (2020) = 143,53 km - Em 15 anos (2030) = 166,70 km

    - TOTAL = Proposta de implantao de 324 km de novas infraestruturas ciclovirias nos prximos 15 anos

  • Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria

    A ciclofaixa a opo mais rpida,

    segura e de baixo custo para trnsito de

    ciclistas. Algumas ruas no precisam de

    separadores, caso necessrio esses

    podem ser removidos aps a

    conscientizao dos motoristas.

    uma questo de educao.

  • Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria

  • Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria

  • Exemplo de Projeto

  • -Em vias onde no h espao para insero de ciclovia, necessrio estreitar a

    faixa de rolamento para criao de ciclofaixa.

    -Em vias com importncia viria onde h uma faixa por sentido e no h como

    inserir ciclofaixa, haver o compartilhamento de uso entre veculos e bicicletas

    orientado pelo traffic calming.

    Exemplo de Projeto

  • Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria Compartilhando a calada

    Em vias onde no

    houver possibilidade

    de estreitamento

    para criao de

    ciclovia, porm as

    caladas forem

    suficientemente

    largas, propem-se

    compartilhar o

    espao das

    caladas,

    sinalizando o espao

    do ciclista em

    relao ao pedestre.

  • Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria Com estacionamentos

  • Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria Com estacionamentos

  • Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria Com estacionamentos

    -Em vias com estacionamento nos dois lados, transformar um em ciclovia, e usar o

    outro para proteo da mesma.

    -Em vias de mo nica colocar a faixa externa da ciclofaixa no mesmo sentido do

    fluxo da via.

  • Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria Com Faixas de nibus

    Porque compartilhar ou no

    ciclovias com nibus?

    Em locais onde o nibus transita

    em baixa velocidade seria

    possivel comparilhar o uso,

    porm se um acidente

    acontecer, esse pode ser fatal

    pelo tamanho do veculo.

  • Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria Com nibus

  • Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria Ciclovias em Rodovias

  • Ciclovia

    bidirecional

    (sentido

    convencional)

    Ciclovia

    bidirecional

    (de acordo

    com as leis

    de trnsito)

    Em rodovias com alta velocidade deve haver a separao da ciclofaixa com muros.

    Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria Ciclovias em Rodovias

  • -Prever espao para ciclistas frente

    dos demais veculos em semforos,

    para que esses possam fazer as

    converses antes dos demais.

    -Sinalizar a ciclofaixa nas travessias e

    cruzamentos, junto das faixas de

    pedestres e em continuao da

    ciclovia.

    Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria Solues em Cruzamentos

  • -Demarcar a continuao das

    ciclofaixas em cruzamentos e

    silalizar com placas.

    -Onde s for possvel a converso

    de ciclistas colocar balisas para

    evitar o uso por veculos.

    Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria Solues em Cruzamentos

  • Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria Solues em Cruzamentos

  • O ciclista deve respeitar o

    espao do pedestre.

    -Sinalizar as travessias de

    pedestre quando passam

    pela ciclovia, de modo que

    o ciclista d preferncia ao

    pedestre.

    Onde h ponto de nibus, a ciclovia passa

    por trs da parada e se eleva ao nvel da

    calada, sendo o ciclista o invasor do

    espao do pedestre, e tendo que ter maior

    ateno.

    Algumas diretrizes para implantao da infraestrutura cicloviria Solues em Cruzamentos

  • O que seria o ideal

    Por que no

    podemos ter vias

    assim?

    As vias da

    grande

    Florianpolis so

    pouco largas em

    sua grande

    maioria, e no

    h espao para

    manobra. As

    caladas so

    estreitas, e a

    prioridade

    dada ao

    automvel.

  • 69

    Proposta de Estruturao da Expanso Urbana Sero propostos novos Troncais estruturadores, implantados a oeste da BR 101, de modo a estruturar amplas reas com potencial de desenvolvimento, garantindo tanto uma ocupao mais sustentvel quanto a preservao de reas com fragilidades ambientais

    Vias atuais que devero ter priorizao ao transporte pblicos

  • 70

    Proposta de Estruturao da Expanso Urbana importante destacar que os novos eixos virios no so simples aberturas de vias, pois propem um novo sistema de circulao que privilegia o transporte coletivo e o no motorizado, em um esquema chamado trinrio

  • 71

    Proposta de Estruturao da Expanso Urbana importante destacar que os novos eixos virios no so simples aberturas de vias, pois propem um novo sistema de circulao que privilegia o transporte coletivo e o no motorizado, em um esquema chamado trinrio

  • 72

    Proposta de Estruturao da Expanso Urbana Assim, seria adotado modelo de urbanismo contemporneo em que os veculos particulares ficam em segundo plano, e a convivncia entre as pessoas e a fruio da cidade so valorizadas por deslocamentos a p, bicicleta e transporte coletivo

  • 73

    Reviso das propostas da rede cicloviria metropolitana;

    Detalhamento de projetos pilotos de vias e cruzamentos;

    Pr-agendamento da prxima reunio. (Sugesto: 2 semana de janeiro 2015)

    Encaminhamentos da Reunio

  • 74

    Muito obrigado!