ANLISE ERGONOMICA DE UM POSTO DE Waterkemper   ANLISE ERGONOMICA DE UM POSTO DE TRABALHO

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    UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC

    PS - ENGENHARIA E SEGURANA DO TRABALHO

    ANGELA WATERKEMPER VIEIRA

    ANLISE ERGONOMICA DE UM POSTO DE TRABALHO

    CRICIMA, FEVEREIRO DE 2012.

  • 1

    ANGELA WATERKEMPER VIEIRA

    ANLISE ERGONOMICA DE UM POSTO DE TRABALHO

    Monografia apresentada como requisito final obteno do ttulo de Especialista em Engenharia de Segurana latu sensu em Engenharia de Segurana do Trabalho, da Universidade do Extremo Sul Catarinense UNESC. Orientador: Prof. Willians Cassiano Longen

    CRICIMA, FEVEREIRO DE 2012.

  • 2

    AGRADECIMENTOS

    Neste momento de grandeza para nossa realizao pessoal gostaramos de

    agradecer a todas as pessoas que colaboram para consecuo deste Curso;

    O primeiro e maior agradecimento a Deus que sendo Pai Celestial sempre esteve

    ao nosso lado, guiando-nos pelos caminhos que nos levam a conquista deste

    objetivo;

    Agradecemos aos nossos familiares que pacientemente souberam abrir mo de

    momentos ao nosso lado, para ver-nos crescer pessoal e profissionalmente,

    conscientes de que o verdadeiro crescimento aquele guardamos internamente

    para utilizar em todos os momentos de nossa vida;

    Nosso agradecimento ao corpo docente e demais funcionrios envolvidos no

    Curso de Ps-Graduao Latu Sensu Especialista de Segurana do Trabalho da

    Universidade, bem como a Universidade do Extremo Sul Catarinense;

    Especial agradecimento ao Prof. Willians Cassiano Longen, que nos emprestou

    seu vasto conhecimento para no somente a realizao desta Monografia, mas

    tambm como ensinamento que teremos em alta conta quando da aplicao de

    tudo que aprendemos;

    Agradecemos, tambm, aos amigos que nos incentivaram para realizao deste

    Curso de Ps-Graduao, em especial aos nossos colegas de trabalho.

    Enfim, nossos agradecimentos a todas as pessoas que de qualquer forma

    contriburam para essa nova conquista em nossas vidas.

  • 3

    RESUMO

    A Cermica de Revestimento no Brasil um dos principais

    protagonistas no mercado mundial, ocupando a segunda posio em produo e

    consumo. Atualmente a exigncia por produtos a contnua busca em

    desenvolvimento de produtos e ganhos de competitividade. O transporte de peas

    e caixas de revestimentos cermicos apesar de ser automatizado na unidade

    produtora, sendo que h locais em que a movimentao manual a atividade

    laboral mais frequente o que expe os trabalhadores a riscos de leso do sistema

    osteomuscular. O foco desta monografia est exatamente em identificar os

    agentes de risco e a possibilidade destas ocorrncias e sua influncia, em um

    estudo de caso, de tal modo a apresentar potenciais medidas preventivas. Foram

    aplicados os mtodos da equao National Institute for Occupational Safety and

    Health (NIOSH), , check list de ergonomia e o mtodo do Diagrama das reas

    Dolorosas. Foram avaliados todos os processos de produo, sendo que o peso

    real da carga movimentada manualmente em alguns casos superou o limite de

    peso recomendado pelo NIOSH. O Diagrama de reas Dolorosas identificou

    extremo desconforto nas regies dos ombros, braos e colunas Lombar e

    desconforto de nvel mdio nas pernas, o e o check list avaliando os riscos

    ergonmicos sendo que dos trs mtodos aplicados houve uma concordncia

    com os riscos encontrados.

    Palavras-chave: Revestimento cermico, Equao do NIOSH,

    Diagrama de reas Dolorsas.

  • 4

    LISTA DE ABREVIATURAS

    DORT - Distrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho

    LER - Leses por Esforos Repetitivos

    NIOSH - Instituto Nacional de Sade e Segurana Ocupacional

  • 5

    LISTA DE TABELAS

    Tabela 1 Trabalho esttico e queixas do corpo. ................................................ 17

    Tabela 2 Medidas antropomtricas para adultos ingleses, sem roupa e sem

    calados. Todas as medidas esto em cm, exceto o peso, que est em Kg. ...... 21

    Tabela 3 Percentual de esforos musculares. ................................................... 24

    Tabela 4 Localizao das dores no corpo, provocadas por posturas

    inadequadas. ........................................................................................................ 25

    Tabela 5 Carga mximas permissveis em Kg em diferentes condies. S =

    levantamento ocasional H = levantamento freqente (>1 vez/min). ..................... 31

    Tabela 6 Classificao dos meses de acordo com o ritmo de trabalho ............. 43

    Tabela 7 ndice de Levantamento produtos de monoporosa.......................... 50

    Tabela 8 ndice de Levantamento produtos de monoqueima ......................... 51

    Tabela 9 ndice de Levantamento produtos de porcelanato esmaltado ......... 52

    Tabela 10 ndice de Levantamento produtos de porcelanato tcnico ............ 53

  • 6

    LISTA DE FIGURAS Figura 1 O msculo opera em condies desfavorveis de irrigao sangunea

    durante o trabalho esttico, com a demanda superando o suprimento durante o

    repouso e o trabalho dinmico. ............................................................................ 17

    Figura 2 Recomendaes para o transporte de cargas, para evitar o

    aparecimento de componentes de foras prejudiciais a coluna. .......................... 19

    Figura 3 Ao aumentar a distncia entre as mos e o corpo h um aumento da

    tenso nas costas. ............................................................................................... 19

    Figura 4 Alturas de mesas recomendadas para trabalhos em p. .................... 22

    Figura 5 Corte esquemtico de duas vrtebras com o disco entre elas. ........... 23

    Figura 6 O efeito de quatro posies do corpo sobre a presso interna do disco

    intervertebral entre as vrtebras lombares 3 e 4 . ................................................ 23

    Figura 7 Fora mxima de flexo na articulao do cotovelo de homens, em

    relao ao ngulo de flexo. ................................................................................ 25

    Figura 8 Representao esquemtica do aumento da freqncia cardaca em

    relao a diferentes condies de trabalho. ......................................................... 26

    Figura 9 A influncia da postura do corpo durante o levantamento de cargas na

    presso no disco intervertebral entre L3 e L4. .................................................... 27

    Figura 10 Postura da coluna e distribuio de carga nos discos intervertebrais

    no levantamento de cargas. ................................................................................. 28

    Figura 11 Para evitar foras perpendiculares, toda carga sobre a coluna

    vertebral deve ser colocada na direo de seu eixo (vertical). ............................. 28

    Figura 12 Fora de compresso calculada sobre o disco intervertebral entre o

    sacro e a L5 para diferentes pesos na mo e quatro distncias diferentes entre a

    mo e a coluna vertebral. ..................................................................................... 29

    Figura 13 Diagrama reas Dolorosas ............................................................... 33

    Figura 14 Equipamento Dataplucmetro ........................................................... 34

    Figura 15 - Representao da execuo do ensaio. ............................................ 36

    Figura 16 Distribuio dos funcionrios por sexo .............................................. 40

    Figura 17 Distribuio dos funcionrios por escolaridade ................................. 40

    Figura 18 Distribuio dos funcionrios por faixa etria .................................... 41

    Figura 19 Distribuio dos funcionrios por senioridade ................................... 41

  • 7

    Figura 20 Descarregamento ............................................................................. 45

    Figura 21 Transporte de caixas ......................................................................... 45

    Figura 22 Transporte de caixas ......................................................................... 45

    Figura 23 Transporte de caixas ......................................................................... 46

    Figura 24 Transporte de caixas ......................................................................... 46

    Figura 25 Calibrao do equipamento ............................................................. 47

    Figura 26 Medio das peas ........................................................................... 48

    Figura 27 Medio das peas ........................................................................... 48

    Figura 28 Processo de fabricao monoporosa ................................................ 50

    Figura 29 Processo de fabricao monoqueima ............................................... 51

    Figura 30 Processo de fabricao porcelanato esmaltado. ............................... 52

    Figura 31 Processo de fabricao porcelanato tcnico ..................................... 53

  • 8

    SUMRIO

    1. INTRODUO ................................................................................................. 10

    1.1 Justificativa ................................................................................................ 10

    1.2 Problema a Ser Pesquisado ........................................................................... 11

    2. OBJETIVO GERAL E ESPECFICO ................................................................ 12

    2.1 Objeti