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  • LAUDO DE AVALIAAO ERGONOMICA

    Portaria 3.214/78

    Norma Regulamentadora - 17

    AET ANALISE ERGONOMICA DO TRABALHO

    JOAO FELISBERTO DE MIRANDA & CIA LTDA.

    MIRANDA SUPERMECADOS

    LOJA 02

    MARO 2017 MARO 2018

  • SUMARIO

    1 - CARACTERIZAO DA EMPRESA AVALIADA SUMRIO

    2 - INTRODUO GERAL

    3 - OBJETIVO

    4 - METODOLOGIA

    5 - LEVANTAMENTO, TRANSPORTE E DESCARGA INDIVIDUAL DE MATERIAIS

    6 - MOBILIRIO DOS POSTOS DE TRABALHO

    7 - EQUIPAMENTOS DOS POSTOS DE TRABALHO

    8 - CONDIES AMBIENTAIS DE TRABALHO

    9 - AGENTES AMBIENTAIS PARA AS REAS OPERACIONAIS

    10 - CONFORTO EM REAS ADMINISTRATIVAS

    11 - ORGANIZAO DO TRABALHO

    12 - FERRAMENTAS BIOMECNICAS APLICADAS

    13 - ANLISES ERGONMICAS DO TRABALHO

    CONSIDERAES FINAIS

  • 1 CARACTERIZAO DA EMPRESA AVALIADA

    Razo Social:

    JOO FELISBERTO DE MIRANDA & CIA LTDA

    Endereo:

    RUA AUGUSTO AMGARTEN, 256, JARDIM MONTE VERDE,

    INDAIATUBA/SP

    CNPJ:

    53.191.573/0003-78

    CNAE:

    47.11-3-02 - COMRCIO VAREJISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, COM

    PREDOMINNCIA DE PRODUTOS ALIMENTCIOS - SUPERMERCADOS.

    Grau de Risco (MTE):

    02

    Nmero de

    Funcionrios:

    23

    Horrios de Trabalho:

    SEGUNDA SBADO: 07H30MIN S 21H00MIN

    DOMINGO: 07H30MIN S 20H00MIN

    Coordenador deste

    programa constitudo

    pela empresa:

    JOAO FELISBERTO DE MIRANDA

  • 2 - INTRODUO GERAL

    A ergonomia estuda a adaptao do trabalho ao homem. Envolve tanto o ambiente

    fsico como os aspectos organizacionais e cognitivos. A ergonomia abrange

    atividades de planejamento e projeto, que ocorre antes do trabalho ser realizado, e

    aqueles de controle e avaliao, que ocorrem durante e aps o trabalho.

    A mesma pode ser ainda caracterizada como a ocupao de pessoas qualificadas

    em grupos de pesquisa e formao que atuam em equipes de projeto e consultoria

    para responder s demandas acerca da atividade de trabalho na sociedade

    mediante metodologias de anlises e projeto de bases cientfica e devidamente

    inseridas num universo normativo e contratual.

    3 - OBJETIVO

    Este estudo tem como objetivo avaliar os postos de trabalho da produo da

    empresa especificada conforme caracterizao da mesma (item 1), para

    promover analise ergonmica das atividades e funes da empresa, sendo que para

    este estudo sero adotados alguns mtodos de analise aplicados para fins de

    analise ergonmicos.

    BASE LEGAL: Portaria 3.214/78 do Ministrio do Trabalho NR-17

    4- METODOLOGIA

    Durante o trabalho realizado, foram avaliadas todas as funes conforme sugerido

    pela Metodologia da AET, excluindo-se dessa forma a metodologia por amostragem,

    uma vez que cada funo de trabalho caracteriza um desenvolvimento laboral de

    forma diferenciada. O objetivo foi utilizar a METODOLOGIA DA AET aplicada a

    projetos de transformao das condies de trabalho, bem como a avaliao das

    demandas existentes nas atividades dos setores avaliados, para a realizao de

  • aes na rea de ergonomia com vistas melhoria efetiva das condies de

    trabalho, reduo de riscos sade dos colaboradores e aumento da produtividade.

    A AET tem por finalidade, transformar as condies de trabalho e adaptar s

    caractersticas psicofisiolgicas dos trabalhadores, buscando conciliar dois

    universos: sade e produtividade.

    A metodologia da AET utiliza-se de observaes da situao de trabalho, anlise da

    tarefa, entrevistas e verbalizaes com os diferentes nveis hierrquicos, buscando

    compreender em detalhes as atividades nas suas diferentes dimenses (fsica,

    cognitiva, mental e social). A AET parte da anlise da demanda. Estuda o

    funcionamento geral, as caractersticas da populao e ento as atividades de

    trabalho. Na compreenso das atividades dos colaboradores, identifica seus

    aspectos crticos, as condies de trabalho e o desempenho. As observaes e

    registros globais, aliados descrio dos processos produtivos e aos dados

    tcnicos do funcionamento geral dos setores analisados constituem a base para o

    diagnstico e as recomendaes propostas.

    A anlise ergonmica do trabalho foi realizada com base nas diretrizes da Norma

    Regulamentadora n 17 aprovada pela Portaria n 3.751, de 23/11/90, e Manual de

    Aplicao da NR-17, 2 edio, editado pelo Ministrio do Trabalho e Emprego em

    2002, sendo observados os seguintes itens/aspectos:

  • Comentrios a Norma:

    17.1. Esta Norma Regulamentadora visa estabelecer parmetros que permitam a

    adaptao das condies de trabalho s caractersticas psicofisiolgicas dos

    trabalhadores, de modo a proporcionar um mximo de conforto, segurana e

    desempenho eficiente.

    Algumas caractersticas psicofisiolgicas do ser humano:

    - prefere escolher livremente sua postura, dependendo das exigncias da tarefa e

    do estado de seu meio interno;

    - prefere utilizar alternadamente toda a musculatura corporal e no apenas

    determinados segmentos corporais;

    - tolera ms tarefas fragmentadas com tempo exguo para execuo e, pior ainda,

    quando esse tempo imposto por uma mquina, pela gerncia, pelos clientes ou

    colegas de trabalho, ou seja, prefere impor sua prpria cadncia ao trabalho;

    - compelido a acelerar sua cadncia quando estimulado pecuniariamente ou por

    outros meios, no levando em conta os limites de resistncia de seu sistema

    musculoesqueltico;

    - sentem-se bem quando solicitado a resolver problemas ligados execuo das

    tarefas, logo, no pode ser encarado como uma mera mquina, mas sim como um

    ser que pensa e age;

    - tem capacidades sensitivas e motoras que funcionam dentro de certos limites, que

    variam de um indivduo a outro e ao longo do tempo para um mesmo indivduo;

  • - suas capacidades sensorimotoras modificam-se com o processo de

    envelhecimento, mas perdas eventuais so amplamente compensadas por

    melhores estratgias de percepo e resoluo de problemas desde que possa

    acumular e trocar experincia;

    - organiza-se coletivamente para gerenciar a carga de trabalho, ou seja, nas

    atividades humanas a cooperao tem um papel importante, muito mais que a

    competitividade.

    5 - LEVANTAMENTO, TRANSPORTE E DESCARGA INDIVIDUAL DE MATERIAIS

    Devero ser executados de forma que o esforo fsico realizado pelo trabalhador

    seja compatvel com sua capacidade de fora e no comprometa a sua sade ou

    sua segurana.

    Para manipulaes ocasionais, isto , no repetitivas, o limite de 25 quilos para

    homens e 15 quilos para mulheres sugerido por vrios autores (listados abaixo)

    desde que observadas boas praticas para a manipulao.

    6 - MOBILIRIO DOS POSTOS DE TRABALHO

    A anlise ergonmica do trabalho atravs dos subitens deste item leva em

    considerao que:

    - Sempre que possvel o trabalho deve ser executado na posio sentada;

    - O mobilirio deve prover condies para que o trabalho seja executado dentro da

    zona de conforto dos segmentos corporais, isto , em boa condio confortvel,

    onde o momento aplicado articulao tenda a zero;

    - Os comandos sejam de fcil acionamento;

    - Os assentos sejam adequados.

  • 7 - EQUIPAMENTOS DOS POSTOS DE TRABALHO

    A anlise ergonmica do trabalho atravs dos subitens deste item leva em

    considerao que o mobilirio/equipamentos, em particular aqueles envolvendo

    atividades com microcomputador/processamento de dados, devem prover

    condies para que o trabalho seja executado dentro da zona de conforto dos

    segmentos corporais, isto , em boa condio postural e livre de reflexos.

    8 - CONDIES AMBIENTAIS DE TRABALHO

    O estudo da exposio ocupacional dos trabalhadores aos agentes ambientais est

    contemplado no Programa de Preveno de Riscos Ambientais PPRA da

    empresa.

    9 - AGENTES AMBIENTAIS PARA AS REAS OPERACIONAIS

    Abaixo segue avaliaes ambientais extradas do PPRA da empresa avaliada, nas

    tabelas esto mensurados apenas os riscos fsicos objeto de enquadramento desta

    norma rudo.

  • Setor: Caixa

    Maquinas/Equipamentos: Computador

    Limites de Tolerncia: Rudo 85 dB(a)

    Caractersticas Fsicas: Prdio em alvenaria com rea: 25 m; p-direito: 4,0 m;

    piso: granilite; cobertura: gesso; iluminao natural e artificial; ventilao natural e

    artificial.

    Funes

    GHE:

    - Operador de Caixa, Fiscal de Caixa, Gerente de Loja e Supermercado, Encarregado de Supermercado

    TIPO FATOR

    DE RISCO

    INTENSIDADE / CONCENTRAO

    TCNICA / METODOLOGIA

    EPI (CA)

    EPI EFICAZ

    CLASSIFICAO DO RISCO

    Fsico

    Rudo

    69,3 dB(A)

    Avaliao Pontual

    NA

    NA

    Baixo

    Ergonmico

    LUX - 370

    Temperatura 27,4

    %RH 63,2

    0,20 M/S

    Baixo

  • Setor: Meio de Loja

    Maquinas/Equipamentos: Prateleira

    Limites de Tolerncia: Rudo 85 dB(a)

    Caractersticas Fsicas: Prdio em alvenaria com rea: 300 m; p-direito: 4,0 m;

    piso: granilite; cobertura: laje; iluminao natural e artificial; ventilao natural e

    artificial.

    Funes

    GHE:

    - Repositor de Mercadorias

    TIPO FATOR

    DE RISCO

    INTENSIDADE / CONCENTRAO

    TCNICA / METODOLOGIA

    EPI (CA)

    EPI EFICAZ

    CLASSIFICAO DO RISCO

    Fsico

    Rudo

    71,2 dB(A)

    Avaliao Pontual

    NA

    NA

    Baixo

    Ergonmico

    LUX - 431

    T