{6 e1cf14c fc56-49f1-a5db-4412d34f4acf}-cade o brincar-nova p4

Click here to load reader

  • date post

    18-Nov-2014
  • Category

    Education

  • view

    4.330
  • download

    0

Embed Size (px)

description

A inportacia do lúdico no cotidiano infantil.

Transcript of {6 e1cf14c fc56-49f1-a5db-4412d34f4acf}-cade o brincar-nova p4

  • 1. cad o brincar?da educaoinfantil para o ensinofundamentalflvia cristina oliveiramurbach de barros
  • 2. CAD O BRINCAR?
  • 3. FLVIA CRISTINA OLIVEIRA MURBACH DE BARROS CAD O BRINCAR?DA EDUCAO INFANTIL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
  • 4. 2009 Editora UNESPCultura AcadmicaPraa da S, 10801001-900 So Paulo SPTel.: (0xx11) 3242-7171Fax: (0xx11) 3242-7172www.editoraunesp.com.brfeu@editora.unesp.br CIP Brasil. Catalogao na fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ B273c Barros, Flvia Cristina Oliveira Murbach de Cad o brincar? : da educao infantil para o ensino fundamental / Flvia Cristina Oliveira Murbach de Barros. So Paulo : Cultura Aca- dmica, 2009. il. Apndice Inclui bibliograa ISBN 978-85-7983-023-5 1. Crianas Desenvolvimento Brasil. 2. Crianas Recreao Brasil. 3. Brincadeiras. 4. Rendimento escolar. I. Ttulo. 09-6217. CDD: 305.2310981 CDU: 316.42-053.6Este livro publicado pelo Programa de Publicaes Digitais da Pr-Reitoria dePs-Graduao da Universidade Estadual Paulista Jlio de Mesquita Filho (UNESP)Editora aliada:
  • 5. Pelo contrrio, o cem existe. A criana feita de cem A criana tem cem lnguas cem mos cem pensamentos cem modos de pensar, de brincar e de falar. Cem, sempre cem modos de escutar de admirar-se e de amarcem alegrias para cantar e compreender cem mundos para descobrir cem mundos para criar cem mundos para sonhar. A criana tem cem lnguas (e depois cem, cem, cem) mas so-lhe roubadas noventa e nove A escola e a cultura separam-lhe a cabea do corpo. Dizem-lhe: para pensar sem as mos, para fazer sem a cabea, para escutar e no falar,
  • 6. para compreender sem alegria, para amar e maravilhar-se somente na Pscoa e no Natal. Dizem-lhe: para descobrir o mundo que j existee de cem roubaram-lhe noventa e nove. Dizem-lhe: o jogo e o trabalho a realidade e a fantasia a cincia e a imaginao o cu e a terra a razo e o sonho so coisas que no esto juntas.Dizem-lhe, enm, que o cem no existe A criana diz: pelo contrrio, o cem existe. Loris Malaguzzi
  • 7. AGRADECIMENTOS orientadora, professora Elizabeth Piemonte Constantino, peladedicao para com a minha pesquisa, pela pacincia nos meus mui-tos momentos de ansiedade, pela liberdade de expresso e por conarem meu trabalho. A cada momento que passamos juntas, trocamosideias, discutimos teorias e compartilhamos novas experincias, maso melhor de tudo isso so os laos de amizade fortalecidos. Ao CNPq, pelo relevante recurso nanceiro, indispensvel parao desenvolvimento desta pesquisa. Ao professor Mrio Sergio Vasconcelos, pelo interesse e atenoem minha pesquisa. Vimo-nos pela primeira vez no Colgio em queeu trabalhava, depois, nos encontramos na ps-graduao. Ganheium livro, o qual s veio a me enriquecer. S tenho a dizer obrigadapelas oportunidades de mostrar meu trabalho e o quanto acreditono que fao. Gostaria de agradecer essencialmente por ter-me con-ado a superviso da brinquedoteca do hospital durante o ano de2008, sendo essa uma experincia enriquecedora, diferente e muitoimportante. A maravilhosa oportunidade de realizar a exposio defotograas e brinquedos juntamente com a colaborao dos alunose alguns professores. Mais uma vez, muitssimo obrigada. professora Sueli Guadelupe de Lima Mendona, por acreditarem mim... Eu quero ser bolsista, quero ser pesquisadora. Muito
  • 8. 8 FLVIA CRISTINA OLIVEIRA MURBACH DE BARROSobrigado por ter aceitado ser minha orientadora PIBIC/reitoria CNPq, e, mesmo aps a passagem dos anos, continuar me acompa-nhando em minha trajetria acadmica. Seu exemplo de militnciaem defesa da educao fez-me acreditar que nunca devemos desistir,e que fazemos a diferena. Aos queridos professores de graduao em Pedagogia, MariaValria Barbosa Verssimo, Suely Amaral Mello, Stella Miller, Da-goberto Buim Arena, Cyntia Graziella G. Simes Girotto, e JosCarlos Miguel, por terem sido to importantes na minha formaona perspectiva da teoria histrico-cultural. Ao Ncleo de Ensino da Unesp de Marilia, pela relevncia queteve na minha formao acadmica e pessoal. professora Suely Amaral Mello, por ter me escolhido paraser uma das suas primeiras bolsistas no projeto brinquedoteca.Jamais esquecerei nossas experincias que juntas compartilhamos.Os brinquedos que construmos... as viagens s brinquedotecas... asdiscusses sobre o brincar... Aos professores da ps-graduao Jos Luiz Guimares, OlgaCeciliato Mattioli, Elisabeth da Silva Gelli, pelas disciplinas ofere-cidas, essenciais para o desenvolvimento deste trabalho. minha espiritualidade, o qual me ilumina. Aos meus amados pais, Maria Angela e Jos Luiz, pela importan-te mediao durante minha infncia. A cada brinquedo que ganhei...A cada livro que li... A cada quebra-cabea que montamos juntos...tantos momentos inesquecveis me fizeram acreditar que possoacreditar que necessrio acreditar sempre. minha vov Ana (in memorian), por ter brincado tantas vezescomigo, por ter assistido a nossas apresentaes de brincar de circo,de teatro, de casinha... Ao meu irmo Flvio, companheiro de tantas brincadeiras, decirco, de teatro, de Jaspion, de bola, de elstico, de bolinha de gude,de carrinho, de boneca, de quebra-cabea, de cobra-cega, de subirna mangueira, de andar de bicicleta, de jogar dama, de jogar jogo davelha, de brincar de stop, de brincar de escolinha...
  • 9. CAD O BRINCAR? 9 s minhas professoras Ivone, da pr-escola, e Ilma (in memorian),da terceira srie, por terem me permitido brincar... brincar... brincarna escola. s minhas amigas de infncia, Patrcia Ferreira, Roberta Stopa,aos primos e crianada da Vila Margarida (Ourinhos), por tantasbrincadeiras de rua que juntos compartilhamos. Era bets, era bola,era pique, era amarelinha, era esconde-esconde... Aos grandes e sempre amigos de longa data Nadya e Yoshio, pelafora nesta trajetria. Foram livros enviados, foram visitas juntos agrandes livrarias de So Paulo. Muito obrigada. Ao meu querido e amado marido Alexandre, que durante osdoze anos que estamos juntos mostrou-se, alm de companheiro, seramigo, ponderado, paciente, compreensivo e amvel. Durante a com-posio deste trabalho, me apoiou a cada pgina escrita, congressos,ou cursos de que participei. No h palavras que possa mensurar oquanto importante para mim. amiga Aline, companheira do projeto brinquedoteca durantea graduao, militante em defesa dos direitos das crianas. Nossaluta compartilha a sede por uma educao mais justa e igualitria. amiga Cassiany, pelas ricas discusses sobre a educao infantil. Aos amigos Nadia, Luciano e Jos Roberto, por tantas trocas deexperincias. Ao grupo de pesquisa Leitura e Ensino, professora Sonia M.Brochado Dechandt (Faja UENP Jacarezinho) e ao amigo LuizAntonio Xavier Dias, pelas signicativas trocas tericas no grupoe pela oportunidade de mostrar o quanto as crianas podem ler omundo por meio da brincadeira. Aos colegas de ps-graduao, Tatiane, Fabola, Lucinia, Ales-sandra Oliveira, Guilherme e Daniela, por nossos ricos dilogostericos, discusses e reexes. Soa, Thassia, Ana Karina, Rodrigo,Cidinha, Mardnio, Ftima, Jos Roberto, Luciana, Adriana, Flvia,Joana, Victor, Fabio, Hlio, Lvia e Josimary, pelas nossas reuniesde descontrao, pela nossa amizade que oresceu. Seo de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extenso (Saepe), emespecial ao amigo Srgio, com suas importantes contribuies tc-nicas de informtica.
  • 10. s escolas, por oportunizar o espao para a realizao da pesquisa. professora Maria Slvia Pinto de Moura Librandi da Rocha,pelo interesse em meu trabalho, contribuindo com referncias arespeito. Aos alunos do projeto Brinquedoteca Psicologia no Hospital2008, pela conana e pelo companheirismo, pela riqueza que meproporcionaram durante as supervises e encontros casuais, pelaamizade que aqui ca... Aos professores Jorge Ferreira Abrao e Ms. Matheus Fernan-des de Castro companheiros de superviso, pela rica oportunidadecompartilhada. A todos que j foram meus alunos, da educao infantil agraduao, So vocs que me inspiram a nunca desistir de que a educao o mvel principal da transformao social. Obrigada
  • 11. Ao sobrinho Carlos Augusto sobrinha Brbara Ao alhado Leonardo E a todas as crianas
  • 12. Brincar com crianas no perder tempo, ganh-lo; se triste ver meninos sem escola,mais triste ainda v-los sent